Pastores abrem um bar com forró, bebida sem álcool e muita paquera. Sem assanhamento

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“Porquanto, chegará o tempo em que não suportarão o santo ensino; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, reunirão mestres para si mesmos, de acordo com suas próprias vontades”
2 Timóteo 4:3

Eu sempre digo, “morro e não vejo tudo”! E sim, é certo.
Esse mundinho gospel me dá náuseas. Esse povo que se diz cristãos, mas o que apenas fazem é envergonhar o evangelho. Não seguem a Cristo, não servem a Cristo, não sabem de Cristo, não são de Cristo, nem nele confiam. 
Uma discoteca que não serve bebidas alcoolicas, continua sendo discoteca! A tal “letra gospel” maqueia o batidão e então o casal agora tem a liberdade de se esfregar no “forró”.


A festa do farol consiste em dar às mulheres uma pulseira de cor vermelha ou verde. As que optam pela vermelha sinalizam que são compromissadas, o que afasta as “cantadas dos homens”. As que optam pela verde ficam livre para as paqueras.

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Não tenho palavras para descrever meu descontentamento com o em-vão-gelho no Brasil. Não sei expressar tanto nojo a este movimento que busca prazeres da carne, a dissimulação do erro e a alienação, maquiando-o através do rótulo “gospel” (pois, desde que seja “gospel”, me convém!).
  
Lamento que esse movimento asqueroso leve o nome de “evangélico”. Lamento que os donos se apresentem como pastores, comparando-se àqueles que realmente zelam pelas ovelhas (pois sim: Há verdadeiros evangélicos, autênticos pastores e genuínas ovelhas).
Parem o mundo! Não, péra… Parem o “mundo gospel” que eu quero descer.
 

Redação Púlpito Cristão
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