Professor impede a realização de missa no colégio e recebe apoio de evangélicos

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Evangélicos italianos expressaram sua “solidariedade” ao diretor de um colégio público que negou que celebrassem missa católica em horário escolar. O jornal “L’espresso” foi quem noticiou o ocorrido em Domodossola (norte da Itália). O diretor do colégio diz que decidiu aplicar a lei e evitar que celebrassem a missa. A decisão foi contraditória, mas a Aliança Evangélica Italiana (AEI), crê que o professor atuou corretamente.
A NEUTRALIDADE NÃO É ANTIRELIGIOSIDADE
“Há quem ainda não entendeu que o fato de aplicar a laicidade do estado não significa atuar contra a religião, muito menos ir em contra o trabalho religioso em uma sociedade pluralista”, comunicou AEI. A Aliança Evangélica Italiana acrescentou que viver em um estado laico significa que “as escolas estaduais não são lugares adequados para celebração religiosa de nenhuma fé em horário escolar”.

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As celebrações religiosas podem ser promovidas livremente em outros lugares, e caso alguém queira usar o edifico da escola, pode fazer um pedido formal ao colégio. Sobrepor atividades religiosas nas escolas estatais é violar o princípio básico da sociedade pluralista”.
“SOLIDARIEDADE ABSOLUTA”
Os representantes evangélicos expressaram “solidariedade absoluta” com o Dr. Chiara Varesi, diretor de Domodossola, “por respeitar a natureza secular da escola estatal”. A Aliança Evangélica Italiana “sempre promoveu a visão de uma sociedade aberta e pluralista, onde se reconhece a liberdade religiosa (que é a mãe de todas as liberdades) em todas suas expressões”. “Todas as religiões deveriam ser iguais perante a lei”, disse em nota, e “a tarefa da escola estatal não é transformar-se em templo, igreja ou lugar de cultos”.

A CRÍTICA INJUSTA NASCE DA “IGNORÂNCIA”
A organização AEI, disse que a controvérsia que vivem na Itália sobre a decisão do professor demonstra “a ignorância dos críticos” que “não entendem” o fato de que há outras religiões na Itália além do catolicismo Romano. Estas comunidades de fé podem ser menores, mas também são “parte da história social deste país”. “O marco laico na Itália ainda está incompleto”, completou. “O ensinamento da religião católica (que sufragam todos os contribuintes, no qual os professores são escolhidos pelos bispos católicos) é uma clara contradição”, porque “as escolas estaduais não deveriam tomar partido de nenhum ensino religioso: esta responsabilidade tão importante compete à família, igrejas e grupos religiosos”.

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Traduzido por Jonara Gonçalves no Consciência Cristã
Artigo original: Notícias Cristianas
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