A Dádiva da Alegria

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Por Josivaldo de França
Alegria é a qualidade ou estado de quem tem prazer de viver, de quem denota jovialidade; contentamento, satisfação. A alegria é uma dádiva do Deus triúno aos seres humanos de modo geral, e em especial para aqueles que o amam com sinceridade de coração. A bênção da verdadeira alegria pertence aos filhos de Deus. Deus é a fonte da alegria. A Bíblia nos ensina que a alegria é parte integrante da essência de Deus Pai, Filho e Espírito Santo.
Em Neemias 8.10 lemos que a alegria do Senhor é a nossa força. E o Senhor Jesus, por sua vez, declara: “Tenho-vos dito estas cousas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo” (Jo 15.11; cf. 17.13). Na carta de Paulo aos Romanos aprendemos, ainda, que “o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17). A alegria é o segundo gomo, por assim dizer, do fruto do Espírito (cf. Gl 5.22).
No relacionamento trinitário a felicidade norteia a vida de cada uma das pessoas de Deus. É por isso que a Bíblia nos recomenda a estarmos prontos e dispostos para vivermos a alegria de Deus em nossa vida pessoal, familiar e social. Sendo assim, precisamos expressar, em todos os nossos relacionamentos, a maravilhosa graça da alegria de Deus em nosso viver, em demonstrações práticas para com Deus e o próximo.

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Deus deve ser o motivo de nosso louvor, expressão maior de nossa alegria (cf. Tg 5.13). A Bíblia relata que o carcereiro de Filipos, “com todos os seus, manifestava grande alegria, por terem crido em Deus” (At 16.34). Por isso, Paulo insiste: “Alegrai-vos sempre no Senhor, outra vez digo, alegrai-vos” (Fp 4.4). As Escrituras, portanto, ensinam-nos que a verdadeira felicidade está em um contentamento em Deus.
Na declaração paulina de Filipenses 4.4, percebemos também que a alegria cristã deve ser, entre outras coisas, constante e transcircunstancial (cf. At 16.23-25; Fp 4.10-13). E Pedro não é menos enfático quando fala a respeito de Jesus: “A quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória” (1Pe 1.8). O próprio Cristo, por causa da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz (Hb 12.2).[1]
Meu irmão, minha irmã, você tem verdadeiramente se apropriado dessa bênção chamada ALEGRIA? 
Você não veio ao mundo para naufragar no mar da infelicidade. Fomos todos chamados em Cristo para sermos pessoas felizes. Assim, queridos, levantemos a cabeça e aprendamos a superar a dor e a angústia, a tristeza e o desânimo através da sublimidade de uma alegria celestial e além das circunstâncias. Não permita jamais que os embates desta vida o derrotem, pelo contrário, aprendamos a viver contente em toda e qualquer situação (cf. Fp 4.11), superando todas as dificuldades em Cristo Jesus.
A igreja do Novo Testamento era formada por crentes que sabiam sofrer. Portanto, não se entregue, não se renda. Viva feliz com Jesus![2]
[1] De acordo com a melhor tradução da preposição grega antí em Hebreus 12.2.
[2] Literatura sugerida: John Piper, Teologia da alegria: A plenitude da satisfação em Deus. São Paulo: Shedd, 2001; Martyn Lloyd-Jones, A vida de alegria: Exposições sobre filipenses. 2 vols. São Paulo: PES; Jeremiah Burroughs, Aprendendo a estar contente. São Paulo: PES, 1990. 
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Do blog do autor, Vida abundante
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