Universal é investigada por irregularidades na construção do Templo de Salomão

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Templo foi construído com Alvará de reforma. Também há suspeita de propina,

O famoso Templo de Salomão, construído pelo auto-proclamado bispo Edir Macedo, localizado na região central de São Paulo, foi construído com autorização de um alvará de reforma expedido em outubro de 2008. No entanto, para uma obra com mais de 5.000 metros quadrados e 499 vagas de estacionamento, o alvará solicitado deveria ser o de nova obra, conforme determina a lei dos polos geradores de tráfego, de 2010.

Mas a Igreja Universal conseguiu autorização para fazer uma “reforma” com área adicional de 64.519 metros quadrados, em um terreno que tinha área construída de 2.687,32 m². A autorização foi emitida pelo setor Aprov 5, da Secretaria Municipal de Habitação, à época comandado pelo ex-diretor Hussein Aref Saab, demitido em 2012 sob suspeita de enriquecimento ilícito.
O setor de Aref também renovou o alvará de reforma da igreja no dia 11 de dezembro de 2010, quando a nova lei dos polos geradores de tráfego já estava em vigor. À luz da nova legislação, as contrapartidas do templo deveriam somar 5% do valor da obra. Mas, segundo a prefeitura informou na semana passada, as melhorias exigidas do templo se limitam ao rebaixamento de cinco guias de cruzamentos, instalação de um conjunto de sete semáforos e o plantio de 25 mudas de árvores.
O Ministério Público Estadual abriu inquérito para apurar a construção irregular do megatemplo. Duas testemunhas ouvidas pelo promotor Maurício Ribeiro Lopes já relataram que órgãos da prefeitura ignoraram alertas de servidores de que a obra era um polo gerador de tráfego. Ao todo, o templo terá capacidade para 10 mil pessoas sentadas e 1.200 vagas de estacionamento. A Promotoria de Habitação também quer saber se houve mesmo uma reforma ou se trata de obra nova.
Investigações desde 2010
As investigações tiveram início em dezembro de 2010, quando o vereador Adilson Amadeu contestava a obra através de uma representação. A apuração foi arquivada em 30 de agosto, baseada em documentos e informações fornecidos pela Prefeitura Municipal de São Paulo que dava a obra como regular.
Em junho deste ano, as investigações foram reabertas após uma denúncia de uma testemunha, que preferiu não se identificar. Com novos documentos, o Ministério Público solicitou informações das Secretarias Municipais de Transporte e de Licenciamento, além da Igreja Universal.

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Com informações do G1, CBN e UOL Notícias

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2 COMENTÁRIOS

  1. Se esta obra ajudará pessoas sairem das drogas, deixarem de furtar, famílias serem reestruturadas, e etc., sendo uma obra que ajudará uma sociedade, não só aqueles que frequentaram o templo mas os paulistas e outros que vivem na cidade. Situação que os nossos políticos não conseguem e nunca conseguiram resolver, pois, no poder querem saber de enriquecer através de nossos dinheiros dados com muito suor. Governantes, pessoas do Ministério público, analizem o que será bom para a sociedade e não se deram ou não dinheiro para os nossos políticos corruptos.

  2. Nossa, a obra irá ajudar quem sair das drogas, pelo o que se sabe, eles irão cobrar para entrar, e não é todo mundo que terá acesso, ajudar drogados e famílias, se a própria igreja suga todo o salário dos fieis pedindo mais e mais dízimos, você ou é inocente ou simplesmente é cego, fala tanto em político corruptos e acha que estes pastores são santos, ainda mais o fundador da Universal do Reino de Deus, que basta procurar vídeos no Youtube, acha ele próprio ensinando a como faturar os dízimos…Tenha dó.

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