7 maneiras de cuidar do seu pastor

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Por Shawn Wilhite
Como você cuida do seu
pastor?
Eu comecei a entender isso
quando eu li um artigo que, mais tarde, tornou-se um pequeno panfleto
intitulado Orando pelo Domingo: você, seu pastor e o seu próximo sermão. É um
recurso prático que provê tremendo insight.

Depois de servir ao
ministério pastoral por seis anos, sei que falar de cuidar do seu pastor pode
parecer estranho. Mas não precisa sempre ser assim. Aqui estão sete simples
maneiras de como os membros da igreja podem cuidar de seus pastores.

1. Ore por e com ele
Este é provavelmente o
mais óbvio. Durante meu primeiro ano de pastorado, as qualificações me
atingiram em cheio (1 Timóteo 3.1-6; Tito 1.7-9). Há uma vasta diferença entre
estudá-las e perceber que sua posição depende delas.
Pastores precisam de
orações todos os dias. Eles não são bombardeados apenas com questões
administrativas, as quais roubam seu tempo, mas também são tentados pelo
orgulho, preguiça, luxúria, entre outras coisas. Devemos orar pela perseverança
deles em se manterem qualificados – o que inclui serem irrepreensíveis.
Além disso, ore com seus
pastores. Procure-os. O coração deles é tão pesado quanto o seu. E não há
alegria maior em saber que o povo de Deus tem orado por você.
2. Fale com ele sobre o
sermão
Em média, um pastor gasta
cerca de 10 a 20 horas no preparo do sermão. Se ele prega duas ou três
mensagens por semana, isso significa que ele gastará por volta de 20 a 45 horas
preparando sermões.
Se o seu pastor é um
pregador expositivo, venha preparado para ouvir a Palavra de Deus. Se ele prega
em séries temáticas, entre em contato com o escritório da igreja para adquirir
os próximos tópicos e passagens. Estude o texto antes de ir à igreja e reflita
em questões para perguntar.
Uma ovelha fiel tem grande
prazer em explicar a Palavra de Deus. Pergunte o que ele aprendeu em seus
estudos. Tire uma dúvida que você teve. Pergunte como a passagem se relaciona
com questões teológicas e como isso ocorre. Comece uma conversa sobre o sermão.
Depois de mais de 20 horas de preparação, você tem uma fonte de sabedoria na
sua frente.
3. Diga a ele como Deus
está fazendo você crescer
Quando eu era pastor, uma
das minhas grandes alegrias era ouvir das ovelhas como elas estavam sendo
aperfeiçoadas. Era encorajador ouvir o que elas estavam aprendendo e como Deus
estava fazendo-as crescer.
Veja a resposta de Paulo
ao ouvir sobre uma congregação anterior:
Agora, porém, com o
regresso de Timóteo, vindo do vosso meio, trazendo-nos boas notícias da vossa
fé e do vosso amor, e, ainda, de que sempre guardais grata lembrança de nós,
desejando muito ver-nos, como, aliás, também nós a vós outros, sim, irmãos, por
isso, fomos consolados acerca de vós, pela vossa fé, apesar de todas as nossas
privações e tribulações. – 1 Tessalonicenses 3.6-7
Esse relato trouxe grande
conforto e força para Paulo. Colocou vento em suas velas. E ouvir sobre seu
crescimento no Senhor irá rejuvenescer seus pastores.
4. Cuide dele
financeiramente
Pastores normalmente
ganham pouco. Talvez seu pastor precise participar de programas de auxílio-alimentação.
Porém, ele nunca diria isso a você. Na verdade, ele não deve pastorear o
rebanho de Deus por torpe ganância (1 Pedro 5.14). Mas se seu pastor não é pago
generosamente, sua mente e coração ficam propensos a ficarem divididos:
Devem ser considerados
merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com
especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino. Pois a Escritura
declara: Não amordaces o boi, quando pisa o trigo. E ainda: O trabalhador é
digno do seu salário. – 1 Timóteo 5.17-18
Precisamos nos certificar
que os nossos pastores estão financeiramente estáveis. O corpo local combina
seus recursos financeiros e dão ao pastor para liberá-lo para pastorear sem se
preocupar com a pobreza.
Cuide de suas crianças
para que ele possa sair com a sua esposa. Pague um passeio em família para ele
– talvez anonimamente. Seja criativo e generoso com seu cuidado financeiro.
5. Cuide da esposa dele
Esposa de pastor tem um
papel difícil. Como pastor, era sempre desencorajador quando minha esposa
falava para mim sobre algum problema da igreja. “Como você ouviu isso”, eu
perguntava. Alguém da igreja havia falado.
Cuidar do seu pastor
significa ajudá-lo a proteger sua esposa das coisas secretas e sujas de sua
igreja. Eu garanto, ela não precisa saber de tudo.
Além disso, tenha uma
expectativa realista do papel dela. Ela é exatamente como você, uma serva de
Cristo. Ela exatamente como você, uma esposa tentando honrar seu marido. Ela é
exatamente como você, uma mãe desencorajada que está lutando. Ela é exatamente
como você, uma mulher tentando honrar o Senhor com sua vida. Ela é exatamente
como você, um membro comum da igreja. Ame-a e a sirva, assim como você faria
com outros do corpo.

6. Edifique biblioteca
dele
A biblioteca do seu pastor
é uma de seus bens mais valiosos. Ele ama e precisa dos livros. E ele precisa
adquirir mais. Eles irão ajudá-lo a se tornar um pastor, teólogo, intérprete da
Bíblia, conselheiro, marido e pai melhor.
Note a curta lista de
itens desejada por Paulo, perto do fim de sua vida: “Quando vieres, traze a
capa que deixei em Trôade, em casa de Caropo, bem como os livros, especialmente
os pergaminhos.” (2 Timóteo 4.13)
No fim de sua vida, o
encarcerado apóstolo queria a companhia dos amigos de ministério mais próximos
e seu material de leitura.
Não necessariamente compre
livros que você esteja lendo ou que você acha que irão ajudá-lo. Faça uma
pesquisa: sobre o que ele está pregando? O que ele está estudando? Ele ama as
línguas bíblicas? Pergunte a um de seus amigos próximos. Ele tem uma lista de
desejos na Amazon? Se não, peça para que ele crie uma.
7. Submeta-se à liderança
dele
Propositalmente, deixei
este ponto por último. Submeter-se ao seu pastor pode ser difícil. Mas você
trará alegria ao coração dele – e ao seu – se você se colocar debaixo da
liderança piedosa:
Obedecei aos vossos guias
e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve
prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não
aproveita a vós outros – Hebreus 13.17
Existe uma correlação
direta entre obediência e alegria de seus presbíteros. Trabalhe duro para se
submeter – com gozo, e não de má vontade – à liderança deles. Esse é o meio de
supervisão espiritual que o nosso Salvador estabeleceu para sua alma.
Pode ser útil começar uma
conversa com seu pastor, seus presbíteros ou outros crentes mais maduros para
determinar como é que isso tem funcionado para você. Se você luta para ser
submisso, seja honesto sobre isso com outras pessoas em sua vida. Às vezes é
sábio sair de uma igreja, assim como também o é começar uma conversa.

Como você tem cuidado do
seu pastor? De quais outras maneiras você poderia cuidar dele? Oro para que
você seja encorajado a isso e comece a implementar algumas dessas ideias.
***
Fonte: Reforma 21
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4 COMENTÁRIOS

  1. Desculpe-me, mas me parece que aqui há uma inversão de papeis!
    A função do pastor é cuidar dos membros, e não ser paparicado! Afinal de contas, o trabalho deles, dos pastores, é só esse. Os membros são envolvidos com outras atividades e trabalhos para manutenção de suas vidas e famílias. O pastor é que deve cuidar dos que estão sob seus cuidados, afinal eles são o seu ministério e são os que lhes dão sustento de natureza econômica, pois são os dízimos e ofertas que pagam seus salários. Aliás, em certos casos excelentes salários, que, talvez, eles não conseguissem ganhar trabalho por conta própria.
    Aliás, o conselho de Paulo de Tarso era no sentido de que os pastor cuidassem bem dos irmãos e não o contrário.

  2. Ronaldo Martins Gomes, desculpe mas acredito que vc não entendeu, ninguém esta pedido paparico a pastores, esta dizendo cuidar, e cuidar nao é paparicar. é seguir hebreus cap 13., da uma lidinha lá. Paz. Deus te abençoe

  3. Caro _DFP_!

    É essa inversão de papeis que justifica um excelente texto de Immanuel Kant (1724-1804), traduzido como "Resposta à pergunta o que é esclarecimento?", essa mentalidade de dependência é mais apta a formar puxa-saquismo do que maturidade e compromisso cristão.
    Essa é, opino eu, uma das razões pelas quais é mais fácil encontrar pessoas pensantes entre não-cristãos do que entre cristãos. E que nos faz compreender a força do cristianismo fundamentalista e anêmico intelectualmente aqui no Brasil.

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