Série : Replantando hoje a igreja de amanhã – Parte 6

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O movimento de Plantação de Igrejas, que surgiu nos
Estados Unidos e Reino Unido na década de 90, era uma esperança para aqueles que acreditavam que, por meio da plantação de
novas igrejas, ainda que algumas igrejas morressem outras, novas comunidades, equilibrariam os números. A questão é que, mesmo igrejas recém plantadas vieram a morrer com pouco tempo de vida também.
Além disso o número de igrejas
plantadas foi bem menor do que o número de pessoas que deixaram de frequentar uma igreja local, ainda que crendo em Cristo.[1] 

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Para esse grupo, chamado de “desigrejados”, a igreja, como instituição, é algo falho. Isso levou, e ainda leva, várias
igrejas a um estágio de estagnação, declínio ou morte. Em 1991, por exemplo, 21% da população Norte Americana era composta por cristãos que não frequentavam uma igreja. Quase uma década depois, esse número passou para 31% da população. No Brasil não foi diferente, pois de
acordo com o IBGE, em 2003 havia 4% de evangélicos sem ligação com uma igreja e
já em 2009 esse número saltou para 14%, o que representa o número de 4 milhões
de pessoas só no Brasil. 

A igreja que
estava no centro, e tinha poder, no passado, perdeu força e vive as margens hoje. Além disso, a igreja aos moldes da velha cristandade não é capaz de resolver o problema do declínio e morte, pois a mensagem das “boas novas” não parece tão “nova” assim para a geração atual. O evangelho
tornou-se irrelevante e sem sentido para a nova cultura identificada como
pós-cristandade, pós-moderna ou pós-cristã.[1]   
 
HISTÓRIA DO MOVIMENTO E SEUS PRINCÍPIOS

Dan Kimball escreveu o livro,
Igreja Emergente, onde se mostrou preocupado com essa cultura emergente que se distancia cada vez mais rápido da igreja:
O que antes era uma
nação com uma cosmovisão judeu-cristã está rapidamente se tornando uma nação
pós-cristã, não-alcançada e sem experiência nem vínculo com a igreja. Tom Clegg
e Warren Bird no livro Lost in America afirmam que a população dos Estados
Unidos sem vínculo com alguma igreja é hoje o maior campo missionário no mundo
de fala inglesa e o quinto maior em todo o globo. Gerações estão surgindo ao
nosso redor sem nenhuma influência cristã. Então devemos repensar tudo o que
estamos fazendo em nossos ministérios
.[2]

Darrel Guder compartilha da mesma
opinião ao dizer:
Os Estados Unidos ainda é, sob todos os aspectos, uma sociedade muito
religiosa. Os pesquisadores
afirmam que os americanos e canadenses
acreditam em Deus, oram regularmente, e consideram-se religiosos. Mas eles
encontram cada vez menos razões
para expressarem a sua fé, unindo-se a igreja cristã
.[3] 

Como fazer a igreja emergir nesse novo tempo? Para o Movimento de Igrejas Emergentes a saída estava na contextualização do evangelho, na busca de relevância da igreja, e na caminhada  pela contramão da tradição eclesiástica.  

Um dos precursores do Movimento de Igrejas
Emergentes, que chamarei aqui de MIE, Brian Mclaren, diz
ser o criador do termo em parceria com Doug Pagitt:

Em 2001, eu me encontrei com
Doug Pagitt. Doug
é pastor da
Solomon’s Porch (www.solomonsporch.com), em Minneapolis, ex-líder do YLN (Young Leader Networks), e (então) ainda bem
tímido de 40. Um
de nós, eu não me lembro qual veio
com um novo nome para o grupo:
emergente (www.emergentvillage.com).
Nós não tínhamos idéia de como encaixar esse nome e
quão útil seria em
nosso trabalho em curso
.[5]

Brian defini o movimento da
seguinte forma:

O significado de emergente é uma parte
essencial do ecossistema da ortodoxia generosa…Pense em um corte transversal
numa árvore. Cada anel representa, não a substituição dos anéis anteriores, não
a sua rejeição, mas a sua adoção, a sua inclusão em algo maior…
O solo no qual cresce a árvore, é claro, é constituído pelos restos
deteriorados dos seus antepassados… Estamos constantemente a surgir a partir
do que foi e são para o que podemos nos tornar, não apenas como indivíduos, mas
como participantes nas realidades emergentes das famílias, comunidades,
culturas e mundos… Isso fez com que antigos cristãos a emergir do judaísmo do
primeiro século. Causou seus descendentes a emergir do cristianismo apostólico
para a era dos mártires e os apologistas, mostrando coragem e inteligência para
lidar com a sua situação e evoluir… Isso fez o cristianismo moderno (em suas
formas protestantes e católicos) sair da sua fase final da Idade Média. E isso
está fazendo com que novas formas de espiritualidade, comunidade e missão
cristã a emergir para o cristianismo moderno ocidental.
[4]
Carson
caracteriza o movimento como um protesto contra o evangelicalismo tradicional,
modernismo e as  mega igrejas
(“seeker-sensitive”) dizendo:
Como vimos, a igreja emergente é um  movimento que se caracteriza por um protesto
bastante considerável contra o evangelicalismo tradicional e, de modo mais
geral, contra tudo o que entende como modernismo. Porém, alguns de seus adeptos
acrescentam outra frente de protesto, a saber, a igreja “seeker -sensitive”, a
megaigreja. Embora às vezes seja difícil separar essas três frentes de protesto
.[6]
Mark
Driscoll por sua vez descreveu o movimento em quatro diferentes ramificações,
ou como ele chama, quatro vias da rodovia emergente.
O que as três primeiras
pistas têm em comum é a ortodoxia teológica. Eles
não estão interessados ​​em reconsiderar
os princípios das doutrinas cristãs como as que
vêem a Bíblia como a Palavra de Deus, Deus como trino,
Jesus como Deus e os únicos meios de
salvação, a humanidade como pecadora,
todas as relações sexuais fora do
casamento heterossexual (incluindo
a homossexualidade) como o pecado
e, o céu e o inferno como literal, consciente e eterna. Por isso, vou examinar
brevemente cada uma das três faixas de evangélicos da igreja emergente e passar
a maior parte do nosso tempo em
que os liberais emergentes, que
não são teologicamente evangélicos e
que são os mais controversos
.[7]
A primeira pista, Evangélicos
Emergentes, é descrita como os emergentes que estão interessados em atualizar
os estilos de adoração, pregação e estruturas da liderança para tornar a igreja
relevante ao mundo pós-moderno, ou como seus críticos dizem, ser uma igreja
legal para um público jovem. São na maioria das vezes divididos entre o papel da
mulher no ministério, no modo correto de batismo e dons carismáticos. Seus
líderes, pastores e autores, são: Dan Kimbal, John Burke, e Donald Miller.
A segunda pista, Igreja Doméstica,
são igrejas evangélicas que insatisfeitas com as formas atuais das igrejas
tradicionais, com propósito ou seeker sensitives, por exemplo. Estas igrejas propõem formas de igreja mais informais, ou mais orgânicas como alguns gostam
de chamar esse tipo de igreja. Seus líderes, pastores e autores, são: Neil Cole e Shane Claiborne e George
Barna, que argumenta contra o culto de domingo em um prédio onde um pastor
prega um sermão semanal.
A terceira pista, Reformados
Emergentes, encaram o mundo pós-moderno como uma oportunidade para proclamar a
mensagem da Reforma Protestante. Esse grupo é agressivo na plantação de igrejas
e são carismáticos em termos de dons espirituais e adoração. Diferente dos
outros grupos mencionados anteriormente, só homens podem servir como pastores e
pregadores.
O próprio Driscoll diz o seguinte sobre
os reformados emergentes:

Além de crenças evangélicas, reformadores
emergentes têm um compromisso com a tradição teológica reformada como moldada
por tais figuras históricas como Agostinho, Martinho Lutero, João Calvino, os
Puritanos , Jonathan Edwards, Charles Spurgeon, juntamente com líderes
evangélicos tais amplamente reconhecido como Billy Graham , JI Packer, Francis
Schaeffer, e John Stott . Reformadores emergentes olham para os homens
contemporâneos, como John Piper, DA Carson e Wayne Grudem para a teologia ,
junto com Tim Keller e Ed Stetzer para missiologia. Eles também olham para os
pastores de plantação de igrejas , como Matt Chandler, Darrin Patrick, e eu
.[8]
Por último, Driscoll destaca a
quarta pista, Emergentes Liberais, estes criticam as doutrinas fundamentais do
evangelho como a revelação divina, Deus como Trindade, divindade de Cristo, o
pecado da homossexualidade e outras relações sexuais fora do casamento
heterossexual, etc. Seus líderes são filiados à rede conhecida com a Emergent
Village, dirigido pelo autor e teólogo Tony Jones, que já não é um pastor de
jovens, mas está envolvido na igreja de Doug Pagitt, junto com outros líderes
emergentes de destaque, como Doug Pagitt, Karen Ward, e Tim Keel. Os líderes
liberais emergente mais visíveis são Brian McLaren e Rob Bell.[9]

O MIE, ou
conversa emergente como alguns líderes preferem chamá-lo, se caracteriza por
possuir líderes que na maioria das vezes são pessoas insatisfeitas com a
rigidez de suas igrejas.[10] Um dos
líderes do movimento emergente, Dan Kimbal, deixou isso claro ao dizer:
Aprendi que os líderes emergentes anseiam
pela mesma coisa. Eles sabem que algo precisa mudar em nossas igrejas
evangélicas se quisermos alcançar e envolver a cultura emergente. Eles sabem
que temos de mudar o jeito que pensamos a igreja, não apenas mudar nossas
formas de ministração. Os líderes emergentes não têm receio de eliminar as
lentes dos ministérios modernos, pelas quais estamos enxergando a “igreja”, e
substituí-las por um novo conjunto de lentes que nos permitem reexaminar tudo o
que fizemos até aqui. A igreja emergente não deve tentar mudar apenas a
embalagem de nossos ministérios. Precisamos olhar para dentro com uma nova
mentalidade
.[11]
Várias
igrejas emergentes utilizam adereços, tais como incenso, velas, vídeos, poemas
e uma infinidades de ferramentas que deixam as reuniões mais informais a fim de
se diferenciarem das igrejas “tradicionais”. Outras são mais formais e isso
dificulta a conceitualização do movimento. Porém nos últimos anos foi criada a
The Emergent Village, uma rede de líderes e igrejas que se caracterizam como
emergentes o que deu uma melhor percepção do movimento.[12]
PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS
O ponto
positivo do movimento está na contextualização do evangelho o que deixou a
igreja mais relevante para a nossa geração. Por sua vez, o ponto negativo,
observado nesta pesquisa, é um verdadeiro paradoxo já que a contextualização
tão pregada pelo movimento fez surgir uma nova espécie de neoliberalismo.
Carson, por exemplo, escreveu um
livro sobre o movimento emergente, The Emergent Church, e se posicionou
contrário a vários líderes do movimento por conta de suas teologias liberais:
Pelo que sei, Brian McLaren e Steve Chalke são os líderes mais influentes
do movimento emergente em seus respectivos países. Eu ficaria bem menos
preocupado quanto aos rumos que estão sendo seguidos por outros líderes do
movimento emergente, se eles se levantassem e chamassem McLaren e Chalke a
prestar contas daqueles pontos em que ambos claramente abandonaram o que a
Bíblia de fato diz
.[13]
Em uma entrevista com Kim Lawton, D. A. Carson, tratou da ambiguidade teológica de
McLaren:
Não é que ele [Brian McLaren] não
queira dar respostas, é
que ele quer dar respostas difusas.
Essa é a sua intenção. Não é que ele é um diplomata
inteligente que está tentando evitar
as questões mais difíceis usando respostas ambíguas de um
elenco diplomático, mas todos que
entendem sua linguagem sabem o que ele
realmente quer dizer. Ele realmente
quer que todos essas arestas sejam retiradas. Ele quer evitar o que
ele percebe ser a angularidade da verdade confessional. E ele é muito
bom em dar voltas (enrolar). Ele
é muito bom no que faz. No final, parece-me que ele evita algumas das angulações da
própria Bíblia
.[14]
A teologia
liberal de alguns líderes do MIE é facilmente percebida como no livro de Brian
McLAren, A Generous Orthodoxy, onde diz que é necessário que a igreja descubra
e desenvolva uma ortodoxia diferente da ortodoxia praticada pela igreja
evangélica durante o período do modernismo. Ele diz que é necessário
desenvolver uma ortodoxia generosa em opuseram à ortodoxia inflexível do
período moderno caso queiramos alcançar as pessoas da era pós-moderna. Um bom
exemplo disse é a posição:
E, embora o debate já esteja agonizado, os
liberais abriram caminho, buscando tratar homossexuais e transexuais com
compaixão. Pode ser que os conservadores sigam seus passos nessa questão
assim  como já fizeram em outras, muitas
décadas depois, quando os pioneiros tiveram aberto caminho
.[15]
Por conta
desta visão mais liberal[16], alguns teólogos mais conservadores, que antes faziam
parte do MIE, se oporam ao movimento. Entre eles Mark Driscoll que disse em um
de seus livros:
Eu fiz parte do que ficou conhecido como Movimento da Igreja Emergente
desde seus primeiros momentos, e passei alguns anos viajando por todo o país
falando aos líderes emergentes, no esforço de ajudar a construir um movimento
missional nos Estados Unidos… No entanto tive que me distanciar de uma das
muitas correntes da igreja emergente, por causa de diferenças teológicas. Desde
o final dos anos 90, essa corrente ficou conhecida como Emergente… Na verdade,
a igreja Emergente é a última versão do liberalismo. A única diferença é que o
velho liberalismo se acomodava à modernidade e o novo liberalismo acomoda-se à
pós-modernidade
.[17]
Aqueles
líderes que queriam contextualizar as Boas Novas com a cultura pós-moderna, mas
sem comprometer os fundamentos bíblicos, deixaram, outros nunca fizeram parte,
do MIE e passaram a se intitular, como parte do movimento, igrejas que estão
emergindo ou missionais.[18]Entre
estes líderes podemos mencionar uma série de pastores e teólogos e missiólogos
conservadores como Tim Keller, Ed Stetzer, Mark Driscolll entre outros, que
parecem, ter uma percepção diferente quanto a morte da igreja.
Com base no que vimos até aqui fica
claro que a contextualização do evangelho é algo importante, mas ao menso tempo
muito perigoso e arriscado. De que adianta tentar evitar a morte da igreja
sendo mais relevante se ao mesmo tempo muitos colocam em risco o que há de mais
importante na proclamação do evangelho, Jesus Cristo. Além disso, mesmo as igrejas emergentes estão morrendo. O anuncio da “morte” de todas as igrejas satélites da Mars Church, fundada por Mark Driscoll, é uma prova disso. Assim continuamos na busca de uma explicação e solução para a morte das igrejas locais.

Confira o capítulo 7 

 

 Notas
[1] Nos EUA, por exemplo, se todas as pessoas que não
frequentam uma igreja hoje, criassem uma nova nação, seriam a décima
primeira nação mais populosa do planeta.[1]
DRISCOLL, Mark. Reformissão: Como Levar a Mensagem sem
comprometer o Conteúdo. Niterói, RJ: Tempo de Colheita, 2009, p.18 
[1] Alguns livros
nos ajuda a entender o conceito: The
Challenge of Posmodernism
(editado por David Dockery), A Primer on Postmodernism (Stanley Grenz), Telling the Truth (D.A. Carson) e Liquid Modernity (Zygmunt Bauman)
[2] KIMBALL, Dan. Igreja
Emergente
: Cristianismo Clássico para as Novas Gerações. São Paulo: Vida Nova, 2008, p. 20
[3]GUDER, Darrell L. Missional
Church: A Vision for the Sending of the Church in North America
, ed. Darrell
L. Guder. Grand Rapids: Eerdmans, 1998, p. 1
[4] McLAREN, Brian. A Generous Orthodoxy. Grand Rapids:
Zondervan, 2004, p. 276; 315-322
[5] Ibid p. 313
[6] CARSON, D.A. Becoming Conversant
with the Emerging Church. Zondervam: Grand Rapids, 2005, p.  42
[7] http://theresurgence.com/2011/03/14/navigating-the-emerging-church
[8] http://theresurgence.com/2011/03/14/navigating-the-emerging-church
[9] http://theresurgence.com/2011/03/14/navigating-the-emerging-church
[10] CARSON diz que: Um dos pontos em comum que mais chama a
atenção entre seus líderes é o número elevado deles que são provenientes de
tradições extremamente conservadoras ou até mesmo fundamentalistas. Ver em: CARSON, D.A. Becoming
Conversant with the Emerging Church. Zondervam:
Grand Rapids, 2005, p.104
[11] CARSON, D. A Igreja Emergente, p. 21
[12] Carson diz que: “Em 2003, foram realizadas, ao mesmo
tempo em San Diego, a Convenção Nacional de Pastores e a Convenção Emergente;
dos 3 mil pastores que participaram desses encontros, 1.900 escolheram a
Convenção Nacional, enquanto os 1.100 restantes escolheram participar da
Convenção Emergente”. Ver em: CARSON, D.A. Becoming Conversant with the Emerging Church.
Zondervam: Grand Rapids, 2005, p.104 P.12
[13] Ibid p. 232
[14] http://www.pbs.org/wnet/religionandethics/?p=11760
[15]McLAREN, Brian. A Generous Orthodoxy. Grand Rapids: Zondervan, 2004, p. 37
[16]Outro ícone do movimento é Rob Bell assumiu  recentemente ser universalista e até publicou
um livro o que reforça a posição liberal do movimento onde diz: Deus está fazendo um
novo trabalho através de Jesus,
chamando todas as pessoas para a
solidariedade humana. Todo mundo é
um irmão, uma irmã, iguais, filhos de Deus, que não mostra favoritismo.
BELL, Rob. Love Wins: A Book About Heaven, Hell, and the Fate of Every
Person Who Ever Lived. New York: Happer Collins, 2011, p. 75
[17] DRISCOLL, Mark. Confessions of a Reformission Rev.: Hard Lessons from
an Emerging Missional Church, Grand Rapids: Zordevan, 2006, p.23
[18] Driscoll diz o seguinte: Certa vez, durante um jantar
com meu amigo Dan Kimball… fui atingido pela distinção que fez entre a igreja
Emergente e as igrejas que estão emergindo… As igrejas que estão emergindo é
um movimento crescente e desconectado de pastores, basicamente jovens, que
estão felizes com o fim da modernidade, ao mesmo tempo que procuram funcionar
como missionários, levando o Evangelho de jesus Cristo às culturas emergentes e
pós-modernas… é muito importante que toda igreja que esteja buscando ser
emergente se defina como igreja emergente evangélica ou igreja emergente
liberal. Ver em: DRISCOLL,
Mark. Confessions of a Reformission Rev.: Hard Lessons from
an Emerging Missional Church, Grand Rapids: Zordevan, 2006, p. 23-25
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