A apologética contemporânea na perspectiva pressuposicionalista – parte 03

0
482
Want create site? Find Free WordPress Themes and plugins.
Por Maurício Montagnero
Parte 1
Parte 2
3.4. Sua Aplicação e Contextualização
Faz-se necessário adotar uma linha de modo funilado para a devida aplicação, e tal linha coerente a ser adotada para os desafios contemporâneos é: Apologética Pressuposicionalista da Consistência Sistemática especificamente no seu terceiro teste da verdade, a relevância existencial. Tal abordagem está em uma linha tênue com a Apologética Experimental[1], a qual não pode ser vista dentro do sistema evidencial, pois não é de ordem racional, mas, sim, da vivência da fé. Isto reporta ao método indutivo/analítico, que é voltado também para o experimental que parte do efeito a causa, ou seja, da criação ao criador – dentro do evidencialismo a apologética histórica e profética usará tal método (argumentos internos), enquanto o restante ficará com o dedutivo/sintético (argumentos externos).

Para melhor entendimento da linha adotada precisa voltar na articulação da epístola petrina.
1.Contexto Integral:

Assine o Blesss

Receba nossos posts em seu e-mail

Informações relevantes sobre o cotidiano, segundo a ótica cristã. Insira seu email:

Delivered by FeedBurner

Pedro em sua epístola não denúncia nenhuma heresia específica, porém, na mesma existem referências diversas das experiências particulares dele. Baseado nisso ele ensina aos cristãos a verdadeira vivência em meio o mundo macabro, além de terem a aprovação divina. Com tal vivência eles refutariam as acusações que eram feitas contra eles (vs/14; 2.12, 4.4),  visto que eles não se comprometiam com as práticas idólatras comuns daqueles que vivam no meio deles.[2] O verso 16 acrescenta que em Cristo aqueles que acusam serão envergonhados, isto é, a melhor resposta/apologética que eles poderiam usar era bom procedimento em Cristo – o testemunho silencioso de uma vida centrada no Senhor Jesus (2.12) – relevância existencial. [3] Além do mais, o texto quando diz estejam sempre preparados, nos manuscritos mais antigos no lado do sempre (aei) aparece a conjunção conclusiva portanto, por isso (de), concluindo a ideia da devida resposta que os cristãos devem conceder para aquele que os perseguem e praticam o mal conforme está sendo articulado a partir do verso 9.

Esse viver a esperança em Cristo é recuperar o sentido do sofrimento o qual ele passou deixando exemplo de todos suportarem (2.21), que foi importante para as pessoas que estavam na situação em que os leitores de Pedro estavam (1.3 – 12; 2.19; 4.4.13 – 16) que era de perseguição e sofrimento. Em todos os tempos e lugares o exemplo de Cristo é importante para todos que estão clamando por sentido em sua vida (5.9), inclusive no contexto vital atual da contemporaneidade e pós-modernismo.[4]

Além disso, os sofrimentos de Cristo não servem só como exemplo, porém como a própria esperança de salvação, pois ele mesmo carregou os pecados de todos (2.24) – conceito veterotestamentário de carregar o castigo do pecado, por exemplo, os israelitas que carregaram seus pecados no deserto por 40 anos.[5]
2.Relevância Existencial:
Voltando diretamente para Apologética se vê que a preocupação de John Edward Carnell,[6] elaborador da abordagem a qual será seguida, será a mesma de Pedro quanto ele expõem a relevância existencial da apologética. Essa relevância existencial vai suprir a falta de sentido (niilismo) ou a falta do encontro de si mesmo (Heidegger e Sarte) – Antes de continuar é preciso entender o existencialismo, podendo o definir como uma linha filosófica que reflete sobre a experiência pessoal, em sua liberdade que defini sua essência (natureza humana), isto é, como o ser vai vivendo e aprendendo, a sua essência vai se formando.
O primeiro teste dele se dá com a coerência lógica e o segundo teste se dá com os fatos relevantes, dentre esses é necessário incluir a experiência externa (fatos históricos) e a experiência interna (fatos pessoais que incluem questões éticas, existenciais, psicológicas e de valor).
Somente a cosmovisão cristã pode levar a satisfação da comunhão pessoal da busca humana: Edward tentou mostrar que o cristianismo é não só verdadeiro, mas também desejável para cada pessoa como indíviduo.[7] Como foi para os leitores de Pedro. Portanto, para a cosmovisão cristã ser vista como verdade necessita estar ligada a realidade, não pode haver uma separação do racional, empírico e existencial, porém todos devem estar integrados e o último refere-se uma relevância a vida, que o sujeito contemporâneo, e, especialmente, pós-moderno tem buscado desfreadamente pela própria proposta filosófica existencial. Toda verdade religiosa deve ser vivida, pois quanto só a conceitos é vazio de experiências.
Diante esse desafio entra o discurso bíblico e sua filosofia que a ser vivida abrange os desafios, fazendo que o sujeito enxergue a vida com outras lentes e compreenda de fato o valor da fé cristã e do evangelho. Vivendo e aprendendo! Crendo e compreendendo! Experimentando e racionalizando!


A transmissão do saber não mais aparece como destinada à formação de uma elite, capaz de guiar o conjunto da sociedade em seu caminho para a emancipação e a liberdade, mas passa a funcionar como fornecedora de quadros úteis às instituições pragmáticas. Por esse mecanismo, a escola se subordina ao poder. A pergunta básica do estudante — “isto é verdadeiro?” — se transforma em “para que serve isto?”… Todo saber não-conversível em saber aplicado, ou técnica, é descartado.[8]

É isso que o sujeito pós-moderno tendo legado do existencialismo moderno clama. Não é mais um sujeito limitado na razão que necessita que uma cosmovisão/pressuposição seja de argumentos retoricamente bonitos e fundamentalmente bem estruturados. Mas também necessitam enxergar o valor que aquilo traz para vida e para sua experiência de ser-existente, e, como, isso mexe com suas inquietações e emoções porque o sujeito pós-moderno é um ser demasiadamente emocional e sentimental.
Como foi com os leitores de Pedro que depois de ter tido esse contato puderam com suas experiências responderem àqueles que pediam a razão da esperança que havia neles vivencialmente, um discurso que mesmo ainda não esteja por inteiro começava já nesse tempo.
Os leitores de Pedro estavam passando pelas suas angústias no contexto vital que estavam e acharam à relevância existêncial nessa esperança, assim o sujeito pós-moderno pode passar pelas angústias nesse contexto vital, porém achar a relevância existêncial na esperança da fé cristã. Essa é a principal resposta/apologética que pode ser dado nesse tempo presente!
Destarte, o ser de inautêntico e em si passará para autêntico e para si, não sendo mais um cego ao meio do tiroteio. O desafio contemporâneo da teologia para os dias atuais será “vencido”.
Por conseguinte, quando alguns buscam encontrar a relevância existencial na liberdade desenfreada, outros em esoterismo e misticismo, outros nos vícios, outros na Indústria Cultural e assim a lista continua; essa linha apologética com a teologia contemporânea busca salientar como esse indivíduo pode achar a relevância existencial trilhando seus discursos e ensinos.
Finalizando, Carnell concordava nos limites da revelação geral com Calvino, por isso, havia a necessidade da busca da revelação especial que gerará tal relevância para o dasein (termo heideggeriano não utilizado por Carnell, mas exposto aqui para melhor compreensão). Com essa busca pode-se pensar no próximo ponto…

3.Dialética Existencial:
Outra aplicação para esse tempo em cima de tal apologética e pensador pode ocorrer através do sujeito em si e suas experiências em diálogo com as escrituras, deixando a mesma trabalhar com sua vida. Isto é uma proposta hermenêutica, dialética, entre o leitor pós-moderno com os autores das Sagradas Escrituras, onde há a compreensão do quê é exposto e a aplicação em sua própria vida de intepretações e significados, interpretando o texto conforme seu viver e seu contexto vital – fusão de horizontes (Hans-Georg Gadamer); intepretação sistemática da experiência humana (Wilhelm Dilthey).[9] Um lance de fé-experiência-linguagem entre o autor-texto-intérprete.[10] Tal ideal já nasce na mente de Friedrich Schleiermacher e é articulado por Martin Heidegger em seu Dasein.
4.Correlação Existencial:
Além disso, pode-se aplicar com o ensino de Paul Tillich em sua teoria da correlação. Há uma transformação de diálogo relacionado com as perguntas feitas pela razão e as respostas obtidas pela fé, é uma experiência reveladora.[11] As outras ciências (psicologia, sociologia e etc.) expõem suas perguntas e a fé cristã responde – desafio interdisciplinar da apologética.
A grande pergunta de ordem filosófica e psicológica atual está em cima do encontro do ser existente com o sentido da vida em que a fé cristã responderá com uma relevância ao ser crida e vivida. O existencialismo pergunta como se satisfazer como um ser emocional e sentimental e a revelação cristã responde isso através da vivência da mesma. As respostas da fé cristã precisam ser articuladas em cima do antropocentrismo – característica do pós-modernismo – e não mais do teocentrismo[12], que já foi respondido por excelência no período medieval com a teologia escolástica-natural-tomista. Outros tempos! Outras perguntas! Outros desafios! Outras respostas! Como intitularia Papa João XXIII com o termo aggiornamento (expressão italiana para contextualização).

As angústias, as tristezas, as dúvidas, as alegrias, as dádivas, as esperanças da humanidade não podem estar alheias à produção teológica. A Palavra revelada, que o ser-humano escuta no ato mesmo da revelação, é a aquela manifestada na história humana, marcado por contradições e ambiguidades. Por isso, o caminho do diálogo com a história – e da consequente hermenêutica teológica –, do diálogo cientifico – e portanto, a entrada do horizonte interdisciplinar na teologia – e da abertura ao sensível do cotidiano da cultua e da profundidade do ser-humano são imprescindíveis à compreensão da revelação e à elaboração teológica, pois somente assim é possível produzir uma teologia eficaz útil e necessária, imbuída de explicitar o sonho de Deus…[13]

O Apologista em questão, John Edward Carnell, acredita que não há uma abordagem única da apologética, pois a mesma está sujeita ao contexto vital: Nos meus próprios livros sobre apologética tentei sistematicamente basear-me em algum ponto útil de contato entre o evangelho e a cultura[14] – atitude semelhante à correlação de Tillich.
Esse é o tempo que é vivido com sua crise de sentido que afeta todos os aspectos da vida, sem modelos que possam responder tais desafios e os novos paradigmas[15] que vão para o existencial de todos. Diante disso a fé cristã deve buscar dar os subsídios dessa crise, desses desafios e paradigmas
Resumindo esse tópico, pode ser ter como desafio o argumento da alegria de C.S. Lewis que completa o sentido da fé cristã como relevância existencial ligado com a esperança que Pedro apelava em sua epístola. Tal argumento está em cima de uma alegria ou antecipação que só pode ocorrer no prazer celestial. Todo mundo tem um desejo por algo que possa suprimir. Da mesma forma o desejo pela eternidade existe, pois há algo que possa suprimi-la, e não há nada nesse mundo que possa realizar isso, mostrando que foi feito para outro mundo fazer[16] – completando assim o discurso da esperança de relevância existencial que não terminará no ser-para-morte (Heidegger).
Fechando este tópico ficam as lindas palavras de John Stott que pode ser visto em tal apologética articulada nesse artigo:
Oro insistentemente que Deus levante hoje uma nova geração de apologistas cristãos, pessoas que comuniquem a mensagem cristã, tendo uma absoluta fidelidade ao evangelho bíblico, e uma inabalável confiança no poder do Espírito, combinada com um entendimento profundo e sensível às alternativas contemporâneas do evangelho; pessoas que se relacionem com as demais com vivacidade, ardor, autoridade e propriedade, pessoas que façam uso de suas mentes para ganharem outras mentes para Cristo.
CONCLUSÃO
Foi visto nesse artigo a relevância da Apologética Pressuposionalista da Consitência Sistemática no teste da Relevância Existencial para um dos desafios da Teologia Contemporânea e o sujeito pós-moderno. Viram-se as implicações disso, contudo, se faz necessário notar termos mais diretos aplicacionais e práticos, servindo também como recapitulação. Diante disso, será exemplificado com duas histórias, e a primeira é sobre o filme: Deus não está morto. Tal filme relata sobre o jovem Josh Wheaton (Shane Harper) que entra na universidade e conhece um professor de filosofia que não acredita em Deus. Tal professor desafia o jovem a comprovar a existência de Deus, dai começa uma batalha entre os dois homens, que estão dispostos a tudo para justificar o seu ponto de vista. O jovem articula e realiza as defesas em sala com argumentos da apologética evidencialista-clássica. Contudo o que chama atenção no filme é a atuação de Deus nas inquietações existenciais das pessoas, que as levam a crer e compreender.
Como visto e respondido no artigo, alcançando os objetivos propostos e respondendo a hipótese construída, há uma relevância existencial no filme em tais pontos: 1) Uma jornalista com câncer que só acha conforto em meio à doença na fé que foi pregada por uma banda cristã; 2) Uma mulher que vivia o jugo desigual se volta para Deus e acha nEle o abrigo que buscava; 3) Um jovem japonês que intrigado com a defesa da fé de Josh se entrega a Jesus o reconhecendo como único Senhor e Salvador, depois de ter acompanhado a vida de Josh de perto; 4) Uma jovem mulçumana que abre mão de sua família para ter uma vida com Cristo, pois nEle vê o sentido da vida; 5) O professor ateu que minutos antes de morrer reconhece Deus como único Senhor e a Sua existência, depois de ter tido um acidente e ouvido o pastor que o socorreu; e 6) A supremacia do cristianismo sendo mostrado em cima de qualquer outra sistema ou ideologia de vida –  pressuposição e cosmovisão cristã para entender os fatos.
Outra história está na vida de Joel Mozart, disponível em: https://www.youtube.com/watch?t=56&v=D2rNaiug1GY. Ele não via motivo para crer em Deus, só gostava da moralidade ensinada por Cristo. Na sua tentativa de ser igual a Jesus ele não conseguia aplicar a mansidão com o seu irmão, que também não achava sentido em Deus, pois era um ser “desprezível”. Um dia seu irmão disse que o amava, e ele viu uma sinceridade em tal, mas nisso, seu irmão já tinha se tornado um cristão e havia passado por uma mudança notável de vida. Intrigado Joel começou a visitar a Igreja do seu irmão, porém continuou a duvidar até ser tocado em um culto onde começou a orar, e de ateu virou cristão. Tanto ele como seu irmão conseguiram a mudança de vida, sentiam amor, viviam uma nova esperança e acharam a resposta pela relevância existencial que viram na fé cristã. O vídeo se encerra com eles cantando essa letra: Tu és o sentido que me leva em nova direção, eu fui redimido e transformado pelo Teu perdão. Por querer, por viver, por pensar e por sentir, eu mudei por você, pois morreste por mim.
________________________________
REFERÊNCIAS
BAHSEN, Greg L. Apologética Pressuposicional: Apresentada e Definida. Disponível em: http://www.monergismo.com/felipe/apologetica-pressuposicional-apresentada-e-defendida/. 9 p.  
BERGMANN, Johannes; REGA, Lourenço Stelio. Noções do grego bíblico. São Paulo: Vida Nova, 2004, 410 p.
CARSON, D.A; MOO, Douglar J; MORRIS, Leon. Introdução ao Novo Testamento. Tradutor Márcio Loureiro Redondo. São Paulo: Vida Nova, 1997, 556 p.
COLIN, Brow; LOTHAR, Coenen. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. Tradutor Gordon Chown. 2° Edição. São Paulo: Vida Nova, 2000, 2773 p.
EARLE, Ralph; MAYFIELD, Joseph. H. Comentário Bíblico Beacon. Tradutor Degmar Ribas Júnior. Volume 7. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.466.
EVANS, Stephen C. N. Dicionário de Apologética e Filosofia da Religião. Editora: Vida, 2002, 149 p.
GEISLER, Norman. Enciclopédia de Apologética. Tradutor Lailah de Noronha. São Paulo: Vida, 2002, 932 p.
GONGALVES, Paulo Sérgio Lopes. Por uma Nova Razão Teológica. A teologia na Pós-Modernidade. São Leopoldo: Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Revista Eletrônica: Ano 2 – No 17 – 2005, 42 p. Disponível em: http://www.ihu.unisinos.br/images/stories/cadernos/teopublica/017cadernosteologiapublica.pdf.
HENRY, Mathew. Comentário Bíblico do Novo Testamento. Tradutor: Daniela Raffo (espanhol para português). São Paulo: Semeadores da Palavra, 2008, 337 p.
MARTINEZ, João Flávio; SILVA, Paulo Cristiano. Apostila de Introdução a Apologética. Centro Apologético Cristão de Pesquisas (CACP), 2010, 76 p. (material não publicado).
REIS, Ederson da Silva. Panorâmica da Hermenêutica Teológica em Geffre. Disponível em: http://edersonreis.blogspot.com.br/2010/05/resumo-teologia-como-hermeneutica.html.
STANLEY, J. Grenz. Pós-Modernismo: Um guia para entender a filosofia de nosso tempo. Tradutor Antivan Guimarães Mendes. São Paulo: Vida Nova, 2008, 256 p.
_______________. Enciclopédia de Filosofia. Sapadix Software, [s.d] [s.l].
_______________. Novos Paradigmas ou fim de uma era teológica. Disponível em: http://servicioskoinonia.org/relat/227p.htm

NOTAS
[1] A apologética experimental pode ser articulada em linhas não-racionais e místicas (pentecostais e carismáticos) que não é o caso desse artigo, mas é a sua relevância existencial que está ligado com filósofos e teólogos como Soren Kierkegaard, Friederich Schleiermacher, Rudolph Bultmann, Karl Barth e Paul Tillich.  O problema deles é acreditarem que só esses três modos comprovam o cristianismo, e nisso diferirá da linha a ser articulada no artigo. GEISLER, Norman. Enciclopédia de Apologética. Tradutor Lailah de Noronha. São Paulo: Vida, 2002, 932 p. 63.
[2] EARLE, Ralph; MAYFIELD, Joseph. H. Comentário Bíblico Beacon. Tradutor Degmar Ribas Júnior. Volume 7. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 207.
[3] Ibid, p. 233.
[4] CARSON, D.A; MOO, Douglar J; MORRIS, Leon. Introdução ao Novo Testamento. Tradutor Márcio Loureiro Redondo. São Paulo: Vida Nova, 1997, p. 477.
[5] Loc. Cit.
[6] John Edward Carnell (1919 – 1967) foi uma grande apologista e dos fundadores do celebre Seminário Teológico de Fuller em 1948, sendo presidente de lá em 1955 – 1959. Esse homem sofria de depressão e de insônia crônica, e por tomar uma dose excessiva de soníferos veio a falecer precocemente com 48 anos de idade. Seus argumentos apologéticos mostram a escala de valores e das pessoas em si (relevância existencial – por isso que é um dos primeiros cristãos a escrever acerca do existencialista Soren Kierkegaard), além disso, tem dois testes anteriores que não serão aprofundados nesse artigo (racionalidade coerente e abrangência de todos os fatos). Sua formação era em teologia, e doutorado em filosofia da religião por Harvard com a tese relacionando Soren Kierkegaard com Reinhold Niebuhr.
[7] GEISLER, Norman. Enciclopédia de Apologética. Tradutor Lailah de Noronha. São Paulo: Vida, 2002, 932 p 156.
[8] _______________. Enciclopédia de Filosofia. Sapadix Software, [s.d] [s.l].
[9] STANLEY, J. Grenz. Pós-Modernismo: Um guia para entender a filosofia de nosso tempo. Tradutor Antivan Guimarães Mendes. São Paulo: Vida Nova, 2008, p 143 – 161.
[10] REIS, Ederson da Silva. Panorâmica da Hermenêutica Teológica em Geffre. Disponível em: http://edersonreis.blogspot.com.br/2010/05/resumo-teologia-como-hermeneutica.html.
[11] _______________. Enciclopédia de Filosofia. Sapadix Software, [s.d] [s.l].
[12] GONGALVES, Paulo Sérgio Lopes. Por uma Nova Razão Teológica. A teologia na Pós-Modernidade. São Leopoldo: Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Revista Eletrônica: Ano 2 – No 17 – 2005, p. 30 Disponível em: http://www.ihu.unisinos.br/images/stories/cadernos/teopublica/017cadernosteologiapublica.pdf..
[13] Idem.
[14] GEISLER, Norman. Enciclopédia de Apologética. Tradutor Lailah de Noronha. São Paulo: Vida, 2002, 932 p 153.
[15] _______________. Novos Paradigmas ou fim de uma era teológica. Disponível em: http://servicioskoinonia.org/relat/227p.htm
[16] Op.Cit, p 262.
***
Did you find apk for android? You can find new Free Android Games and apps.

SUA RESPOSTA

Por favor, faça seu comentário
Por favor, coloque seu nome aqui