Série : Replantando hoje a igreja de amanhã – Parte 7

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Com o fim da cristandade as pessoas, inseridas em uma cultura pós-cristã, passaram a não encontrar
mais relevância na mensagem do evangelho. Várias comunidades cristãs, consequentemente, começaram a enfrentar a estagnação, declínio e morte. Além disso, países da
Europa, e até mesmo os Estados Unidos, que antes enviavam missionários para todo o mundo a fim de pregar o evangelho passaram a ser considerados campos
missionários, novamente, mas bem diferentes daqueles que existiram séculos atrás. 
A saída, parecia ser o Movimento de Igrejas
Emergentes, pois seus líderes sabiam “conversar” com mais facilidade com essa
geração pós-moderna. O problema é que, como neste novo tempo as pessoas possuem
suas próprias verdades relativizadas, algumas igrejas emergentes, ao invés de
pregarem as verdades imutáveis da Bíblia, se tornaram extremamente tolerantes e
liberais. Se isso não bastasse, mesmo igrejas emergentes, mais conservadoras, vieram a
declinar e até mesmo morrer com o tempo.[1]
 
Já que o declínio e morte da igreja local não foram
resolvidos, com as novas abordagens e métodos mais atraentes para a cultura
pós-cristã, qual seria a solução então? Para o Movimento de Igrejas Missionais a
igreja local precisa compreender a sua
verdadeira missão, por meio de uma nova reforma teológica, antes de querer encontrar formas de imortalizar a igreja local.[2]
HISTÓRIA DO
MOVIMENTO E SEUS PRINCÍPIOS
Com a institucionalização da igreja, iniciada no século 4, o cristianismo passou a ser a religião oficial do império
Romano. Neste período todos cidadãos eram batizados e assim as igrejas experimentaram
um crescimento jamais visto na história e consequentemente se tornaram uma das
mais poderosas instituições no mundo.[3] O declínio ou morte da igreja local não era um problema, a
ser estudado ou mesmo entendido, durante a cristandade.

Por outro lado, com a propagação dos princípios da laicidade estatal e da liberdade
religiosa, a sociedade e vários pensadores começaram a rejeitar a cristandade.[4] Gene Edward Veith explica isso da seguinte forma:
O que
aconteceu? No passado, a maioria das pessoas aceitava os conceitos cristãos
básicos. Agora só uma minoria os aceita. Essa mudança moral e religiosa não é a
única mudança que enfrentamos… Como Francis Schaeffer e outros estudiosos
demonstraram, a cultura ocidental já passou por muitas fases. Uma visão de
mundo segue a outros. No século XVIII o iluminismo desafiava a síntese bíblica
que havia dominado a cultura ocidental. Com o século XIX chegou tanto o
romantismo como o materialismo científico. O século XX deu-nos o marxismo e o
fascismo, o positivismo e o existencialismo… Hoje, quando entramos no século
XXI, uma nova visão de mundo está emergindo. O “moderno”, por estranho que seja
dizê-lo, tonou-se antiquado. O século XX, apesar de todas as sua realizações e
catástrofes, está passando para a História. As “ideias modernas” que
caracterizam o século XX não mais parecem relevantes. Estamos entrando na era
“pós-moderna”… Os pós-modernistas rejeitam o Cristianismo na mesma base em
que rejeitam o modernismo, com seu racionalismo científico
.[5]
Hoje a interferência da igreja não é aceita por essa cultura, pós-moderna, cada vez mais globalizada, plural, tolerante e relativa o que consequentemente faz com que as igrejas percam todo o seu “poder”, adquirido. Stuart Murray, em um de seus livros, After
Christendom, destaca:

A cultura que emerge como a fé cristã perde coerência dentro
de uma sociedade que
foi definitivamente moldada pela história cristã e quando as instituições que foram desenvolvidas para expressar as convicções cristãs declinam em 
influência
.[6]

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O pesquisador Mike Regele concluiu, esta nova realidade,
da seguinte forma:
A força
conjunta da era da informação, do pensamento pós-moderno, da globalização e do
pluralismo étnico-racial que viu a destruição da grandiosa história americana
também expôs o papel histórico que a igreja teve nessa história. Como
resultado, estamos vendo a marginalização da igreja como instituição
.[12]
Murray diz que as igrejas, por perderem a sua
influência, perderam também seus membros e se assim continuarem, denominações
inteiras desaparecerão em um futuro próximo:
Algumas
denominações estão enfrentando não apenas a continuidade do atrito com o
declínio, mas também a possibilidade de extinção. Se a atual taxa de declínio
não frear, a Igreja Metodista terá um número zero de membros até 2037. Se
continuar a encolher no mesmo ritmo atual, a Igreja da Escócia vai fechar sua
última congregação em 2033. A menos que algo aconteça para reverter o declínio
experimentado, a Igreja no País de Gales será insustentável até 2020. O
Exército da Salvação e a Igreja Reformada Unida encaram perspectivas
semelhantes
.[7]
Murray na verdade reproduz os pensamentos de
um teólogo chamado, Leslie Newbigin, que ao retornar a Inglaterra em 1974, do
serviço missionário na Índia, por quase 40 anos, ficou chocado com o declínio das
igrejas inglesas.[8] Newbigin, extremamente preocupado, começou a repensar essa nova realidade ao questionar:“O que estaria envolvido em um encontro missionário entre o evangelho e esta
forma toda de
perceber, pensar, e de viver que nós chamamos de cultura ocidental moderna
?”.[9] Além disso percebeu que: “O completo descaso
diante do evangelho é mais difícil de enfrentar que a oposição”.
[10]
Alguns missiólogos, influenciados pelas conferências realizadas pelo Conselho
Missionário Internacional (IMC), começaram a rever seus conceitos em relação a
igreja e sua missão. Talvez a mais significativa dessas conferências foi a convocada em
Willingen, Alemanha, em 1952. Na
conferência de Willingen teólogos e missiólogos perceberam que a igreja não
poderia ser nem o ponto de partida nem o objetivo da missão.[13] A missão da igreja deveria deixar de ser uma missão aos padrões da cristandade, com um foco institucional e na busca do poder, para ser entendida como apenas uma agência do Reino de Deus neste mundo. 

Após esta conferência
surgiu o conceito missio Dei, ou seja, a missão de Deus. David Bosch descreve o conceito da seguinte forma:

Missão foi entendida como sendo derivada da própria
natureza de Deus. Foi,
portanto, colocado no
contexto da
doutrina sobre a missio Dei como
Deus o Pai
enviando o Filho, e Deus, o Pai e o Filho enviando o Espírito foi expandido para incluir mais um “movimento”: Pai, Filho e Espírito Santo enviando a igreja para o mundo. Na medida em que o pensamento missionário estava em causa, essa vinculação com a doutrina da Trindade constitui uma inovação importante. Imagem da missão de Willingen era a missão de participar no envio de Deus.[14]
O conceito em suma diz que a “missão” designa
o envio do Filho pelo Pai e do Espírito pelo Pai e pelo Filho. Posteriormente
outro envio foi adicionado, ou seja, a igreja foi enviada pelo Espírito. A
doutrina da Trindade passa a integrar o conceito “missão” e não mais a
eclesiologia, pois o Deus triuno é quem possui uma missão e não a igreja.
Portanto o papel da igreja é participar da missão de um Deus que permite a
igreja participar de Sua missão. Todo esse pesamento tomou força se
transformando em um movimento chamado Movimento de Igrejas Missionais
.[15]
O Movimento de Igrejas Missionais logo surgiu como propagadores deste reforma missiológica. O conceito foi introduzido em 1998 por meio da publicação do livro intitulado, Missional church, escrito por multiplos autores, professores e pastores, que faziam parte da rede Gospel and Our Culture Network. Esses autores buscavam levar as discussões do
Conselho Mundial sobre a missio Dei (missão de Deus) e as ideias de Lesslie
Newbigin a fim de auxiliar as igrejas dos Estados Unidos que enfrentavam um
acelerado declínio.
PONTOS
POSITIVOS E NEGATIVOS
A maior
contribuição do Movimento de Igrejas Missionais, foi a de rever o significado
real da missão, pois, durante a história, vários missionários, ao invés de compreender a cultura
local, tentaram impor, por muitos anos, as suas culturas nativas no processo da
conversão de novos cristãos. Na maioria das vezes os missionários pregavam mais
a ocidentalização do que o evangelho de Cristo o que construiu barreiras ao
evangelho.
Para ultrapassar essas barreiras missionários como William Carey, Hudson
Taylor, Amy Carmichael e outros realizaram uma imersão na cultura, conhecendo a cultura
local antes de se pregar o evangelho. Para esses missionários a pregação do
evangelho é melhor compreendida  quando
contextualizada.

Essa contextualização foi, com certeza, um outro
grande ponto positivo. Goldsworthy diz que:

A tradução implica a reformulação de um texto em um
idioma diferente a partir do seu original. Contextualização envolve a
reafirmação do significado do texto de uma forma que seja compreensível para os
destinatários pretendidos
.[16]

Mas o que vem a ser essa contextualização missionária? De acordo com Timothy
Keller quer dizer o seguinte:
Contextualizar
é adaptar o ministério do evangelho de uma cultura para outra ao 1) mudar os
aspectos que são culturalmente condicionados e 2) manter os aspectos que são
imutáveis e biblicamente exigidos. A contextualização “encarna” a fé cristã em
uma cultura particular. É o processo por meio do qual apresentamos o evangelho
às pessoas com uma visão de mundo particular, de forma que os “ouvintes receptores”
possam compreendê-lo
.[17]

Quando a mensagem do evangelho, que é único e imutável, é
transmitido de forma única sem considerar os costumes, língua, sistemas de
crença da cultura resulta em uma falha compreensão das verdades bíblicas. 
D.A. Carson chega a dizer que: “Nenhuma verdade que os
seres humanos possam articular poderá jamais ser articulada de um modo
transcendente à cultura, mas isso não significa que a verdade assim articulada
não trascenda a cultura”.[18]

Embora a cultura
esteja constantemente em mudança e que o evangelho deva ser transmitido de
forma contextualizada, o evangelho é também a verdade de Deus que é extra local
e imutável. Ou seja, podemos “falar às pessoas com os termos, não em seus
termos.”, diz Darrin Patrick.[19]

Keller completa
essa ideia ao dizer: “Contextualizar não é ‘dar às pessoas o que elas querem’,
mas, antes, é dar as respostas de Deus (que elas não querem!) a perguntas que
estão fazendo e de maneiras que possam compreender”.[20]
Existem, porém, pontos negativos. Um dos
pontos negativos está na confusão e comparação que existe entre o Movimento
Emergente e o Movimento Missional. Dan Kimball, por exemplo, disse em uma entrevista para a Cristianity Today que tanto
a igreja missional como a emergente são ambas sinônimas de um mesmo movimento.[21]
Por outro lado Alan Roxburgh and Scott Boren
não entendem que a igreja emergente e missional sejam a mesma coisa:
Missional não é um rótulo de emergente, criativo, líquido, simples, ou pós-moderna,
mas são simplesmente igrejas attractional de uma forma diferente. Velas, sofás, as artes, labirintos, ou pregação dialógica são todas as formas criativas de igreja que estão sendo adotados no ambiente
da igreja não-tradicional,
mas eles não necessariamente
formam a vida missionária. Ser missionário
é mais do que ser attractional pós-moderna. As correntes emergentes e missional,
no entanto, não são necessariamente
a mesma coisa. Muitas igrejas emergentes parecem ser novas formas de igrejas atrativas… Mas a categoria de igreja
emergente e da imaginação de missional são duas coisas diferentes
.[22]
Um outro ponto negativo, dependendo do ponto de vista, é a falta de esperança que existe
do próprio movimento em relação ao declínio e morte da igreja local. Roxburgh e Boren, por
exemplo, dizem que a missão da igreja “missional” não é ajudar uma igreja quase
morta a retornar a vida, como o exposto em um de seus livros:

Precisamos de uma imaginação alternativa à atrativa, a fim de entender a igreja missional. Essa imaginação começa com uma afirmação paradoxal que muitas
vezes deixa as pessoas
confusas: A
imaginação missional  não
é sobre a igreja,
não é sobre como fazer a igreja melhor, como obter mais pessoas  para
a igreja, ou
como fazer uma igreja
quase morta retornar a vida. Não é obter de volta o respeito da  cultura
em um momento em que a igreja tem sido marginalizada
.[23]
Diante de de tudo o que observamos  levantam-se algumas questões: será que devemos realmente evitar a
morte da igreja local ou simplesmente aceitar o fato de que tudo que é plantado
um dia será arrancado e que tudo que nasce um dia terá que morrer.
Em outras palavras, Toda igreja local, inserida no tempo e espaço, diferente da
Igreja universal, inserida na eternidade, nasce para morrer? 

Confira o capítulo 8 

 

Notas
[1] Mais recentemente Mark Driscoll, um ícone do movimento,
deixou a Mars Hill Church e a igreja, logo, anunciou o fechamento de todas as
suas congregações satélites. Ver em:

http://artigos.gospelprime.com.br/queda-driscoll-morte-mars-hill/

[2] Mark Driscoll fala
sobre a urgente necessidade de evangelizar os EUA: “Desde a metade dos anos 90,
a discussão no meio dos pastores jovens evoluiu a partir da ideia de como
alcançar a Geração X e ministrar numa cultura pós-moderna para uma pesquisa
mais séria e consequente sobre como deveria ser feito o movimento missionário,
com missionários enviado não dos Estados Unidos para outra nação, mas dos
Estados Unidos para os Estados Unidos. Esta ‘reformissão’ é um chamado radical
para uma reforma da visão tradicional e equivocada da igreja, de algo a ser
realizado apenas em terras estrangeiras, para, ao invés disso, focalizar as
necessidades urgentes de nossos próprios bairros, que estão cheios de
americanos de diversas culturas necessitados desesperadamente do Evangelho de
Jesus e de vida em sua igreja.” Ver em: DRISCOLL, Mark. Reformissão: Como Levar a Mensagem sem comprometer o Conteúdo.
Niterói, RJ: Tempo de Colheita, 2009, p.18
[3] Mesmo porque sem o batismo não havia cidadania no império.
[4]Se analisarmos a história do cristianismo, a
“igreja” durante a cristandade criou a sua própria missão, ao invés de cumprir a missão de Deus,
fazendo o uso até da força, se necessário fosse, para se manter no poder.

“Como foi possível dentro da história do Cristianismo, o surgimento
de uma sociedade, de uma cultura e de uma civilização até, que são o exato
oposto daquilo que podemos ler na Bíblia, seja na lei de Deus, nos profetas,
nos ensinos de Jesus ou nos escritos de Paulo?”. Ver em: JAQUES Ellul, La Subversion du Christianisme. Paris: Éditions du Seuil, 1984.

[5]VEITH,
Gene Edward. Tempos Pós-Modernos: Uma
avaliação cristã do pensamento e da cultura da nossa época. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 1999 12-13
[6]MURRAY, Stuart. Post-Christendom:
Church and Mission in a Strange New World. Milton
Keyness: Paternoster, 2004, p.19
[7]MURRAY, Stuart. Post-Christendom:
Church and Mission in a Strange New World. Milton Keyness: Paternoster,
2004, p.6-8
[8] Se antes a Europa e a América do Norte, que antes
realizavam missão transcultural enviando missionários por todo mundo, agora
eram nações que precisam ser “reevangelizadas”.

Ver em: George Barna,
“Unchurched Nation”, Revista Moody (Julho-Agosto 2003), www.moodymagazine.com Acessado em: 07 jan.
2014. 10:30:00

[9]NEWBIGIN, Lesslie. Foolishness to the Greeks: The Gospel and Western Culture. Grand
Rapids: Eerdmans, 1986, p, 1
[10] NEWBIGIN, Lesslie. Unfinished Agenda. London: SPCK, 1985, p.249
[12] Citado em GIBBS, Eddie. Church Next: Quantum Changes in Christian Ministry. Leicester:IVP,
2000, p. 15
[13]“Karl Barth ([1932]1957) tornou-se um dos primeiros teologos a
articularem a missão como uma atividade de Deus”. Ver em: BOSCH, David.  Transforming Mission: Paradigm Shifts in Theology of Mission . Maryknoll,
N.Y.: Orbis, 1991, p. 389
[13] BOSCH, David.  Transforming Mission: Paradigm Shifts in Theology of Mission . Maryknoll, N.Y.: Orbis,
1991, p.390
[14] BOSCH, David.  Transforming Mission: Paradigm Shifts in Theology of Mission . Maryknoll, N.Y.: Orbis,
1991, p.390
[15]
Entendemos aqui neste trabalho que igreja missional é mais do que um modelo de
igrejas, mas uma espécie de “teologia” ou “filosofia” que explica a verdadeira
missão da igreja como descreveu Alan Hirsch: “Igreja missionária é uma comunidade do
povo de Deus que se define
e organiza sua vida
em torno, do seu
verdadeiro propósito de ser um agente
da missão de Deus neste mundo. Em outras palavras, adere a Jesus. impedir isto
é bloquear os propósitos de Deus em e através de seu povo”. Ver em: HIRSCH,
A. Forgotten Ways, Brazos, 2007, p.82
[15]
Disponível em: http://www.christianitytoday.com/ct/2008/march/16.56.html. Acessado
em: 07 jan. 2014. 10:30:00
[15] “Na minha melhor
compreensão a igreja emergente
e a igreja missional são muito parecidas. Mas
quando você fala sobre a ‘igreja emergente’, há também um fluxo de conversação que se concentra mais em mudanças pragmáticas, como culto de adoração e
em ajudar as pessoas mais jovens a
se conectar com a adoração. Isso
é parte dela, mas é muito mais do que apenas fazer mudanças na coleta de adoração, é
uma maneira filosófica de ser
cristão e ser igrejas enviados ao mundo. Pessoalmente,
eu uso o termo ‘igreja
emergente’ e ‘igreja missionária’ alternadamente. São conversas sinônimas.
Mas nem todo mundo as vê dessa
forma”. Disponível em:
http://www.outofur.com/archives/2007/09/emerging_missio.html. Acessado em: 07 jan. 2014. 10:30:00
[15] ROXBURGH, Alan J. Introducing
to the Missional Church.
Grand Rapids: Baker Books, 2009, p.34o princípio organizador verdadeiro e autêntico da missão da Igrejas
Quando a igreja está em missão, é a verdadeira igreja. A igreja em si não é apenas um produto dessa missão, mas é obrigada e destinada a estendê-lo por todos os
meios possíveis. A missão de Deus
flui diretamente através de cada crente e de cada comunidade de fé que adere a Jesus.
impedir isto é
bloquear os propósitos de Deus em
e através de seu povo”. Ver em: HIRSCH, A. Forgotten
Ways
, Brazos, 2007, p.82
[16] GRAEME, Goldsworthy. Gospel centered hermeneutics. Downers Grove: InterVarsity, 2006,
p.26
[17] KELLER, T. Contextualization;
wisdom or compromise? Conference, Convenat Seminary, 2004, p.1
[18] CARSON, D.A. Maintaining
scientific and Christian truths in a postmodern world
, Science &
Christian Belief, Vol. 14, p107-122, outubro, 2002; www.scienceandchristianbelief.org/article/carson.pdf.
[19] PATRICK, D. O
plantador de Igrejas. São Paulo: Vida Nova, 2012, p.251
[20] KELLER, T. Contextualization;
wisdom or compromise? Conference, Convenat Seminary, 2004, p.2
[21] “Na minha melhor
compreensão a igreja emergente
e a igreja missional são muito parecidas. Mas
quando você fala sobre a ‘igreja emergente’, há também um fluxo de conversação que se concentra mais em mudanças pragmáticas, como culto de adoração e
em ajudar as pessoas mais jovens a
se conectar com a adoração. Isso
é parte dela, mas é muito mais do que apenas fazer mudanças na coleta de adoração, é
uma maneira filosófica de ser
cristão e ser igrejas enviados ao mundo. Pessoalmente,
eu uso o termo ‘igreja
emergente’ e ‘igreja missionária’ alternadamente. São conversas sinônimas.
Mas nem todo mundo as vê dessa
forma”. Disponível em:
http://www.outofur.com/archives/2007/09/emerging_missio.html. Acessado em: 07 jan. 2014. 10:30:00
[22] ROXBURGH, Alan J. Introducing
to the Missional Church.
Grand Rapids: Baker Books, 2009, p.34
[23] A Igreja
Missional não é um modelo, mas uma nova forma de ser igreja que não pode ser
copiado e nem limitado a uma metodologia pragmática. Ver em: ROXBURGH, Alan J. Introducing to the Missional Church. Grand Rapids: Baker Books,
2009, p.20
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1 COMENTÁRIO

  1. Olá bom dia,

    Venho acompanhando as postagens realizadas no site Púlpito Cristão a respeito do assunto:
    Série : Replantando hoje a igreja de amanhã

    Porém, notei que parou na aula 7, acabou ali ou possui mais da série?

    Como posso ter acesso ao conteúdo completo?

    Grande abraço de um apreciador de bons estudos teológicos.

    Att,
    Deivid Rosso

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