“Eva, a Mãe de Todos os Viventes”

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Por Elina Vanderzwaag

É difícil não pensar em Eva como a mulher que tinha tudo. Ela tinha o corpo perfeito, o marido perfeito, e uma casa no Paraíso. Não havia nenhuma outra mulher com quem Eva pudesse se comparar, ou razão para se sentir insegura a respeito do afeto de seu marido. Ela era dele; ele só tinha olhos para ela. A vida era um mar de rosas — sem espinhos.

Se tivéssemos observado os dois juntos, não seria imediatamente óbvia para nós a razão por que eles estavam tão contentes e felizes um com o outro no jardim do prazer. Não era o ambiente; não era o perfeito amor que tinham um pelo outro — era o perfeito relacionamento que tinham com seu Criador. Eles aguardavam ansiosamente a voz do Senhor que passeava no jardim para vir ter comunhão com eles. Ele era a razão da existência deles e não havia qualquer área em suas vidas em que eles não se deleitassem e glorificassem o Senhor. Eles eram um casal verdadeiramente temente a Deus. Não, eles não tinham medo de Deus, mas eles eram tementes a Deus. Eles O respeitavam e amavam por quem Ele era: Seu caráter, Seu poder e Seu amor.

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Então, um dia tudo mudou. A mulher estava passeando pelo Jardim tomada por toda a sua beleza, pelos cheiros maravilhosos, pelos sons harmoniosos, quando chegou perto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Ali, ela escutou uma voz que ainda não havia escutado. Não era Adão, nem Deus, mas um belo réptil que lhe falava. Oh Eva, por que você não buscou a ajuda de Adão imediatamente? A serpente sabia como chamar sua atenção. A serpente conhecia sua inclinação para Deus. Então ela começou a sua provocação maliciosa com o nome: “É assim que Deus disse…?” Talvez, ouvir Seu nome tenha deixado a mulher um pouco mais à vontade ou baixado sua guarda. Assim, ela continuou ouvindo. “É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” A serpente foi perversamente astuciosa para falar uma meia verdade, com o objetivo de enganar — fazer a liberdade parecer restritiva e a abundância insuficiente.
Nós sabemos o que aconteceu a seguir. Ela viu, ela tomou, ela comeu, e ela compartilhou a fruta com Adão. Em vez de manter o temor de Deus diante de seus olhos, ela virou as costas. E, no momento em que Adão comeu do fruto, a morte entrou no mundo. O relacionamento perfeito que tinham com Deus morreu, quebrou-se por um desejo de agradar a si mesmo, em vez de Deus. Instantaneamente, aquela bela relação entre o primeiro casal humano também morreu. Em vez de se orgulhar de sua mulher, Adão passou a se ressentir dela, ao ponto de culpar a Deus. Daquele momento em diante eles se tornaram mortais.
Como poderia, então, Adão renomear sua mulher de Eva, que significa “mãe de todos os viventes”? Adão tinha perdido tudo, e nós nele, mas Deus não os abandonou à deriva entre os espinhos e abrolhos, culpando um ao outro. Ele veio com a promessa de esperança e ajuda — e vida eterna — em outro Homem! E mesmo que a dor e o sofrimento em ter filhos fosse uma maldição, a geração de filhos em si tornou-se a bênção redentora de Eva — e a nossa, em última instância.
O que podemos aprender com a história de Eva?
Mesmo um cônjuge perfeito e um ambiente perfeito não nos trarão uma felicidade perfeita. A felicidade de Eva estava em seu Criador, e não em sua posição ou sua própria perfeição. Então, queridas irmãs no Senhor, vamos parar de refletir sobre todos aqueles “se ao menos”. Somos tão tentadas a pensar que se ao menos alguma coisa mudasse, se ao menos algo pudesse ser adicionado, ou se ao menos algo pudesse ser tirado, então nós seriamos felizes. Não, nós só seremos felizes quando estivermos felizes em Deus: feliz por Ele ser quem Ele é, não só como nosso Criador, mas também como nosso Salvador.
Sabemos como a promessa de Gênesis 3:15 foi cumprida em nosso Senhor Jesus Cristo. E somos confrontadas diariamente com a mesma escolha que Eva teve que fazer: agradaremos a nós mesmas ou agradaremos a Deus? Tememos a Deus e pecar contra Ele, ou tememos perder algo? Cremos na Palavra de Deus ou no clamor e sussurros do mundo? Somos gratas pela ordem de Deus na criação e na igreja? Ou acreditamos no inimigo que diz que não há liberdade em ser uma verdadeira mulher de Deus? Sim, perdemos a nossa perfeição. Mas a boa notícia é que podemos ser alegremente satisfeitas em Sua perfeição!
Então, onde você está agora: entre “todos os viventes” ou ainda pecaminosamente presa entre os eternos mortais?

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Traduzido por Arielle Pedrosa no Mulheres Piedosas
**Elina VanderZwaag é esposa do Rev. Foppe VanderZwaag,  com quem tem 9 filhos. Ela nasceu e cresceu na Holanda, mas seguiu seu marido para Alberta, Canadá seis semanas depois do seu casamento e depois para Ontario, Canadá, onde ele era diretor de uma escola cristã. Em 1997, eles se mudaram para Grand Rapids, Michigan onde meu marido fez o seminário e hoje é pastor da Heritage Netherlands Reformed Congregation. Ela é dona de casa e mãe em tempo integral.
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