NORMALMENTE DIFERENTES E DIFERENTEMENTE NORMAIS

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Por Mateus Feliciano
Quem é diferente e quem é normal? Esta pergunta deve passar pela cabeça de muita gente. Muitos se perguntam: – Eu sou normal ou sou diferente?
Normalmente quando se encontra com alguém que (aparentemente) é diferente de nós, chega-se a conclusão que somos normais e o outro é diferente. Muitas vezes consideramos o outro diferente sem compara-lo às outras pessoas, mas simplesmente por comparar esta pessoa com a gente mesmo.
É muito comum esta análise ser feita com superficialidade, pois geralmente não se conhece a pessoa a fundo e tira-se conclusões precipitadas baseadas na aparência ou no “jeito” da pessoa.
Mas afinal, quem define o que é normal e o que é diferente? Normal em relação a quê? E diferente em relação a quem?
Todo ser humano é diferente um do outro. Cada ser humano é único. Uma pessoa tem sua impressão digital e mais ninguém durante toda a história da humanidade terá igual.
No final das contas somos todos diferentes um dos outros. Podemos nos vestir parecidos, termos ideias e filosofias de vidas semelhantes, termos temperamentos equivalentes e etc, mas nunca seremos exatamente iguais uns aos outros. Nem irmãos e irmãs gêmeos os são.
Quando analisamos pessoas que são diferentes de nós por causa de um piercing, tatuagem, cabelo, terno e gravata, maquiagem e etc é preciso tomar cuidado para não julgarmos o caráter e quem de fato a pessoa é. 
A aparência de alguém pode dizer muito sobre a pessoa, mas não a define como um ser. Ser alguém é muito mais que seu visual, pois existe uma mentalidade, sentimentos e características que muitas vezes nem nós mesmos nos conhecemos profundamente.
As vezes o comportamento “esquisito” de alguém, o jeito de falar e outras coisas deste tipo faz com que nos afastemos das pessoas por considerar a pessoa “diferente” e concluir que a pessoa não é “normal” como você. Perdemos oportunidades incríveis de conhecer pessoas que poderiam muito bem fazer parte do nosso ciclo de amizade por fazer julgamentos precipitados e preconceituosos em relação ao outro.
Claro que devemos nos preocupar com nossa segurança, com más influências, com pessoas vazias que não acrescentam muito, mas nunca descarta-las. Gente não é descartável. Gente é o bem mais precioso neste mundo físico. Não deixemos nos levar por definições rasas para concluir quem é diferente e quem é normal para conviver comigo, pois no final todos somos NORMALMENTE DIFERENTES E DIFERENTEMENTE NORMAIS.
***
Mateus Feliciano, que é Graduado em Administração, Bacharel em Teologia (Faculdade Teológica Batista de Campinas) e Coordenador da Seara Urbana (recuperação de moradores de rua), e escreve no Blog Pólis Centro.
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3 COMENTÁRIOS

  1. Pastor, boa noite!

    Eu adoro de coração seus artigos, são esclarecedores e edificantes. Mas uma coisa me incomoda, a mania de perseguição que o senhor tem contra o PT. O artigo é totalmente politiqueiro, não faz nem sentido, e politicamente o senhor está equivocado por ser tendencioso.

    O Senhor não é obrigado a gostar do PT, do LULA e da DILMA, é um direito que lhe assiste, mas a forma como fala do partido é preconceituosa e principalmente desnecessária.

    O Senhor até esboçou a palavra Petralha, inventada pelo Reinaldo Azevedo que tem um Blog e é colunista da Revista VEJA, O blog dele e sua coluna foi criado para falar mal, manipular informação e ridicularizar Lula, Dilma e o PT. E o Senhor está pegando carona nisso? Não acredito!

    Logo o Senhor que acho um Pastor diferenciado e que tem contribuído muito para a saúde de nós cristãos protestante… Se deixando influenciar pela política em seu artigo e compactuar com palavras politiqueiras desse porte?

    Sinceramente Pastor, com todo respeito e admiração que tenho pelo senhor, mas acho que neste quesito, devia rever sua escrita. Me perdoe, mas não sei o que foi pior, se o Reinaldo que inventou essa palavra e ou o senhor que reproduziu essa bobagem…

    Finalizo dizendo que eu torcerei pelo Brasil, não por ser PETISTA, pois respeito a opinião dos outros, mas eu discordo, e se entender necessário, posso enumerar os motivos pelos quais torcerei pelo Brasil na Copa.

    E um detalhe: Não tem nada haver com Política, diferente do transmitido pelo Senhor, pois o que entendi é que o Senhor não vai torcer pelo Brasil na Copa, está mais ligado ser uma torcida contra o PT nas eleições em acha que o Brasil vencendo o favoreça o Partido, grande bobagem, os institutos de pesquisas já corroboram essa tese, uma coisa não tem nada haver com a outra, puro MITO.

    Para o referido colunista da VEJA digo: Salve-se quem puder, pois a imbelicidade correrá solta com os cruzados do Reinaldo Azevedo. Inclusive já se percebe que repetem em coro as mesmas babaquices.

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