Parábola do Bom Palestino

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Por Leo Gonçalves

Eis que dentre a multidão, se levantou certo sionista e perguntou a Jesus: Mestre, que farei para herdar a vida eterna?

Jesus lhe disse: “Que está escrito na lei? Como você a interpreta?” 

Ele respondeu: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças, com todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo”. E o Senhor lhe disse: “Você respondeu corretamente, faça isso e você viverá”. Mas ele, querendo justificar a si mesmo, perguntou novamente: “Mas quem é o meu próximo?” Então Jesus contou-lhes uma parábola que dizia:
Certo homem saia de Jerusalém e se dirigia à Faixa de Gaza, quando caiu na mão dos salteadores. Estes roubaram tudo o que ele tinha, lhe deram uma surra e o deixaram quase morto. Ocasionalmente, passava por ali um sionista estadounidense, o qual vendo-o, passou de longe. Depois disso, passou por ali um pastor dispensacionalista, que vendo o homem ferido, se afastou dele. Finalmente apareceu um palestino, o qual vendo-o, se moveu de íntima compaixão. Aproximando-se, prestou-lhe os primeiros auxílios, limpou-lhe as feridas, colocou o desconhecido em seu carro e o levou à casa de uns amigos. Tendo cuidado dele toda a noite, como precisava partir, entregou 3 mil shaqalins ao dono da casa e lhe disse: “Por favor, cuide dele, e se você tiver alguma outra despesa, te pagarei quando voltar”.
Então Jesus, dirigindo-se a multidão que estava composta por sionistas, evangélicos dispensacionalistas, membros do conselho da ONU, e muitos judeus, perguntou: “Qual destes parece que foi o próximo do homem que foi assaltado?” 
Então o sionista, bastante contrariado, disse: “Foi o palestino”.
Jesus então lhe disse: “Vai e faça da mesma maneira!”
Neste momento os sionistas que estavam entre a multidão começaram a gritar: “Os palestinos são todos terroristas! Eles devem ser eliminados da face da Terra!”. Os pastores dispensacionalistas alçaram seus mapas do “plano divino” e começaram a dizer: “Israel é o dono legitimo desta terra! Eles tem o direito divino de expulsar seus inimigos”. Os membros da ONU, por sua vez, fizeram caso omisso a tudo o que estava acontecendo.

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E foi então que os judeus começaram a dizer: “Quem é este que diz blasfêmias? Crucifiquem-no! Crucifiquem-no! Crucifiquem-no!”
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8 COMENTÁRIOS

  1. Desculpe invadir seu espaço. Nem precisa publicar. Ridícula a sua ironia esquerdista anti-americana e antisionista. Estude o conflito árabe-israelense, o islã e descubra quem quer varrer determinada nação do mapa. Por acaso são os líderes judeus que sempre declararam o desejo pelo extermínio das nações árabe-muçulmanas? Em mais de 60 anos de conflito quem sempre foi o atacado e quem mais contratacou? Ou se defendeu? Qual país foi o mais agredido? Que eu saiba na Guerra dos Seis Dias em 1967 eram 5 nações árabes contra Israel; 3 milhões de soldados antisionistas contra 500 mil judeus. Resultado? Israel humilhou os exércitos inimigos e ocupou as Colinas de Golã para se PROTEGER. Se não tivesse feito isso teria sido exterminado. Quis devolver a região alguns anos depois contanto que seus vizinhos reconhecessem a existência do estado israelense. Os árabes, incluindo Arafat, preferiram declarar seu ódio e desejo de pulverizar Israel, a única democracia da região. Vc pode ler e carregar sua Bíblia em Israel sem risco de punição. Tente fazer isto num país muçulmano e será morto. Cristãos são mortos aos milhares em países (que vc parece querer inocentar) simplesmente por crerem em Cristo. É um genocídio. Onde estão os grupos terroristas Hamás e Fatah? Quem envia homens-bomba para assassinar inocentes? Quem lança foguetes contra Israel e usa a população civil como escudo? Quem matou os 3 jovens que provocou a mais recente crise. Israel não deve reagir? A Onu? Historicamente as sanções da ONU e reprovação mundial sempre recaíram sobre Israel. Vc está desinformado. Uma sugestão: leia Bernard Lewis. Me surpreenderei se vc publicar meus comentários. Não publicá-los é um direito seu. Mas, pelo menos, procure se informar! Mais: alimentar antissemitismo é pecado. Na sua piada macabra vc acha que representou bem os palestinos como bons samaritanos? Ridículo!!!

  2. Sandro Moraes. Gostei muito quando o cara acima disse "Estude o conflito árabe-israelense". Véio, teu comentário demonstra que quem não estudou foi tu. Ninguém aqui tá defendendo as atitudes palestinas, no entanto, já que você quer citar o "conflito" e "seu início", basta voltar a 1948 quando o Grã-Bretanha, que ocupava militarmente a região "cedeu" aos judeus pós-Segunda Guerra Mundial um território massivamente habitado por palestinos, que foram expulsos de sua terra, fazendas, gado, famílias separadas, para que se fosse criado artificialmente o Estado de Israel. É lamentável dizer que alguém tem que estudar quando a única fonte de informação do crítico parece ser a Globo. O discurso no texto é simplesmente o discurso de Cristo na Parábola, e tal qual os fariseus fizeram com Cristo no século I, tu fazes agora… "Apedreja!" Os samaritanos eram vistos pelos judeus da mesma forma que os palestinos são vistos hoje, teu conhecimento bíblico e histórico beira o ridículo, você coloca todos os palestinos sob o mesmo saco, não vê que é exatamente isso que o mundo faz em relação aos cristãos? Gente com pensamento assim é que gera a discórdia e as guerras em nome de Deus, discursos como o teu que visam apenas a aniquilação daqueles que julgas inimigo. Mais uma vez, teu conhecimento histórico é ridículo e beira a imbecilidade. Quanto ao fato de Israel "querer devolver Golãn" de onde tiras tanta asneira? Israel nunca cogitou a devolução de Golán, e nem sou favorável que as devolva, pois sua conquista foi em uma clara guerra de conquista de territórios onde a Síria buscava a conquista do território israelense e foi quem sofreu o golpe. O único desinformado aqui é vocÊ, na verdade, bastante informado, das asneiras publicadas em uma mídia comprada pela direita capitalista estadunidense que você cultua e idolatra… sou de direita, sou capitalista, mas consigo ver e analisar os pontos podres da geopolítica em torno desse modelo político-econômico, coisa, que em uma rápida analise de seu texto é possível ver que você não sabe fazer. Por fim seu Sandro Moraes, precisas ler mais a Bíblia… afinal, assim como os fariseus, você não crê que um samaritano possa ser bom… triste isso, muito triste. "Daniel Cesar"

  3. Assino embaixo do teu comentário Sandro Moraes, representar os palestinos como bons samaritanos só deve ser piada de mau gosto. Se dependesse do Estado de Israel a paz já teria sido concretizada, afinal são os muçulmanos que não querem permitir a existência de um Estado judeu no Oriente Médio. O autor deste texto está mais do que equivocado, deveria ler um pouco mais antes de sair postando porcaria,

  4. Não consigo ver paralelo entre o samaritano da parábola na crise Israel/Hamas. O de hoje não cura feridas; ao contrário tenta provocá-las, com seus misseis clandestinos, objetivando eliminar sacerdotes levitas e se possível dispensacionalistas e afins, isto com a cumplicidade da autoridade palestina (alguém já ouviu falar que aquela autoridade investigasse e apresentasse à justiça os disseminadores de tanto ódio, que fazem ataques militares a partir de Gaza contra outra nação?) Se quisesse seria fácil, pois, para quem consegue descobrir cristãos ocultos ou que se casem com um cristão, levando-o aos tribunais e à morte, como não conseguiria identificar gente manuseando armas de guerra? Bem ou mal Israel investigou e prendeu quem matou e queimou os jovens palestinos por vingança. Coisa de gente civilizada, algo impensável do outro lado, pois os autores da morte dos adolescentes judeus permanecem livres para matar mais. O que vejo é que a autoridade Palestina tem interesse oculto na continuidade da violência, que por culpa deles mesmos faz mais vítimas em seu próprio território do que no do inimigo imaginário; Como não pega bem, diante da opinião pública, utilizá-la de forma aberta, terceiriza-se o serviço para o Hamas. Quem defende o ódio seja contra Judeus, Americanos ou cristãos são os radicais islâmicos (executores de massacres não só em Israel , mais em outras partes do mundo), com a cumplicidade de seus líderes e a torcida nada disfarçada de esquerdopatas espalhados pelo mundo que tentam transformar assassinos em vítimas, sem citar uma única palavra de condenação (pelo menos umazinha que seja) aos agentes do ódio e ao que parece deleita-se com seus ataques terroristas seja na América, Europa ou Israel. Afinal, deve pensar essa gente: embora suas vítimas os receba de braços abertos em seus países (dando a eles direitos de se expressarem livremente, o que eles negam a forasteiros em seus territórios), ainda assim não merecem viver, visto que não compartilham de seu lixo ideológico. Não seja injusto, deixe os dispensacionalistas fora disso. Lamentável tentar utilizar textos bíblicos para tentar justificar violência, seja de que lado for.
    Geraldo Magela

  5. Rapáz, que HORROR!!

    Cara, os judeus são o povo de Deus! cuidado com o que você fala!
    E não: não existe cristão que não seja sionista, meu caro: Israel pertence aos judeus. Você lê a Bíblia por acaso? já leu Romanos? e Apocalipse?

    Cara, que horror!

    Te recomendo uma visita à "Palestina" (Edom? Filístia?), e vá pregar Jesus lá. Depois peça a alguém mandar as fotos do seu caixão!

    Paz a todos.

  6. O nível de neopentecostalismo, ignorância e afastamento de Deus e suas escrituras é sofrível. A nação de Israel, assim como a Palestina é uma nação ímpia. Paulo mesmo afirma que são galhos cortados da árvore. Para os judeus do passado os samaritanos eram exatamente o que os palestinos são hoje, então se Cristo faz aquele paralelo, não entendo porque hoje não pode ser feito. Vocês pregam a violência… e quem pela espada vive pela espada morre… mas obviamente vocês só leem o antigo testamento onde Israel destrói Jericó, não o novo testamento onde Cristo morreu pelos eleitos… inclusive os que vivem na Palestina.

    Daniel Cesar

  7. Gente, a parábola do Bom Samaritano na época em que Jesus a contou tinha o mesmo sentido dessa agora publicada pelo site do Púlpito Cristão. Se você não consegue enxergar nenhum palestino como capaz de ajudar alguém, então você precisa refletir sobre seus conceitos.

    E outra, o povo de Deus é aquele que ama a Deus, se humilha, se arrepende de seus pecados e busca amar a Deus antes de todas as coisas e ao próximo como Jesus nos amou. Jesus, o filho de Deus, quando falou a párabola do Bom Samaritano, falou ao povo judeu.

    Tenho certeza que haverá no céu gente de Israel e gente da Paslestina. Defender partidarismo é muita besteira, pois o próprio Deus NÃO faz acepção de pesssoas.

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