Cartão vermelho (1)

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81 da série cronômetro

Por José Bernardo

Tenho incentivado a Igreja a evangelizar pregando contra a corrupção nesses dias de grandes eventos esportivos. Através do conhecimento da Verdade a mente das pessoas pode ser mudada e então elas vão ‘jogar limpo’ em suas relações, desde a família e em todas as instâncias da sociedade. A questão é que há muita corrupção para enfrentar dentro da Igreja também, e boa parte dela está relacionada ao trânsito de membros, à infidelidade dos que deixam suas igrejas e aos interesses escusos dos líderes daquelas que os acolhem na ganância do crescimento artificial. Por isso, nos próximos artigos dessa série quero me dedicar a esse tema.

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De modo geral, considera-se que quem saiu da igreja fez isso porque quis. Contudo, se você olhar para o que Jesus disse na noite em que foi traído terá uma ideia bem diferentes. Veja: “Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda para que dê mais fruto ainda.” Jo 15:2. Quando uma pessoa não dá frutos, quando sua vida não produz resultados em si mesma e na vida dos outros, é Deus quem se encarrega de afastar tal pessoa. Por isso mesmo é tão frequente que, antes de se afastar, um crente comece a ‘entregar seus cargos’ e passe por um período de inatividade. Depois ele pode até achar que se afastou espontaneamente da Igreja, mas, na verdade, foi arrancado dali por Deus.

Cada crente deve ser produtivo. É para isso que fomos chamados por Jesus, para dar frutos, que em João 15 são de dois tipos: o fruto do Espírito, o progresso espiritual em nossa própria vida e a transformação de outras pessoas através de nosso ministério. Um pastor que queira manter seus membros deve insistir nisso, que todos estejam produzindo resultados em sua vida pessoal e na vida de outros. Crentes assim agradam a Deus, são verdadeiramente úteis na Igreja e permanecem, apesar das dificuldades.

Se você está em um momento de pouca conexão com sua Igreja, se está até pensando em sair por ai procurando um lugar mais interessante, convido você a fortalecer primeiro sua comunhão com Cristo pela oração e pela Palavra, e depois a assumir sua posição na Igreja como membro produtivo. Faça tudo para não ser cortado da videira verdadeira, para não se tornar um galho de folhas secas, levadas pelo vento ali e acolá. Cuide para não tomar um cartão vermelho e ser expulso do campo. Produza frutos que permaneçam!

José Bernardo é pastor, pesquisador, escritor, estrategista de evangelização e conferencista. Fundou e preside a agência missionária de mobilização evangelística AMME Evangelizar.

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10 COMENTÁRIOS

  1. José Bernardo, seu texto é típico de um neófito, um pudico ingênuo. O texto bíblico que cita e a igreja que fala não são corretos, mais um daquelas interpretações convenientes e convincentes só para os desinformados.
    O homens da igreja evangélica que pensam a igreja no geral são moles e chorões.
    Evangelho está ai, está dito, está consumado e textos como o seu são chatos, repetitivos e ingênuos. Paulo Paulo e Paulo, falam muito de Paulo, mas Paulo foi um cara que não tinha meias com ele, Jesus não tinha meias com Ele. Mas vocês todos ficam nesse chororo e bla bla bla.
    Que canseira, fala sério.

  2. E quando você é convidado a ir embora? Sendo acusado de fazer mais trabalhos fora das paredes da igreja.
    Nem todos os cristão se "vendem" por valores deturpados e por justificativa de seus pecados. Somos povo de Deus e vivemos em obediência, que não é sinônimo de abuso eclesiástico.

  3. Cartão vermelho para este BLOG que não publica opiniões contrárias. Já fui barrado aqui outras vezes. Triste ver um blog que não aceita outra opinião. Não ofendi ninguém. Só coloquei minha opinião contrária. Mas aqui não pode. Os cardeias da moral e do legalismo não gostam de ouvir o outro lado. Triste, muito triste…

  4. Está uma canseira estes blogueiros criticarem os "desigrejados" e ainda com passagens bíblicas interpretadas para conveniência deles como fazem os profetas da teologia da prosperidade. Você disse do fruto das igrejas. Quais são estes frutos? Te respondo. Egoismo, egocentrismo, orgulho, soberba, hipocrisia, analfabetismo bíblico e teológico, criam-se neófitos e fariseus que barganham com Deus querendo em tudo levar vantagem. É mais um que defende seus interesses. E quem também nos garante que os pregadores de hoje não são os mesmos fariseus hipócritas que Jesus Cristo não combateu quando esteve entre nós?
    PS. Já tive comentários barrados também sem ofender ninguém moralmente, apenas por combater heresias e idiotices.

  5. Neófito é alguém incapaz de pensar biblicamente, que acha que pode dar sua própria e particular interpretação ao texto bíblico. Quem não produz frutos não é igreja. Ninguém é igreja sozinho. A institucionalização das relações da Igreja são acessórias – uma igreja ter endereço e CNPJ não a desmerece, exceto para os 'bicho grilo' que acham que Jesus era um che guevara do judaísmo. Opiniões contrária a Bíblia poderiam sim ser eliminadas para evitar a vergonha de quem as dá. Ai estão publicadas para seu próprio prejuízo. Mais alguma idiossincrasia?

  6. O que quase sempre se chama de igreja não é nada além de religião.
    Quando Jesus disse, "está consumado" o véu se rascou de cima para baixo.
    Eu aceito o que está na bíblia mais que os teólogos, pois os teólogos ou os que são capazes de pensar biblicamente já se enfadaram de tantos textos bíblicos e perderam a simplicidade.
    Vocês deviam guardar o sábado e fazer careta pra um lombinho assado ao invés de ler a bíblia como sua própria e particular interpretação os conduz e não dizer que bobagens.
    Escrevam textos espirituais e menos organizacionais. Ou será que já esfriaram com o poder da palavra?

  7. Prezado Paulo Sales, seus comentários exigem uma abordagem bíblica mas não o fazem, não são bíblicos. O texto que você critica, porém, expõe o texto de João 15 e exige sua prática. Não há como ser mais bíblico do que se baseando apenas nas Escrituras sagradas. Seus comentários, ao contrário, são um rosário de reclamações marcadas por indisfarçável rancor contra a autoridade. Se você ama a Palavra de Deus faça como esse artigo, baseie o que você diz na Palavra de Deus.

  8. eu não critico João 15 amigo, critico o vinculo ao que você chama de autoridade como sinônimo de um crente produtivo, critico o fato da igreja ser colocada como meio único para o crente ser aceito por Deus. Pense o que quiser de mim. Eu fiz referencias a seu texto não a seu perfil, novamente pense o que quiser não me importo, afinal você da o tom que deseja ao que eu escrevo, fique a vontade.
    Se discursos como os que vejo tanto por aqui fossem eficazes a religião evangélica não iria tão mal. Há bons frutos na igreja, não duvido, como fora dela também tem, porém a religião evangélica insiste em valorizar a igreja em detrimento do ensino. Se o espirito não fizer a obra em mim ou em você quem fará, as igrejas, a religião, a autoridade pastoral?
    To cansado de ver interpretações e desvios bíblicos em nome de autoridades de igreja no estilo escrito acima e outros tantos. Jesus cansou de ir para a porta do templo dizer que as coisas não eram bem assim, e disseram que ele tinha demônios. Na vida social, profissional e espiritual principalmente coisas assim se repetirão, e repetirão, até o fim.
    Se não sou rancoroso sou ignorante, ou rebelde, ou nada bíblico ou qualquer coisa que queira de quem discorda da estrutura estupida que o mundo criou e chama de cristianismo religioso.

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