Após atacar cristãos, promover pedofilia e zoofilia, Santander cancela exposição Queermuseu

A teoria Queer, que dá a fundamentação ideológica por trás da exposição, defende que a sexualidade é uma construção social desvinculada da natureza humana e considera a expressão sexual em crianças algo natural e bonito.

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A exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, realizada desde 15 de agosto no Santander Cultural, em Porto Alegre, um símbolo do ultraje e do nojento. Intitulada Queermuseu, suas obras exaltam a sexualização de crianças, promovem abusos de animais e profanam imagens sagradas ao Cristianismo, foi cancelada após protestos em redes sociais.

A teoria Queer, que dá a fundamentação ideológica por trás da exposição, defende que a sexualidade é uma construção social desvinculada da natureza humana e considera a expressão sexual em crianças algo natural e bonito. A revista Psychological Bulletin, adepta da ideologia, sugere inclusive a substituição do termo “pedofilia” por “intimidade intergeracional” como forma de acabar com a conotação negativa da sexualização infantil. A teria faz parte da visão ideológica desconstrutivista e busca a destruição dos valores morais em que a nossa cultura foi fundada.

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Fotos da exposição mostravam imagens de Jesus Cristo e santos profanadas com pinturas, maquiagem e outros símbolos. Hóstias utilizadas na Santa Ceia dos cristãos receberam inscrições como “língua” e “vagina”.

Um grupo já está organizou um processo criminal contra os responsáveis, alegando que, no Código Penal, vilipendiar objeto de culto fere o artigo 208, expor obscenidades fere o artigo 234 e fazer apologia à pedofilia e à zoofilia fere o artigo 287.

O projeto foi apoiado pelo Ministério da Cultura, patrocinado pelo Santander, realizado pelo Santander Cultural e pelo Governo Federal e produzido pela Rainmaker Consultoria de Imagem, Projetos e Produções foi autorizada a captar até R$ 850.560,00.

Em nota, o centro cultural diz: “Ouvimos as manifestações e entendemos que algumas das obras da exposição ‘Queermuseu’ desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas, o que não está em linha com a nossa visão de mundo”.

Leia a nota do Santander Cultural:

“Nos últimos dias, recebemos manifestações críticas sobre a exposição “Queermuseu – Cartografias da diferença na América Latina”. Pedimos sinceras desculpas a todos os que se sentiram ofendidos por alguma obra que fazia parte da mostra.

O objetivo do Santander Cultural é incentivar as artes e promover o debate sobre as grandes questões do mundo contemporâneo, e não gerar qualquer tipo de desrespeito e discórdia.

Nosso papel, como um espaço cultural, é dar luz ao trabalho de curadores e artistas brasileiros para gerar reflexão. Sempre fazemos isso sem interferir no conteúdo para preservar a independência dos autores, e essa tem sido a maneira mais eficaz de levar ao público um trabalho inovador e de qualidade.

Desta vez, no entanto, ouvimos as manifestações e entendemos que algumas das obras da exposição “Queermuseu” desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas, o que não está em linha com a nossa visão de mundo.

Quando a arte não é capaz de gerar inclusão e reflexão positiva, perde seu propósito maior, que é elevar a condição humana. O Santander Cultural não chancela um tipo de arte, mas sim a arte na sua pluralidade, alicerçada no profundo respeito que temos por cada indivíduo. Por essa razão, decidimos encerrar a mostra no domingo, 10/09.

Garantimos, no entanto, que seguimos comprometidos com a promoção do debate sobre diversidade e outros grandes temas contemporâneos.”
(Ver nota na íntegra)

 

 

Com informações Gazeta do Povo
Imagem: reprodução web/facebook

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