Crescimento evangélico estimula mercado de consumo e religião

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Algumas Igrejas desenvolveram estruturas empresariais e planos de carreira; outras lançaram até cartões de crédito
Matéria da ISTOÉ

O crescimento dos evangélicos no Brasil, em especial no ramo pentecostal, provocou mais do que mudanças religiosas: fortaleceu um mercado econômico, que chama a atenção tanto de igrejas como da iniciativa privada. De seu lado, as igrejas criaram estratégias de negócios. Algumas desenvolveram estruturas empresariais e planos de carreira; outras lançaram até cartões de crédito. E diversas montaram grupos e reuniões em que estimulam os fiéis a abrir negócios próprios e sanar suas finanças, com base na Teologia da Prosperidade – movimento que prega o bem-estar material do homem.

“Passava uma vida de miséria, comendo carcaça de frango”, conta uma frequentadora da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), acrescentando que, depois que começou a assistir às “reuniões da prosperidade” semanais da igreja, “as portas começaram a se abrir”. O depoimento é exibido pela própria IURD no YouTube. Em outro vídeo, um fiel diz que seus negócios não deram certo até ele entrar para o culto. Depois de “sair das trevas”, ele comprou “quatro, cinco casas”, onde cabem “sete ou oito carros”.

“A igreja é um local de ritos, mas hoje também um espaço de trocas e bens simbólicos”, diz Leonildo Silveira Campos, do departamento de Ciências Sociais e Religião da Universidade Metodista. “É voltada a pessoas cada vez menos preocupadas com questões transcendentais, e sim com o aqui e o agora. Para o novo pentecostal, o dinheiro não é para ser acumulado como previa a ética protestante, mas para comprar o carro e o apartamento novo. Para se inserir no mercado de consumo.”

Igrejas e empresas respondem a isso com produtos, que incluem cartões de crédito (emitidos pelas igrejas Internacional da Graça de Deus e Assembleia de Deus) e lançamentos constantes. A rua Conde de Sarzedas, no Centro de São Paulo, se especializou em atender consumidores cristãos. Ali, é possível comprar de bíblias segmentadas a CDs, jogos de tabuleiro com temas bíblicos e pacotes de turismo para Egito e Israel.

Público fiel

“É um lugar onde as pessoas sabem o que querem consumir. É um público fiel”, diz a cantora e apresentadora Mara Maravilha, que, há 15 anos convertida à fé evangélica, tem uma loja onde vende seus CDs e DVDs gospel na Conde de Sarzedas. Daniel dos Reis Berteli, 29 anos, da Igreja Nazareno do Brasil, comprava livros, roupas e CDs evangélicos em uma loja ao lado. “Antes, não tínhamos essa variedade de livros”, diz. “Há uns 15 anos, minha mãe fazia lembrancinhas religiosas com cartolina. Hoje, está tudo mais profissional.”

A percepção de que o setor caminhava rumo à profissionalização levou Eduardo Berzin Filho a promover a feira ExpoCristã, realizada há dez anos em São Paulo. Ele diz que a edição de 2010 atraiu 160 mil visitantes e expositores como editoras, gravadoras gospel, empresas de mobiliário para igrejas e até consultorias de gestão de templos.

O mais claro exemplo pentecostal de estratégia de negócios vem da Igreja Universal do Reino de Deus, que diz ter presença em mais de cem países – mais do que qualquer multinacional brasileira. A IURD montou uma estrutura empresarial que faz de seus pastores “profissionais da religião, com metas de atração e conversão de fiéis, de arrecadação (de dízimo) e de ampliação de recursos”, afirma Ricardo Mariano, professor da PUC-RS e autor de um livro sobre a Universal.

Para os pastores, diz Mariano, “existe quase um plano de carreira, que permite que eles passem para congregações maiores, vão para outros países e participem de programas de TV” se baterem as metas. A IURD e outras seguem “os principais preceitos do marketing: preço, publicidade, praça (localização de templos) e produto”, opina Mario René, professor de Ciências do Consumo na ESPM e doutor em teologia prática.

Os especialistas ressaltam que há traços de profissionalização e mercantilização também em outras religiões – só que eles estão mais evidentes nas pentecostais e neopentecostais por conta de sua exposição midiática e do próprio crescimento dos evangélicos no Brasil. Segundo o estudo Novo Mapa das Religiões, da FGV, os evangélicos representavam 20,2% da população brasileira em 2009, contra 9% em 1991. Boa parte se concentra na emergente classe C. Os pentecostais são por volta de 12% da população, mas, segundo estudo prévio da FGV, respondem por 44% das doações feitas às igrejas.

Doações

Agora, além de solicitar “ofertas” para continuar a “obra de Deus”, a Igreja Universal pede contribuições para financiar o Templo de Salomão – versão brasileira de um histórico templo em Israel. Em um culto recente da igreja em São Paulo, o pastor exibia aos fiéis um vídeo sobre o templo, que está sendo erguido na Zona Leste da cidade e custará R$ 350 milhões. “Os (doadores) terão seus nomes colocados nas 640 colunas do templo”, diz o pastor, pouco antes de serem entregues envelopes para doações. “O bispo disse que um homem doou R$ 200 mil. Se você não pode R$ 200 mil, pode mil, pode R$ 500. Doe de acordo com a sua fé.”

Alguns fiéis apoiam o pagamento do dízimo e doações desse tipo como forma de dar continuidade ao trabalho religioso. Mara Maravilha, fiel da Universal, é uma delas. Para a cantora, quem não paga a contribuição está “roubando de Deus” e “se o pastor vai fazer certo ou errado (com o dinheiro), isso não cabe mais” ao fiel. “Graças a Deus que se abrem muitas igrejas. É melhor do que abrir botequim”, afirma Mara. “A gente, por mais que dê, nunca vai conseguir dar mais do que Deus nos dá.”

Ela também rejeita as críticas de mercantilismo. “Os produtos têm efeito que não tem dinheiro que pague para uma pessoa sem esperança. Antes, eu vendia até revista masculina. Hoje, vendo a palavra de Deus. Estou errada hoje ou estava antes?”

Perigo

A executiva Márcia Félix, 37 anos, fiel da Igreja Quadrangular, tem opinião semelhante. Afirma que sua igreja incentiva seu crescimento e a realização de seus sonhos e que o eventual enriquecimento de pastores não a incomoda. “Busco primeiro o Reino de Deus e sua justiça”, argumenta a fiel evangélica. “Se tem quem rouba, é cada um com Deus.”

Já Daniel Berteli, frequentador da Conde de Sarzedas, diz que considera a visão empresarial da religião “perigosa”. “(Algumas igrejas) têm deixado o princípio de servir e viraram indústria.” O limite para a atuação das igrejas é difícil de definir, levando-se em conta que é tênue a linha que separa consumo e religião.

“Não temos um compartimento mental para a religião”, diz Mário René, da ESPM. “Todos buscamos sentido, que pode ser atingido por espiritualidade, responsabilidade social, esoterismo e até pelo consumo.” René avalia ainda que, hoje, a prática comercial é praticamente inerente ao processo de angariar fiéis para uma determinada crença. “Posso abrir uma igreja com praticamente nada. E daí, o que eu faço? Preciso de uma estratégia de marketing para ter sucesso, então vou procurar um pastor carismático e assim por diante”, diz o pesquisador.

Para Ricardo Mariano, da PUC-RS, a questão é se a narrativa do apelo à prosperidade terá força no longo prazo. “Se a solução para os problemas (dos fiéis) é pontual, como engajá-los por um longo período? Isso não foi resolvido ainda.”

***
Divulgação: Púlpito Cristão

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26 COMENTÁRIOS

  1. O principal problema aqui é que o que chamam de "Mercado", Jesus chama de Igreja e a Bíblia de Corpo de Cristo. Ou será que o que chamam de "Mercado" não é nenhum nem outro?

    P.S Leo, como é que faz para acompanhar os comentários?

    nEle

    Ielton Isorro
    clamandonodeserto.blogspot.com

  2. Prezados,

    Fico triste quando vejo os supostos "cristãos" mais preocupados com o aqui e o agora do que com a eternidade. Querem mais o TER do que o SER uma nova criatura.

    Como disse Eugene Peterson, pastor e escritor americano, já não se prega mais a respeito do céu porque as igrejas estão mais preocupadas em "ficar e prosperar na terra." Preocupadas em desfrutar da herença "agora" e ainda em vida do que aguardar a "eternidade com Cristo."

    Apóstolo Paulo disse: "Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra." (Cl.3.1,2)

    É revoltante como esse pseudo pastores deturpam a Palavra de Deus, mas o mais revoltante é como esse povo cai nessa lábia maldita e se deixa enganar. A verdade é que a grande maioria não leem a Palavra e se deixam guiar e dominar pelo que assistem na tv e nas "igrejas de Gezuiz".

    Chegará o dia que irá se perguntar quem foi Jesus e o que ele fez pela a humanidade, iremos ouvir, "me dar um emprego novo, um carro novo, uma casa nova e uma viagem nas férias"!!!!!!!

    Maranata, óh Senhor!!!! Tenha misericordia da sua Igreja!!!

  3. É assustador esse tipo de reportagem! Vivemos em um país com tanta desigualdade social, com tanta injustiça, violência assustadora, políticos alheios as necessidades do povo. E a "igreja" do Senhor, o corpo de Cristo, que deveria acalentar o desesperado, dar água ao sedento, comida ao faminto, mostrar o caminho da salvação aos perdidos. Mas não é isso que está acontecendo! A grande maioria está mais preocupada, em bater suas rídiculas metas de conquistas e consolidação. Fico com Oséas 4:6, estamos sendo destruídos por que nos falta o conhecimento.

  4. O crescimento evangélico está aumentando o tráfico de bençãos que não tem nada haver com o que Jesus disse em Mt.10:08, e sim com as bizarrices da maldita teologia da prosperidade, uma ação do mesmo espírito q envolveu Geazi "Tt 01:11".
    Um festival de absurdos e showzinhos carnais, patrocinados por homens que nem foram chamados por Deus, mas, um orgasmo desenfreado por dinheiro e riquezas "Mamom".
    As estastisticas mostram um número de evangélicos, mas não mostram os de convertidos e lavados no sangue de Cristo.Será que Deus está feliz com quantidade e não mais com a qualidade que tem sido um desastre desenfreado?

  5. É triste pensar que pensadores seculares estão constando o óbvio que muitos crentes não conseguem ver: as igrejas estão se tornando industrias prestadoras de serviço.
    Então de acordo com a Mara é melhor vender a palavra do que revistas masculinas? Ela trata a palavra de Deus como se fosse um produto a ser comercializado!
    Eu não tenho nem palavras pra expressar a minha indignação com o que essas pessoas estão fazendo com o evangelho!

  6. A maior jogada de marketing gospel que eu já vi, apesar de não parecer, foi aquele simbolo fé com a espada servindo de acento agudo. Tem o mesmo peso da santinha envolta no terço que se ve na maioria dos carros dos católicos e afins. A idolatria é algo inirente ao ser humano, é um dos pontos criticos a ser vigiado com mais atenção. Denominações trabalham essa "dificuldade" humana, desenvolvendo paixões por nomes, siglas, simbolos, templos, doutrinas, lideres e segmentos religiosos em geral. Eu só não via AINDA, histeria nos shows gospel, porque AINDA seria criticado, mas não vai demorar a acontecer.

  7. Não é de hoje que percebi essa VERDADE: A FÉ É UM COMÉRCIO. E assim tem sido. Pode até demorar, mas muitos ainda irão enchergar essa verdade. E que o autor do post saiba que a igreja dele não é diferente. Podem querer inventar e desmentir, mas o desejo de comercializar a Palavra de Deus é de todos. Senão porque tantas igrejas numa mesma rua, num mesmo bairro, se Deus é um só. É como abrir duas padarias na mesma rua: Concorrência. Me engana que eu vou continuar "adorando"…

  8. Dando continuidade que o prezado irmao Ronaldo citou em seu comentário e tem algo ainda mais malféfico em tudo isso. A inversão de valores. Por não conhecerem as escrituras, muitos em vez de defender a verdade do evangelho dentro das Escrituras, sai em defesa desses homens corruptos e enganadores que trocam a verdade pela mentira, os quais, usam de todas armas para enganar a multidão e fortalecem seus imperios. Alerta a todos que assim procede. A Quem irão recorrer no dia do juizo, naquele dia em que todos irão que comparecer ao Tribunal de Deus? Vão apelar para quem? Para eles? Para aqueles que vos enganaram com toda sorte de mentiras e proezas. Portanto, busquem a Deus de todo o seu coração e se aparte do mal, porque ainda é tempo de reconciliar. Defendam Jesus Cristo, Sua Graça, A Palavra que é a Verdade. Isso sim vale a pena defender e lutar porque fora disso são as loucuras dos homens e a perdição eterna. Não dá mais para brincarmos como meninos, o tempo está remindo e Jesus está às portas para vir buscar os remidos da invisivel igreja, aquela cuja, não tem placas, não tem paredes, mas tem um nome: A NOIVA DO CORDEIRO.

  9. Eu desisti da minha "carreira" de pastor, hoje eu sou apenas servo e vivo somente eu , minha esposa e meu filho. Igreja na terra, acabou sobraram apenas empresas eclesiasticas. É um desastre ESSES HOMENS SE VENDERAM POR LIXO, E NA MINHA OPINIÃO QUEM SE MISTURA COM ELES E AINDA FINANCIAM ESSAS OBRAS, SÃO IGUAIS A ELE.

  10. Estou cada vez mais confiante que os culpados de toda essa parafernalha somos nós. Pregamos um evangelho para o aqui e o agora, pregamos o Amor e esquecemos da Justiça e Ira de Deus. Faço essa generalização, pois vejo que é um problema não de uma denominação, mas de muitos, se não da maioria de, cristãos.
    O que esta faltando são pessoas que preguem esse tipo de evangelho, o verdadeiro. E este evangelho é o que promove arrependimento e conversão genuína. Pois após entender que todos somos pecadores e vamos pro inferno, e só pela Graça de Deus podemos experimentar de VIDA eterna, ai sim seremos realmente lavados no sangue. Não que não possa haver crentes nestes cultos citados na matéria, porém eles não enchergam a real verdade.
    Oro para que Deus desperte em nosso coração a busca pela verdade, que é a Bíblia. Que a partir dela possamos pregar o verdadeiro evangelho, e assim cumprir a ordenança de Cristo.

  11. Culpa de todo esse "mercantilismo" é da "tradicional igreja protestante" que não aplicou o evangelho para uso no dia a dia do fiel. Todos temos necessidades físicas e econômicas, ninguém deve "viver só para" mas também para. O apóstolo Paulo teve que fazer barracas para viver, não foi ? Fora outros exemplos.
    Ninguém em sã consciência quer viver debaixo da ponte, em condições sub humanas, viver um vida miserável. Nunca as igrejas tradicionais explanaram aos fiéis a questão riqueza/dinheiro/prosperidade X evangelho prático. Digo isso porque desde a mais tenra idade vivi dentro de algumas, que nunca "colocaram" no púlpito este assunto.
    Quando as pessoas tem oportunidade de consumir algo, vão e compram. Só para lembrar que quando o país estabilizou sua moeda, o "pobre" começou a consumir frango e iogurte e isso, a princípio não é consumismo sem sentido.
    Os exageros são condenáveis pois não estamos vivendo só para consumir, mas vivendo com sentido para Cristo, que quando o povo teve fome, proveu comida material e não suprimiu a fome com apenas um movimento de mãos, e que até poderia ter feito.
    Tudo tem que ter um sentido, sendo Cristo o único sentido.

  12. Fico muito triste em ver essa situação, o amor a Deus e a Jesus está esquecido nos cultos, amar ao próximo como a si mesmo então, jamais, primeiro os bens materiais.
    Há mais ou menos um mês fui ao um culto na igreja da Graça, sempre tive curiosidade de conhecer. Que decepção! O pastor colocou vários baús no púpito e começou a pedir dinheiro… só não saí naquele instante por pura educação. Obreiros levando MÁQUINAS DE CARTÃO DE CRÉDITO PARA OS FIÉIS DAREM AS OFERTAS, mas parecia uma loja!!!
    Que vergonha. Ainda bem que o Senhor conhece o coração de cada um e sabe quem faz parte disso e quem não faz.

  13. Estas "igrejas/empresas" funcionam +/- como uma "pirâmide da sorte"(?). Os primeiros do topo, levam uma $bolada$, se forem aptos no convencimento… Os demais?; bem, aí já é uma "loteria"!; quem tiver um pouco de sorte, leva alguma "migalha", com o "serviço de consultoria" prestado pelos "bispos/consultores" – O Macedo, parece que se especializou nisto – Agora, os que fazem parte da "base piramidal", que são a maioria, pagam toda a conta, e assim se realiza este "milagre" de multiplicação, somente para alguns "felizardos"… Lamentável!!!.
    Esta "Mara" é de "amargar" mesmo!; deve estar colhendo os seus dividendos, para soltar uma"pérola" desta!!!. Quer dizer que, se os "líderes" enriquecem absurdamente, a olhos vistos, as custas da igreja, devemos fechar os nossos olhos e dizer amém???. Só pode estar de zombaria!!!.
    Estão denegrindo o Evangelho do Senhor Jesus…

  14. EVANGELHO S/A
    BUSINESS GOSPEL

    QUALQUER DIA ,COMEÇARÃO AS CONSTRUÇOES DE NOVOS HOSPICIOS!PORQUE É PARA LÁ QUE VÃO AQUELES QUE FAZEM O MESMO QUE O IRMÃO AO LADO E NÃO COMPRAM UMA MANSÃO,VARIOS AUTOMOVEIS,BARCOS,AVIÕES,NÃO VIAJAM PARA OS EUA E PARA EUROPA.
    ESTAS PESSOAS NÃO ESTÃO SENDO ESTIMULADAS A PROSPERIDADE E SIM COMPELIDAS A UMA BUSCA DO OURO.

  15. Meninos,

    Olhando friamente esta brincadeira começou com o dízimo. Ou nós nos esquecemos que em Malaquias está escrito que ao não entregar o dízimo somos ladrões de Deus e que ao dizimar há uma benção contra os gafanhotos. Este é o resultado da mentira que plantamos. Acredito, piamente, que o dízimo foi uma prática para o antigo testamento e que não haveria problemas em aplicar esta ordenança no novo pacto. Porém, a motivação foi trocada, passamos a dar o dízimo com medo das retaliações e esquecemos a verdade do AMOR, que o nosso PAI ama a quem dá com alegria e com liberalidade.
    Bem, e quando Deus detém o migrador, o cortador… ELE consente que eu seja consumista ou acumulador. Quando o NT abominou ambas as práticas!!
    Paz e Graça!!!

  16. Estou estupefato com a preocupação de um órgão da imprensa em mostrar só o lado podre dos evangélicos.
    Gostaria que apresentassem o que JESUS FAZ, sem cobrar NADA. Essa maneira de jogar lixo em ventilador e não na lixeira, faz-nos pensar que o quarto poder, como é chamada a imprensa venha estrapolar direitos ouvindo só opiniões de um lado e para constatar fatos é necessário mostrar o negativo, entretanto ouvir o que é positivo e edificante para que o leitor da imprensa escrita ou ouvinte forme u,ma OPINIÃO na imprensa falada e da mídia em geral, para que um juízo seja mais balanceado.
    Isto mostra a preocupação do órgão da imprensa com o sucesso-aparecendo de uma maneira ou outra-dos evangélicos. Será que existe alguma idéia por traz? Será que tem Política no meio? Será bom a bancada evangélica da camara, senado e a Associação Brasileira de Imprensa observar as linhas e entrelinhas das reportagens que trazem polêmicas e as que mancham àqueles que estão levando a sério o trabalho evangélico, político, e outras matérias.
    Estranho a reportagem! Sei que talvez, devido a matéria questionadora que escrevo, esse comentário pode não ser publicado. Será que tem interesses escusos nessa revista ou ainda carregam as forças ocultas desde Janio Quadros até hoje com nome diferente? Espero que a CNBB tome conhecimento dessa lástima escrita e acompanhe seu lado ético de Imprensa e sua incopetência eclesiástica.

  17. Observando as resposta dessa matéria, observei que alguns estão sem conhecimento de causa e escrevendo por emoção; outros tendo um conhecimento fraco com opiniões dúbias.
    Observando a respeito de doações, elas não são imposta e sim feita através do LIVRE ARBÍTRIO; doa quem quer. Tem pessoas que doam para outras instuições e estas não são criticadas, nem tampouca as instituição que recebem. Doações para partidos políticos e outros tipos de doações! Porisso quem doa; doa se quiser!
    Concernente à chamada " brincadeira " que começou com o dízimo, se isso é brincadeira, o sr. que assim escreveu é desinformado. Pois a Igreja Católica e as Igrejas Luteranas, explicam com clareza a respeito da seriedade dêle. Nunca foi ensinado a respeito de quem paga o dízimo e o que não paga. Observemos os tributos. Se não for pago, a demora do benefício é maior. Observem a gerência do Imposto de Renda. A motivação só é trocada por aquêles que não tem conhecimento da Palavra de Deus, e formam opiniões sem consulta-la e estuda-la. É parecido com o Advogado que expõe um fato sem estudar a consistência do Processo Penal e Processo Civil. A formação de uma opinião tem um caráter informativo e quem informa não denigre. Deus não consente que a pessoa seja consumista. A Biblia Sagrada ensina para que não se deva coisa alguma, sòmente o amor. Os estudiosos da Bíblia Sagrada, não observam sòmente o Livro do Profeta Malaquias, mas uma constante num estudo a respeito do Dízimo, Ofertas Alçadas e Doações. Deve-se tomar um cuidado para não omitir opiniões infudada. Não se deve olhar de maneira fria, porém com uma análise profunda a rsepeito do assunto. Para deter o migrador e a anulação de tal prática, deve-se estudar de maneira certa, pois um txto sem contexto vira um pretexto. É de se admirar a revista aceitar a mediação de um texto VIOLADO ou INCOMPLETO. A imprensa que julgue e para julgar há a necessidade mostrar um lado e o outro para que não aja confusões.

  18. Na verdade o dízimo era muito importante na antiga aliança, assim como poderia ser na nova,(embora nenhum dos discipulos de Jesus tenha mencionado tal ato, se mencionou por favor me corrijam); porém os novos cristãos fizeram uma pequena troca , mantimento por dinheiro. Nós sabemos que não era permitido dizimar em moeda corrente, mas mesmo assim 90 e tantos % das igrejas lutam contra essa norma de Deus e recebem tais dízimos em dinheiro. É uma pena ver tanta gente morrendo de fome, e enquanto isso os "profetas de deus "preocupados com riqueza.

  19. É verdade, doa quem quer, e isso não é crime, e é certo que as pessoas sejam livres para dar. Também noto que aqueles que criticam as contribuições Às igrejas calam-se a respeito de contribuições a outras organizações. E calam-se a respeito do dinhero que nos é tomado pelo estado, e entregue a contribuições que nós não quereriamos apoiar. Entretanto, não é crime criticar. E penso que é uma boa atitude cristã criticar no bom sentido, estimulando as pessoas a serem prudentes e criteriosas com o uso de seu dinheiro.

    Quanto ao dízimo, qual dos apóstolos ensinou sobre ele? Yeshua falou sim de dizimo, mas a judeus, dentro de um contexto judaico. Nunca, em todo o NT, as ofertas às igrejas foram chamadas de dízimos.

  20. Penso que devemos ser criteriosos.

    É boa e lícita a crítica INTERNA à falta de critério de alguns de nossos irmãos, na contribuição com os ministérios. É justa e boa a crítica INTERNA ao uso indevido ou despótico do dineheiro das contribuições.

    Mas é tolice imaginar que a CRÍTICA EXTERNA seja neutra ou isenta. Nunca se vê um só estudo a respeito da forma como ocorre a arecadação de dinheiro por "ministros" espíritas, por exemplo. E nunca se vê uma crítca, em veículo de grande circulação, ao dinheiro que, tomada pelo estado, é dado a instituições que o povo não deseja sustentar.

    Sejamos sóbrios em tudo, na percepção dos erros de nossas instituições, mas também na prudência de não nos tornarmos caixa de ressonancia de gente que odeia o evangelho.

  21. Uma coisa que parece particularmente ofensiva é a réplica do primeiro Templo. Qual o sentido disso? As pessoas não se perguntam isso? É triste haver quem apoie. Como estão cegos!

    Já há algum tempo, a IURD vem mimetizando os simbolos judaicos. Essas coisas foram dadas, no seu tempo, pelo Eterno ao povo judeu, para que fossem um testemunho a todas as nações da terra. Essas imitações parecem uma ofensa a símbolos que foram realmente criados como sagrados. Haverá uma imitação do Lugar Santo? Ele representa a presença do Criador entre os homens. É um símbolo do Espirito Santo habitando dentro dos que creem. Qual o objetivo? Zombar dos judeus? Zombar dos cristãos? Zombar do próprio Criador? Zombar do seu Espírito.

    Sinceramente, isso parece aquilo que está escrito sobre o anticristo: Se assentará na casa de Deus querendo parecer Deus.

    Será que não é um espírito de anticristo que está incitando um ladrão a construir a réplica do Templo.

  22. Quanto aos livros e CDs "gospel", bom seria se as pessoas lessem boa literatura. Mas olhado os títulos e autores mais vendidos, dá vontade de chorar. Dos CDs digo a mesma coisa, que nível baixo o da música "evangélica" atual. Não consigo entender como as pessoas podem gostar de coisas tão ruins. Em termos de qualidade, é tão ruim como a música "profana" brasileira atual.

    Mas, cada um é livre para comprar o que quiser. Seria obrigação dos pastores discutirem os temas com mais profundidade, de forma que o povo não se deixasse levar por autores ruins ou mesmo falsos cristãos. Mas os próprios pastores são, em sua maioria, rasos. E aqueles que querem "ser profundos" geralmente são adptos das "modas teológicas" e subordinam seu entendimento das Sagradas Escrituras às filosofias do mundo. Podemos não ter chegado ao fundo do poço, mas nos apressamos em chegar lá.

  23. É mais o dizimo não era dinheiro e era pra cuidar do levitas que não tiverma herança em terras e tinha o compromisso de cuidar da casa de Deus, mas hoje em dia o que vemos?? a igreja virou um latifundio bancario!! E como o dizimo é coisa do VT e coisa da lei eu não dou um centavo de dizimo e não venham me dizer que não vou ser abençoado!!

  24. As igrejas viroaram um latifundio bancario!! E como o dizimo é coisa do VT e coisa da lei eu não dou um centavo de dizimo e não venham me dizer que não vou ser abençoado!!

  25. eu acho se e nosso direito da 10% de tudo que ganhamos e direito deles converte 10% de que arrecadao em alimentos para quem nessecitam ae sim e obra que agrada a deus .

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