Otimismo e pensamento positivo não é fé!

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Por Josemar Bessa
Vivemos numa época em que muitos na igreja confundem pensamento positivo e otimismo com fé. Mas é sutil, ao olharmos para os problemas da vida, da sociedade, da igreja… acharmos que o otimismo simplesmente é a chave.

Quem tem menos chance de sobreviver a um campo de prisioneiros de guerra? Provavelmente nenhum de nós experimentou tal situação. Quem tem menos chance de sobreviver?
Um otimista!

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Espere antes de discordar. Segundo o general Stockdale, que foi mantido em cativeiro por oito anos durante a Guerra do Vietnã e foi torturado inúmeras vezes antes de finalmente ser liberto e voltar para casa, foi principalmente – quase em sua totalidade – os otimistas que não saíram de lá vivos.
Que explicação ele dá para isso? Ele diz: “Eles foram os únicos que disseram – ‘Nós vamos estar em casa até o Natal’. E o Natal chegava e nada tinha acontecido. Então eles diziam, ‘Nós vamos estar em casa até a Páscoa’. E a Páscoa chagava e nada. ‘Estaremos em casa até o dia de Ações de Graças…’ Nada! E, então, seria no Natal novamente… E eles morreram de um coração partido e desiludido”.
Mero otimismo é completamente diferente do que podemos chamar de fé realista: – “Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor.” –  Romanos 14:8
Em completo contraste com o que podemos chamar de falso otimismo, Stockdale atribui a sua sobrevivência a fé realista. Ele diz: “Você nunca deve confundir a fé que você por fim pode prevalecer sobre aquela situação, com o ‘otimismo’ que faz esvair toda a disciplina para enfrentar os fatos mais brutais de sua realidade atual, seja o que ela possa ser no momento”. 
Isso que é que podemos chamar de O Paradoxo Stockdale – A fé supera o otimismo! Ou seja, abandonar a ideia que é apenas uma miragem no deserto. Que temos balas de prata para matar o monstro, que tudo simplesmente vai se ajustar, mas que somos chamados a perseverar em meio as aflições – “Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência” – Tiago 1:3 – “… e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.” – Romanos 5:2-4
Devemos aplicar esse princípio as nossas vidas, nossos ministérios… Muitas vezes tudo que os cristãos fazem é entreter otimismo sem fim na “próxima grande coisa” – na próxima “grande estratégia” – no próximo “grande método” – no próximo “grande avanço”… em suas vidas, igrejas. A consequência é o aumento do número de cristãos, pastores, igrejas… desiludidos. Como disse Stockdale, “morrendo de corações partidos”.
Só podemos evitar isso abandonando todo otimismo centrado na próxima grande coisa, ministério, personalidade… no próximo grande sermão, técnica, estratégia, contextualização, filme, música… achando que isso será o ponto de virada para corrigir nossa vida, igreja. Tudo isso nos tira da realidade e, por fim, explode em nossa cara.
Devemos enfrentar a realidade brutal em nossas vidas, em nossas famílias, em nossas igrejas, em nossa sociedade. Tendo uma fé inabalável na Palavra de Deus. Na Sua promessa que não pode falhar de que ela nos fará perseverar: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória” – Judas 1:24 – Irá edificar a Sua igreja: “…edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” –  Mateus 16:18 – Fará tudo cooperar para o bem daqueles que Ele chamou soberanamente: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” – Romanos 8:28 – Quer vivamos, quer morramos: “Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor.” –  Romanos 14:8
Otimismo não é fé. Mas a fé é otimista.
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1 COMENTÁRIO

  1. A FÉ VERDADEIRA – A FÉ EM DEUS.

    A fé em si mesmo é cultivada de fora para dentro, tem origem nas circunstâncias externas e tem seu campo de ação na alma, por este motivo é facilmente manipulada, abalada e jogada de um lado para outro por todo tipo de heresias e circunstâncias externas, a vida espiritual de quem vive por este tipo de fé é bem definida por Jesus nas passagens abaixo:

    Marcos 4: 4 a 7 e 15 a 19.
    4 E aconteceu que semeando ele, uma parte da semente caiu junto do caminho, e vieram as aves do céu, e a comeram;
    5 E outra caiu sobre pedregais, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque não tinha terra profunda;
    6 Mas, saindo o sol, queimou-se; e, porque não tinha raiz, secou-se.
    7 E outra caiu entre espinhos e, crescendo os espinhos, a sufocaram e não deu fruto.
    15 E, os que estão junto do caminho são aqueles em quem a palavra é semeada; mas, tendo-a eles ouvido, vem logo Satanás e tira a palavra que foi semeada nos seus corações.
    16 E da mesma forma os que recebem a semente sobre pedregais; os quais, ouvindo a palavra, logo com prazer a recebem;
    17 Mas não têm raiz em si mesma, antes são temporãos; depois, sobrevindo tribulação ou perseguição, por causa da palavra, logo se escandalizam.
    18 E outros são os que recebem a semente entre espinhos, os quais ouvem a palavra;
    19 Mas os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas e as ambições de outras coisas, entrando, sufocam a palavra, e fica infrutífera.

    Esta fé reprovada não produz os frutos do Espírito, necessita de constante alimento sintético produzido por palestras de motivação, atividades e agitação, nada se aprende sobre o caráter de Deus, sobre a pessoa de Jesus e muito menos se consegue ouvir ao Espírito Santo quando se anda nesta fé. Literalmente as pessoas se tornam cativas, escravas, de outros homens, de instituições mornas, das circunstâncias que movem o mundo, de heresias de demônios, etc…

    A carta a igreja de Laodiceia , Apocalipse 3:14 a 21 (leia o texto), descreve muito bem a igreja de nossos dia , e a condição de sua fé reprovada.
    Esta condição da igreja hoje ser pobre espiritualmente, é o resultado direto da falta de discipulado bíblico que foi substituído por técnicas e métodos artificiais de evangelização em massa e ensinos diluídos em sabedoria humana presunçosa mesclada com verdades bíblicas que não são vivenciadas na pratica somente são faladas sem profundidade e nem experiência de vida.

    Consequentemente não se vive pela Fé verdadeira em um ambiente deste.

    A fé verdadeira sendo totalmente oposta a fé oriunda do “ego” é cultivada de dentro para fora, não sofre com as circunstâncias externas e tem seu campo de ação no espírito, esta fé vem direto do próprio Deus. Exercitamos esta fé através do nome de Jesus e o nosso instrutor é o Espírito Santo,

    A continuação desta mensagem pode ser lida em
    vozclama45@blogspost.com.br

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