Uma breve avaliação da música “Raridade” de Anderson Freire

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Por Renato Vargens

Outro dia alguém me perguntou o que achava da música “raridade” composta por Anderson Freire.
Confesso que até então nunca tinha ouvido nada a respeito dele muito menos de suas obras.
Pois bem, diante do fato, visando conhecer o conteúdo teológico da dita canção, pedi ao meu inquiridor que me enviasse a letra para que à luz das Escrituras avaliasse seu conteúdo.
Antes de tratar da letra em si, vale a pena ressaltar que não estou avaliando o compositor, nem tampouco sua motivação em compor essa canção. Minha avaliacão é exclusivamente teológica e nada alem disso, portanto, evite comentários do tipo, “Não julgueis”, “você não conhece o coração dele” e outros mais, combinado?
A letra em si (veja aqui) não possui heresias hediondas que afrontem ao Senhor, todavia, ela é “perigosa” porque possui pelo menos quatro equivocos teológicos que podem levar a igreja de Cristo a uma visão distorcida do Senhor, senão vejamos:
1-) A letra da música é absolutamente antropocêntrica. Nota-se claramente que o foco da canção não é a glória de Deus e sim o homem.
2-) A letra da música faz de Deus um ator coadjuvante onde no cenário da vida quem brilha é o homem. Repare que o Senhor não passa de um facilitador visando com isso a satisfação do fiel.
3-) A letra da música faz do Senhor um promotor de “autoajuda” oferecendo ao que canta a certeza de que Deus ao contrário do homem reconhece o valor do fiel.
4-) A letra concede ao homem uma “glória” que ele não tem e nem possui, como também um valor que não existe, mesmo porque, a natureza humana é má, perversa bem como desprovida de valores capazes de satisfazer a Deus.
Isto posto, não recomendo a Igreja de Cristo a entoação desta canção em seus ajuntamentos.
Pense nisso!
***
Renato Vargens é pastor, escritor, conferencista e parceiro do Púlpito Cristão.
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5 COMENTÁRIOS

  1. Quando ela saiu eu disse aos meus amigos que essa música é totalmente humanista, feita pelo homem e para o homem. No entanto, parei de "brigar", às vezes eu acho que não adianta, as pessoas estão com comichões nos ouvidos e não quero admitir as verdade.

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