Índios acusam pentecostais de satanizar suas culturas e invadirem seus territórios

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A matéria ao invés de me alegrar, trouxe-me tristeza. De fato, precisamos levar a mensagem de Cristo às nações, mas isso não significa violência cultural!
Fazendo uma ponte com o vídeo acima, lembrei-me de um texto do missionário Ronaldo Lidório “O Cenário Indígena Brasileiro e a Atuação Missionária Evangélica” onde na parte do texto abaixo ele comenta sobre a necessidade da preservação cultural de um determinado povo indígena, a começar da questão linguística. Que no nosso evangelismo não represente a castração da beleza de uma determinada cultura. Caminhemos para a redenção dela, e não sua aniquilação:
Precisamos perceber que a perda lingüística está associada a perdas culturais irreparáveis como a transmissão do conhecimento, formas artísticas, tradições orais, perspectivas ontológicas e cosmológicas. Perde-se também a ponte de comunicação para um pleno entendimento do evangelho. No processo de perda lingüística e migração para o Português, os grupos indígenas normalmente passam por um processo de adaptação quando não possuem mais fluência na antiga língua materna e também não aprenderam o suficiente do novo idioma, para uma comunicação mais profunda. Este é um momento de perigo e perdas quando a identidade indígena é auto-questionada, seus valores substituídos e, sobretudo, seu poder de comunicação diminuído. A presença missionária catalogando, analisando e registrando a língua indígena a valoriza perante seu próprio povo e abre caminho para sua preservação. O evangelho, assim, não apenas responde os questionamentos da alma mas contribui para a sobrevivência cultural. [Ronaldo Lidório]
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Púlpito Cristão.

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