Série : Replantando hoje a igreja de amanhã – Parte 1

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                                                                                              Por Alessandro Miranda Brito [1]
Quando comentei pela primeira vez, o interesse em realizar uma pesquisa sobre o ciclo de vida das igrejas e consequentemente analisar os motivos que levam algumas delas à morte, fui logo advertido por um amigo: “Jesus mesmo afirmou a seu discípulo Pedro em Mateus 16.18 que a igreja jamais seria vencida, nem mesmo pela morte, traduzida por inferno”. Fui então aconselhado a esquecer essa “herética” ideia de que uma igreja pode morrer. A questão é que mesmo a Bíblia, nas palavras de Jesus, afirmando que a igreja não morreria, não muda a situação das presentes estatísticas. Podemos, por exemplo, constatar de forma clara que o declínio e a morte de muitas igrejas tem aumentado nos últimos anos em várias partes do mundo.[2] 

Dentro deste contexto, se faz necessário  uma analise mais detalhada sobre este aparente paradoxo. Para iniciar, precisamos analisar as palavras de Jesus no texto de Mateus 16.18, a fim de entender este suposto contra senso respondendo as seguintes perguntas: quais foram as interpretações deste texto ao logo da História? O que quer dizer as quatro palavras “ἐκκλησίαν”, “πύλαι”, “ ᾅδου” e “κατισχύσουσιν”?
Etimologia
A primeira palavra a ser analisada é o termo grego πύλαι. Ele deriva-se da palavra πύλη que significa: “portão ou porta” e ocorre 10 vezes no Novo Testamento, com quatro dessas ocorrências em Mateus (7.13, 7.14 e 16.18).[3] Como as cidades eram cercadas por muralhas as portas ou portões serviam para bloquear a entrada ou dar acesso a cidade, porém tinham outras duas utilidades centrais naquela época.  Em suas proximidades  eram realizados negócios e deliberações de assuntos públicos, como a pronunciação das sentenças de morte.[4] 

Já a segunda palavra ᾅδου (hades), que deriva de ᾅδηs, era originalmente o nome de um deus da mitologia grega, aquele que presidia a “mansão dos mortos”, “reino dos mortos” ou “mundo inferior”. Ela aparece 10 vezes no NT, com duas ocorrências em Mateus (11.23 e 16.18).[5] A palavra hades é comumente associada na Bíblia com a morte.[6] 

Quando as palavras πύλαι e ᾅδου estão juntas, formam a expressão “portas do inferno”, uma expressão semítica comum para o limiar do reino da morte. Encontramos várias passagens onde a palavra hades faz tal referência como no livro de Apocalipse 1.18, 6.08, 20.13 e 20.14. O homem rico, por exemplo, estava no hades (Lucas 16:23), Lázaro (no seio de Abraão) também. Cristo, outro exemplo, esteve no hades (Atos 2.27, Atos 2.31) o que revela que a morte seria naturalmente seguida por hades.[7]
A terceira palavra “κατισχυω”,  quer dizer: “ganhar uma vitória sobre” ou “derrotar”. Ela ocorre três vezes no NT (Mateus 16.18, Lucas 21.36 e 23.23). Quando acompanhada do advérbio de negação “oὐ” significa: “não derrotará”.[8]
A quarta palavra, ἐκκλησία, aparece mais de 100 vezes no NT para se referir à igreja (assembléia). Ela possui o sentido de “um grupo de crentes numa congregação local”, ou seja, uma comunidade cristã inserida no tempo e espaço. Poucas vezes refere-se à Igreja como “reunião universal dos remidos de todos os tempos”.[9] No Novo Testamento, existe essa distinção.[10] Para entender a diferença, podemos dizer aqui que a igreja local é formada de crentes professos em Jesus Cristo que se reúnem regularmente em um determinado local, portanto, uma igreja visível. Já a Igreja universal é composta por crentes em Jesus Cristo espalhados por todo o mundo e de todos os tempos: passado, presente e futuro, uma Igreja invisível.[11]
Teologia 
O contexto desta passagem nos diz que Jesus, em conversa com seu discípulo Pedro, faz a primeira menção da palavra Igreja no Novo Testamento. Algo indestrutível que seria estabelecido num futuro próximo. Os estudioso da Bíblia debatem sobre o real significado da frase: “e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. 

De acordo com a nossa análise etimológica, a ideia inicial, quanto a expressão de Jesus, é de uma promessa feita a eterna Igreja, que diferente de tudo que existe neste mundo, jamais poderia ser destruída por nenhum “mal”. Mas quais são as interpretações desta passagem? Estava Jesus tratando da igreja local ou da Igreja universal? A igreja não seria destruída pelo poder físico, sobrenatural ou pela morte?
O poder de Satanás e seus demônios
Uma das posições entende “os portões de Hades” como sendo Satanás e seus demônios atacando a igreja, porém nunca saindo vitoriosos sobre ela (2 Coríntios 4.4, Efésios 6.10-17 e Romanos 16.20). Assim, a palavra “portões” significa poder ou autoridade,  e a palavra “hades” quer dizer Satanás e seus principados.[12] Hendriksen expressa isso dizendo:
Quando Hades é interpretado como uma indicação de “inferno” a garantia dada aqui pelo Senhor pode ser facilmente compreendida. Portas do inferno por metonímia representa Satanás e suas legiões como se fosse invadindo de fora para dentro as portas do inferno, a fim de atacar e destruir a igreja. O que temos aqui é uma promessa muitas vezes repetida da vitória da igreja de Cristo sobre as forças do mal.[13]

O poder do estado e instituições
Um segunda posição compreende que as instituições que dirigem as áreas civil, jurídicas e religiosas da sociedade não possuem o poder de derrotar a igreja (Atos 5.22-32; 12.6-18). Nesta visão a palavra “portas” são retratados como “lugares onde a justiça é realizada” e a palavra “hades” é personificada como “um edifício ou instituição”.[14] Um bom exemplo disso é o exposto por Ellicott:
A promessa declarou que todos os poderes do Hades, todas as forças de destruição que o ataque e, a longo prazo dominar outras sociedades, deve atacar, mas não dominar, a eclésia de que Cristo era o fundador. Ele estava prestes a anunciar, com uma claridade desconhecida antes, a Sua chegada morte como um malfeitor, e ainda assim foi nesse momento que Ele proclamou a perpetuidade e o triunfo da sociedade que, no entanto, pode-se dizer, existia apenas nos germes de uma concepção meia realizado.[15]
O poder do Hades
Para outros teólogos, a palavra “portas” é retratada como “barreiras ou portas da prisão” e a palavra “hades” retratada como “o lugar por onde o morto sai”. A “sepultura” ou “reino dos mortos” não sendo capaz de segurar os redimidos (os chamados salvos) de irem para o céu (Apocalipse 1.18, Atos 2.23-24, Romanos 8.2, Hebreus 2.9-15).
Ridderbos, um importante teólogo do Novo Testamento, trabalhou na Free University de Amsterdam e escreveu o seguinte sobre o assunto:
A imagem que é evocada é de uma fortaleza ou prisão, portões inexpugnáveis​​, onde a morte é o rei, e os mortos são mantidos em cativeiro. Uma vez que alguém tenha entrado por estas portas, não possui terreno humano para resgatá-lo. A igreja de Cristo, no entanto, não será “superada” por este poder da morte. Jesus fala aqui como alguém que era mais forte do que a morte e que faria com que a sua igreja participasse de Sua vitória sobre ele. Ele tem as chaves da morte e do Hades (Apocalipse 1.18).[16]
John MacArthur, um teólogo mais proeminente, em seu comentário sobre o livro de Mateus escreveu o seguinte:
As portas do inferno muitas vezes tem sido interpretado como representando as forças de Satanás atacando a igreja de Jesus Cristo. Mas portas não são instrumentos de guerra. Seu objetivo não é conquistar, mas proteger aqueles por trás delas de serem conquistada, ou, no caso de uma prisão, para mantê-los de escapar  do Hades, o que corresponde ao hebraico “sheol”, refere-se à morada dos mortos, nunca ao inferno, como às vezes é encontrado na versão King James. Quando os termos portões e Hades estão devidamente compreendidos, torna-se claro que Jesus estava declarando que a morte não tem poder para segurar o povo redimido de Deus cativo. Suas portas não são fortes o suficiente para dominar e manter presa a igreja de Deus, cujo Senhor venceu o pecado e a morte (Rm 8.2; At 2.24).[17]  
         
David Seccombe a fim de nos auxiliar a entender esta passagem, disse o seguinte sobre a declaração de Jesus:
Jesus declara aqui a sua intenção de construir uma comunidade eterna. Os portões de Hades (Sheol) não tem nada a ver com o inferno (Geena). A referência é à morte, visualizada como um reino invencível através de portas onde todos os seres vivos tem de passar e nunca mais voltar. Jesus afirma que o túmulo nunca vai engolir sua comunidade.[18]
Stanley D. Toussaint professor emérito sênior da exposição da Bíblia no Dallas Theological Seminary possui posição semelhante:
É geralmente admitido que a expressão “portas do inferno” para o judeu designava morte. Portanto, o Senhor está simplesmente afirmando o fato de que a igreja como fundada sobre a verdade da pessoa e obra de Cristo não seria mantida no cativeiro pela morte.[19]    
      
Roy B. Zuck, foi professor de Exposição Bíblia no Dallas Theological Seminary disse em seu comentário que:
Os judeus entendiam portões de Hades como se referindo à morte física. Jesus estava dizendo, portanto, aos seus discípulos que Sua morte não impediria sua obra de construção da igreja. Ele falou de sua morte iminente (Mateus 16:21). Ele, portanto, estava antecipando sua morte e a Sua vitória sobre a morte pela ressurreição.[20]
Donald Arthur Carson, doutor da universidade de Cambridge e um dos mais importantes biblistas e teólogo da atualidade possui posição bem semelhante como as expostas anteriormente:
Portas do Hades ou expressões muito semelhantes são encontrados na literatura canônica (Jó 17.16, 38.17; Salmos 9.13; 107.18; Isaias 38.10)…e parecem se referir a morte e ao morrer.[21]
As três posições aqui apresentadas dizem respeito a uma proteção contra ataques físicos por parte das instituições, ataques espirituais por parte de Satanás, e ao “reino dos mortos”, que não é capaz de reter a ida dos redimidos para o céu. Pois bem, independente das diversas interpretações, todas concordam em um ponto: A Igreja invisível (Universal) não foi destruída por nenhuma das três possibilidades citadas. Por outro lado, igrejas locais, inseridas no tempo e espaço, não receberam essa promessa.[22] Isso deixa claro que não existe contradição entre a promessa de Jesus a sua Igreja invisível (Universal) e a morte das igrejas locais.
Poucos são os estudos sobre o declínio e morte da igreja, porém precisamos conhecer a história destas igrejas extintas se queremos conhecer os motivos que levam uma igreja a declinar e até morrer. O processo, geralmente, está ligado ao exercício do poder. Aquele que tem maior autoridade persegue a comunidade de cristãos que, não podendo subsistir na ilegalidade, se desagrega como observaremos a seguir. 

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Notas

[1] Bacharel em Teologia e Plantador de igrejas da Co-Mission church plant network.
[2] Segundo Arn (1988, P.16), mais de 80% das igrejas americanas estabelecidas estão estagnadas ou em declínio e que todo ano cerca de 3.500 a quatro mil igrejas morrem nos Estados Unidos a cada ano. No Reino Unido a situação é ainda mais crítica já que de acordo com Timmis e Chester (2011, P. 12)  em 1851, cerca de 1 em cada 4 pessoas no Reino Unido frequentava uma igreja. Agora, o número passou para 1 em cada 10 e que se o declínio continuar cairá para 4,1% em 2020. Isto representa 1 em cada 25 pessoas. Na Austrália a frequência à igreja era de 8% em 2001 um declínio assustador se comparado com os 35% que existiam em 1966 diz Bellamy e Castle. Ver em, BERLLAY, J.; CASTLE, K. Church Attendance Estimates (National Church Life Survey, Occasional Paper 3, 2004), p.11; WIN Arn, The Pastor’s Manual for Effective Ministry. Monrovia, CA, Church Growth, 1988, p.16
[3] BAGSTER, S. The Analytical Greek Lexicon. London: Samuel Bagster and Sons Ltd., 1967, p. 357
[4] DAVIS John, Davis Dictionary of the Bible Broadman & Holman Publishers, 1972, p. 482
[5] Hades foi uma das mais ancestrais e importantes divindades da mitologia grega, mas não um dos doze olímpicos, que dominava o mundo inferior, soberano do reino dos mortos ou simplesmente o submundo, correspondente ao romano Plutão, o rico, pois era dono das riquezas do subsolo. Filho dos Titãs Cronos e de Réia, os romanos Saturno e Cibele, que detinham o controle do mundo, e portanto, também irmão de Zeus e de Posêidon ou Posídon. Quando o pai foi destronado e vencidos os titãs, os três irmãos partilharam entre si o império do universo. Zeus ficou com o céu, a terra e o domínio e cuidado das deusas irmãs, Posêidon herdou o reino dos mares e ele tornou-se o deus das profundezas, dos subterrâneos e das riquezas. O nome Hades era usado para designar tanto o deus como os seus domínios, um submundo dividido em regiões. (http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/MGHades0.html)
[6] BAGSTER, S. The Analytical Greek Lexicon. London: Samuel Bagster and Sons Ltd., 1967, p. 6-7
[7] Davis diz que: “Tanto Hades utilizada no NT, quanto Sheol utilizada no AT denotam o lugar dos mortos. Não existe evidência quanto ao verdadeiro sentido, pode afirmar-se porem, que durante alguns séculos, os hebreus partilharam a idéia semítica a respeito de Sheol. Era uma concepção vaga e indefinida, e, portanto, abria caminho para a imaginação, que inventava pormenores fantásticos para descrever o Sheol. É preciso muito cuidado para não confundir os frutos da imaginação com a fé”. Ver em, DAVIS John, Davis Dictionary of the Bible. (Nashville, TN: Broadman & Holman Publishers, 1972),  p. 258
[8] BAGSTER, Samuel. The Analytical Greek Lexicon. London: Samuel Bagster and Sons Ltd., 1967, p. 225
[9] Segundo a Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira, capítulo VIII, número 5, o termo “Igreja universal” refere-se a reunião universal dos remidos de todos os tempos. Sua unidade é de natureza espiritual e se expressa pelo amor fraternal, pela harmonia e cooperação voluntária na realização dos propósitos comuns do reino de Deus. De acordo também com a Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira, capítulo VIII, número 1-2, o termo “igreja local” ou “congregação local” refere-se a um grupo de pessoas regeneradas e batizadas após profissão de fé. Tais congregações são constituidas por livre vontade dessas pessoas com a finalidade de prestarem culto a Deus, observarem as ordenanças de Jesus, meditarem nos ensinamentos da Bíblia para a edificação mútua e para a propagação do evangelho.” Ver em SILVA, Roberto do Amaral. Princípios e doutrinas batistas: Os marcos de nossa fé (Rio de Janeiro: Juerp, 2007),  p.244-245.
[10] BROWNING, W. R. F. Oxford Dictionary of the Bible (Oxford University Press, 1997), p. 68-69
[11] De acordo com Wayne Grundem: “a Igreja invisível é a igreja como Deus a vê. Tanto Martinho Lutero como João Calvino estavam ansiosos por afirmar esse aspecto invisível da igreja, opondo-se ao ensino católico romano de que a igreja era a organização visível que vinha desde os apóstolos… Por outro lado, a verdadeira igreja de Cristo certamente tinha também um aspecto visível. Podemos usar a seguinte definição: A igreja visível é a igreja como os cristãos a veem na terra… Podemos concluir que o grupo do povo de Deus considerado desde o nível de grupo local até o universal pode corretamente ser chamado ‘a igreja’.” GRUNDEM, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo. EVN, 1999. Berkhof diz que: “Distinção entre igreja visível e invisível. Quer dizer que, de um lado, a igreja de Deus é visível, e, de outro, é invisível. Dizem que Lutero foi o primeiro a fazer esta distinção, mas os outros Reformadores a reconheceram e também a aplicaram à igreja… Mas tanto ele (Lutero) como Calvino acentuam o fato de que, quando falam de uma igreja visível e invisível, não se referem a duas igrejas diferentes, mas a dois aspectos da única igreja de Jesus Cristo… Naturalmente, a igreja invisível assume uma forma visível. Justamente como a alma humana se adapta a um corpo e se expressa por meio do corpo, assim a igreja invisível, que consiste, não de almas, mas de seres humanos que têm alma e corpo, assume necessariamente forma visível numa organização externa, por meio da qual se expressa. Ver em, BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. Campinas. LPC, 1990.
[12] Gill deixa um bom exemplo desta posição: “…Os Infernais principados e potestades, com toda a sua astúcia e força, nunca será capaz de extirpar o Seu evangelho, para destruir o seu interesse, para destruir a sua igreja em geral…”. Ver, de GILL, John. Gill’s Commentary, Vol 6. (Grand Rapids: Baker Book House, 1980), p. 151. Outro bom exemplo foi destacado por Vicente: “A expressão  ‘as portas do Hades’ é um orientalismo para o tribunal, o trono, o poder e a dignidade do reino infernal. Hades é contemplada como uma poderosa cidade, com enormes portais. Alguns expositores também introduzem a ideia dos conselhos dos poderes satânico…O reino ou cidade de Hades confronta e ataca a igreja que de Cristo constrói sobre a rocha”. Ver em, VINCENT, Marvin R. Word Studies in the New Testament. Vol 1. (Grand Rapids: Eerdmans, 1997), p 96
[13] HENDRIKSEN, H. The Gospel Of Matthew. Grand Rapids: Baker, 1982, p 649.
[14] Como Bruce observa: “A ekklesia será forte e duradoura, apenas enquanto a fé no Pai e no Cristo, o Filho, e o Espírito do Pai e do Filho, no reinado dele. Quando o espírito de Cristo se tornar fraco a Igreja será fraca, e nem credos, nem os governos, nem chaves, nem dignidades eclesiásticas serão de grande ajuda para ela”. BRUCE, Alexander Balmain. Ver em, The Synoptic Gospels. The Expositor’s Greek Testament. Vol. 1. (Grand Rapids: William B. Eerdmans, 1980), p. 225
[15] ELLICOTT, Charles. Ellicott’s Commentary on the Whole Bible. Vol. 6. Grand Rapids: Zondervan, 1981, p. 99-100.
[16] RIDDERBOS, H. N. The Bible Student’s Commentary. Matthew. Grand Rapids: Zondervan, 1987, p. 304.
[17] MACARTHUR, John. The MacArthur New Testament Commentary. Matthew  Chicago: Moody, 1988, p. 32-33
[18] SECCOMBE, D. The King of God’s Kingdom. A Solution to the Puzzle of Jesus. Muizenberg: Paternoster Press, 2002, p.464
[19] TAUSSAINT, S. D. Behold the King. A Study of Matthew. Portland: Multnomah Press, 1980, p 203
[20] WALVOORD, J. F.; ZUCK Roy B. The Bible Knowledge Commentary: An Exposition of the Scriptures. vol. 2. Wheaton, IL: Victor Books, 1983, p. 58-59
[21] CARSON, D. A.; GAEBELEIN, F. E. The Expositor’s Bible commentary: Matthew, Mark, Luke. Expositor’s Bible commentary, Vol.8. Grand Rapids: Zondervan,1984, p. 370
[22] A igreja local sofre as mesmas ações que sofrem os organismos vivos e sofreram com as ações do tempo e do ciclo de vida. Hernandes Dias Lopes diz que: “A igreja é um organismo vivo. Ela cresce naturalmente. Se não cresce é porque está doente e, se está doente, precisa ser revitalizada. Uma igreja pode adoecer e até morrer”. Sendo a igreja local um grupo de pessoas, localizada no tempo e no espaço, possui características semelhantes as dos organismos vivos que sofrem com as ações do tempo. Claro que isso não é aplicado à igreja universal, pois esta viverá eternamente. Porem a igreja local, assim como um organismo vivo, passa por diversas fases vitais durante a sua existência: nasce, cresce, amadurece, se reproduz, envelhece e morre. Ver em, Lopes, H. D. & Casimiro D. A., Revitalizando a igreja: Na busca por uma igreja viva, santa e operosa. (São Paulo. Hagnos, 2012), p. 11
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