Procurando Deus na Música Popular: a casinha branca e a criação restaurada

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Casinha Branca (versão:Roberta Campos)

Eu tenho andado tão sozinho ultimamente
Que não vejo em minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho a perecer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer


Às vezes saio a caminhar pela cidade

À procura de amizades
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer,sua ilusão
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer …

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Quando o autor de Eclesiastes (3.11) afirma que Deus colocou a eternidade no coração do homem significa dizer que a humanidade sente a infinda saudade do seu Criador e da perfeita vida que tinha no Éden.

O cancioneiro da Música Popular Brasileira nos trás pérolas a respeito do coração do homem. Em muitos casos, tais artistas misturam a beleza de suas melodias com uma poesia confessional e sincera. 

Aqui temos a canção de Gilson e Joran “Casinha Branca” (1979), acima na versão atual de Roberta Campos. Ela fala sobre um terno desejo que o homem tem por uma vida simples e feliz em substituição a esta realidade triste, ilusória e sem sentido.
Infelizmente a maioria dos artistas cristãos esqueceu de cantar sobre a vida e seus dramas e de apresentar respostas verdadeiras relacionadas às canções populares recheadas de, como diria Francis Shaeffer, validade (relação sincera entre o artista e sua arte).
Poderíamos responder a esta canção dizendo que seu anseio é legítimo pois um dia esta vida bela e singela já existiu.

A Bíblia nos diz que o homem um dia viveu em uma “casinha branca” no meio da criação de Deus, plantando, colhendo, correndo pelo campo, contemplando a noite enluarada e o céu estrelado. Ao nascer do dia, lá da varanda, ele recebeu os primeiros raios do sol, em seguida “tomou um café” com a sua amada e filhos e agradeceu ao seu Criador por mais um dia ante a visita de um beija-flor na janela que também agradecia.

Nesse lugar, eu diria que o amor sempre foi a regra, lá só havia amigos mais que irmãos e jamais existiu a solidão. Em cada olhar não se encontrou tristeza, sofrimento ou ilusão. Nesse lugar a satisfação foi plena por uma simples razão: as criaturas viviam a comunhão perfeita com o seu Criador.
Claro que este paraíso perdido é muito mais complexo e belo do que descrevi, mas ele era só o detalhe da felicidade. A completa felicidade se dava verdadeiramente pelo fato do Criador estar presente, e isso dispensa as outras descrições que não fiz aqui.
Um dia este paraíso há de ser restaurado. Esta vida plena e feliz com um lugar de mato verde, plantas exuberantes, quintal, janela, varanda, sol, casinha branca há de novamente existir.
Como revelou o apóstolo João, palavras de Jesus a respeito do paraíso eterno: Eis que faço novas todas as coisas (Ap 21.5).

***

Por Antognoni Misael.

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