Crise vocacional 1

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Por José Bernardo
Os apelos missionários foram um marco do grande avanço brasileiro em missões nos anos 80, possível pelo providencial impedimento do desvio missiológico que já atingia outras igrejas latino-americanas. Naqueles anos, chamados para a consagrar-se à evangelização transcultural atraiam centenas de jovens, dinamizavam a evangelização local, enchiam os seminários e fizeram disparar o número de missionários no campo. 
Agora, em tempos de dedicação integral ao materialismo e à secularização, fala-se da diáfana missão de ser um bom profissional e beneficiar a humanidade de um modo indescritível. Os seminários estão vazios, os missionários voltam atrás e os jovens pouco participam da Igreja. Somente projetos de ação social ainda atraem algum interesse e os incircuncisos insistem em que a África não precisa de evangelistas, apenas de médicos e nutricionistas. O curioso é que há missões endossando isso como se fosse uma nova proposta de missões.

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Quando traço um histórico desse desvio missiológico e da crise vocacional que resulta, encontro a descentralização da missão, de Cristo para o ser humano. A igreja já não existe para fazer a vontade de Deus em Cristo, mas para atender a necessidades humanas e é para isso que se aparelha. Então, chega de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho a toda criatura. O episcopado já não é uma escolha excelente, desanimem os jovens de se dedicarem a missões. Cuidemos do bem-estar.
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Do blog do autor, Sejam Santos
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