A nova reforma protestante

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Por Ricardo Alexandre

Matéria publicada na Revista Época

Rani Rosique não é apóstolo, bispo, presbítero nem pastor. É apenas um cirurgião geral de 49 anos em Ariquemes, cidade de 80 mil habitantes do interior de Rondônia. No alpendre da casa de uma amiga professora, ele se prepara para falar. Cercado por conhecidos, vizinhos e parentes da anfitriã, por 15 minutos Rosique conversa sobre o salmo primeiro (“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios”). Depois, o grupo de umas 15 pessoas ora pela última vez – como já havia orado e cantado por cerca de meia hora antes – e então parte para o tradicional chá com bolachas, regado a conversa animada e íntima.

Desde que se converteu ao cristianismo evangélico, durante uma aula de inglês em Goiânia em 1969, Rosique pratica sua fé assim, em pequenos grupos de oração, comunhão e estudo da Bíblia. Com o passar do tempo, esses grupos cresceram e se multiplicaram. Hoje, são 262 espalhados por Ariquemes, reunindo cerca de 2.500 pessoas, organizadas por 11 “supervisores”, Rosique entre eles. São professores, médicos, enfermeiros, pecuaristas, nutricionistas, com uma única característica comum: são crentes mais experientes.

Apesar de jamais ter participado de uma igreja nos moldes tradicionais, Rosique é hoje uma referência entre líderes religiosos de todo o Brasil, mesmo os mais tradicionais. Recebe convites para falar sobre sua visão descomplicada de comunidade cristã, vindos de igrejas que há 20 anos não lhe responderiam um telefonema. Ele pode ser visto como um “símbolo” do período de transição que a igreja evangélica brasileira atravessa. Um tempo em que ritos, doutrinas, tradições, dogmas, jargões e hierarquias estão sob profundo processo de revisão, apontando para uma relação com o Divino muito diferente daquela divulgada nos horários pagos da TV.

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Irani Rosique (crédito: Revista Época)
Estima-se que haja cerca de 46 milhões de evangélicos no Brasil. Seu crescimento foi seis vezes maior do que a população total desde 1960, quando havia menos de 3 milhões de fiéis espalhados principalmente entre as igrejas conhecidas como históricas (batistas, luteranos, presbiterianos e metodistas). Na década de 1960, a hegemonia passou para as mãos dos pentecostais, que davam ênfase em curas e milagres nos cultos de igrejas como Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil e O Brasil Para Cristo. A grande explosão numérica evangélica deu-se na década de 1980, com o surgimento das denominações neopentecostais, como a Igreja Universal do Reino de Deus e a Renascer. Elas tiraram do pentecostalismo a rigidez de costumes e a ele adicionaram a “teologia da prosperidade”. Há quem aposte que até 2020 metade dos brasileiros professará à fé evangélica.

Dentro do próprio meio, levantam-se vozes críticas a esse crescimento. Segundo elas, esse modelo de igreja, que prospera em meio a acusações de evasão de divisas, tráfico de armas e formação de quadrilha, tem sido mais influenciado pela sociedade de consumo que pelos ensinamentos da Bíblia. “O movimento evangélico está visceralmente em colapso”, afirma o pastor Ricardo Gondim, da igreja Betesda, autor de livros como Eu creio, mas tenho dúvidas: a graça de Deus e nossas frágeis certezas (Editora Ultimato). “Estamos vivendo um momento de mudança de paradigmas. Ainda não temos as respostas, mas as inquietações estão postas, talvez para ser respondidas somente no futuro.”

Nos Estados Unidos, a reinvenção da igreja evangélica está em curso há tempos. A igreja Willow Creek de Chicago trabalhava sob o mote de ser “uma igreja para quem não gosta de igreja” desde o início dos anos 1970. Em São Paulo, 20 anos depois, o pastor Ed René Kivitz adotou o lema para sua Igreja Batista, no bairro da Água Branca – e a ele adicionou o complemento “e uma igreja para pessoas de quem a igreja não costuma gostar”. Kivitz é atualmente um dos mais discutidos pensadores do movimento protestante no Brasil e um dos principais críticos da“religiosidade institucionalizada”. Durante seu pronunciamento num evento para líderes religiosos no final de 2009, Kivitz afirmou: “Esta igreja que está na mídia está morrendo pela boca, então que morra. Meu compromisso é com a multidão agonizante, e não com esta igreja evangélica brasileira.”

Essa espécie de “nova reforma protestante” não é um movimento coordenado ou orquestrado por alguma liderança central. Ela é resultado de manifestações espontâneas, que mantêm a diversidade entre as várias diferenças teológicas, culturais e denominacionais de seus ideólogos. Mas alguns pontos são comuns. O maior deles é a busca pelo papel reservado à religião cristã no mundo atual. Um desafio não muito diferente do que se impõe a bancos, escolas, sistemas políticos e todas as instituições que vieram da modernidade com a credibilidade arranhada. “As instituições estão todas sub judice”, diz o teólogo Ricardo Quadros Gouveia, professor da Universidade Mackenzie de São Paulo e pastor da Igreja Presbiteriana do Bairro do Limão. “Ninguém tem dúvida de que espiritualidade é uma coisa boa ou que educação é uma coisa boa, mas as instituições que as representam estão sob suspeita.”

Uma das saídas propostas por esses pensadores é despir tanto quanto possível os ensinamentos cristãos de todo aparato institucional. Segundo eles, a igreja protestante (ao menos sua face mais espalhafatosa e conhecida) chegou ao novo milênio tão encharcada de dogmas, tradicionalismos, corrupção e misticismo quanto a Igreja Católica que Martinho Lutero tentou reformar no século XVI. “Acabamos nos perdendo no linguajar ‘evangeliquês’, no moralismo, no formalismo, e deixamos de oferecer respostas para nossa sociedade”, afirma o pastor Miguel Uchôa, da Paróquia Anglicana Espírito Santo, em Jaboatão dos Guararapes, Grande Recife. “É difícil para qualquer pessoa esclarecida conviver com tanto formalismo e tão pouco conteúdo.”

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Miguel Uchôa e bispo Robinson Cavalcanti,
da Diocese do Recife (crédito: Revista Época)
Uchôa lidera a maior comunidade anglicana da América Latina. Seu trabalho é reconhecido por toda a cúpula da denominação como um dos mais dinâmicos do país. Ele é um dos grandes entusiastas do movimento inglês Fresh Expressions, cujo mote é “uma igreja mutante para um mundo mutante”. Seu trabalho é orientar grupos cristãos que se reúnem em cafés, museus, praias ou pistas de skate. De maneira genérica, esses grupos são chamados de “igreja emergente” desde o final da década de 1990. “O importante não é a forma”, afirma Uchôa. “É buscar a essência da espiritualidade cristã, que acabou diluída ao longo dos anos, porque as formas e hierarquias passaram a ser usadas para manipular pessoas. É contra isso que estamos nos levantando.”

No meio dessa busca pela essência da fé cristã, muitas das práticas e discursos que eram característica dos evangélicos começaram a ser considerados dispensáveis. Às vezes, até condenáveis (leia o quadro na última pág.). Em Campinas, no interior de São Paulo, ocorre uma das experiências mais interessantes de recriação de estruturas entre as denominações históricas. A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera não tem um templo. Seus frequentadores se reúnem em dois salões anexos a grandes condomínios da cidade e em casas ao longo da semana. Aboliram a entrega de dízimos e as ofertas da liturgia. Os interessados em contribuir devem procurar a secretaria e fazê-lo por depósito bancário – e esperar em casa um relatório de gastos. Os sermões são chamados, apropriadamente, de “palestras” e são ministrados com recursos multimídias por um palestrante sentado em um banquinho atrás de um MacBook. A meditação bíblica dominical é comumente ilustrada por uma crônica de Luis Fernando Verissimo ou uma música de Chico Buarque de Hollanda.

“Os seminários teológicos formam ministros para um Brasil rural em que os trabalhos são de carteira assinada, as famílias são papai, mamãe, filhinhos e os pastores são pessoas respeitadas”, diz Ricardo Agreste, pastor da Comunidade e autor dos livros Igreja? Tô fora e A jornada (ambos lançados pela Editora Socep). “O risco disso é passar a vida oferecendo respostas a perguntas que ninguém mais nos faz. Há muita gente séria, claro, dizendo verdades bíblicas, mas presas a um formato ultrapassado.”

Outro ponto em comum entre esses questionadores é o rompimento declarado com a face mais visível dos protestantes brasileiros: os neopentecostais. “É lisonjeador saber que atraímos gente com formação universitária e que nos consideram ‘pensadores’”, afirma Ricardo Agreste. “O grande problema dos evangélicos brasileiros não é de inteligência, é de ética e honestidade.” Segundo ele, a velha discussão doutrinária foi substituída por outra. “Não é mais uma questão de pensar de formas diferentes a espiritualidade cristã”, diz. “Trata-se de entender que há gente usando vocabulário e elementos de prática cristã para ganhar dinheiro e manipular pessoas.”

Esse rompimento da cordialidade entre os evangélicos históricos e os neopentecostais veio a público na forma de livros e artigos. A jornalista (evangélica) Marília Camargo César publicou no final de 2008 o livro Feridos em nome de Deus (Editora Mundo Cristão), sobre fiéis decepcionados com a religião por causa de abusos de pastores. O teólogo Augustus Nicodemus Lopes, chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, publicou O que estão fazendo com a Igreja: ascensão e queda do movimento evangélico brasileiro (Mundo Cristão), retrato desolador de uma geração cindida entre o liberalismo teológico, os truques de marketing, o culto à personalidade e o esquerdismo político. Em um recente artigo, o presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas, João Flavio Martinez, definiu como “macumba para evangélico” as práticas místicas da Igreja Universal do Reino de Deus, como banho de descarrego e sabonete com extrato de arruda.

Tais críticas, até pouco tempo atrás, ficavam restritas aos bastidores teológicos e às discussões internas nas igrejas. Livros mais antigos – como Supercrentes, Evangélicos em crise, Como ser cristão sem ser religioso e O evangelho maltrapilho (todos da editora Mundo Cristão) – eram experiências isoladas, às vezes recebidos pelos fiéis como desagregadores. “Parece que a sociedade se fartou de tanto escândalo e passou a dar ouvidos a quem já levantava essas questões há tempos”, diz Mark Carpenter, diretor-geral da Mundo Cristão.

O pastor Kivitz – que publicou pela Mundo Cristão seus livros Outra espiritualidade e O livro mais mal-humorado da Bíblia – distingue essa crítica interna daquela feita pela mídia tradicional aos neopentecostais “A mídia trata os evangélicos como um fenômeno social e cultural. Para fazer uma crítica assim, basta ter um pouco de bom-senso. Essa crítica o (programa) CQC já faz, porque essa igreja é mesmo um escracho”, diz ele. “Eu faço uma crítica diferente, visceral, passional, porque eu sou evangélico. E não sou isso que está na televisão, nas páginas policiais dos jornais. A gente fica sem dormir, a gente sofre e chora esse fenômeno religioso que pretende ser rotulado de cristianismo.”

A necessidade de se distinguir dos neopentecostais também levou essas igrejas a reconsiderar uma série de práticas e até seu vocabulário. Pastores e “leigos” passam a ocupar o mesmo nível hierárquico, e não há espaço para “ungidos” em especial. Grandes e imponentes catedrais e “cultos shows” dão lugar a reuniões informais, em pequenos grupos, nas casas, onde os líderes podem ser questionados, e as relações são mais próximas. O vocabulário herdado da teologia triunfalista do Antigo Testamento (vitória, vingança, peleja, guerra, maldição) é reconsiderado. Para superar o desgaste dos termos, algumas igrejas preferem ser chamadas de “comunidades”, os cultos são anunciados como “reuniões” ou “celebrações” e até a palavra “evangélico” tem sido preterida em favor de “cristão” – o termo mais radical. Nem todo mundo concorda, evidentemente. “Eles (os neopentecostais) é que não deveriam ser chamados de evangélicos”, afirma o bispo anglicano Robinson Cavalcanti, da Diocese do Recife. “Eles é que não têm laços históricos, teológicos ou éticos com os evangélicos.”

Um dos maiores estudiosos do fenômeno evangélico no Brasil, o sociólogo Ricardo Mariano (PUC-RS), vê como natural o embate entre neopentecostais e as lideranças de igrejas históricas. Ele lembra que, desde o final da década de 1980, quando o neopentecostalismo ganhou força no Brasil, os líderes das igrejas históricas se levantaram para desqualificar o movimento. “O problema é que não há nenhum órgão que regule ou fale em nome de todos os evangélicos, então ninguém tem autoridade para dizer o que é uma legítima igreja evangélica”, afirma.

Procurado por ÉPOCA, Geraldo Tenuta, o Bispo Gê, presidente nacional da Igreja Renascer em Cristo, preferiu não entrar em discussões. “Jesus nos ensinou a não irmos contra aqueles que pregam o evangelho, a despeito de suas atitudes”, diz ele. “Desde o início, éramos acusados disto ou daquilo, primeiro porque admitíamos rock no altar, depois porque não tínhamos usos e costumes. Isso não nos preocupa. O que não é de Deus vai desaparecer, e não será por obra dos julgamentos.” A Igreja Universal do Reino de Deus – que, na terceira semana de julho, anunciou a construção de uma “réplica do Templo de Salomão” em São Paulo, com “pedras trazidas de Israel” e “maior do que a Catedral da Sé” – também foi procurada por ÉPOCA para comentar os movimentos emergentes e as críticas dirigidas à igreja. Por meio de sua assessoria, o bispo Edir Macedo enviou um e-mail com as palavras: “Sem resposta”.

O sociólogo Ricardo Mariano, autor do livro Neopentecostais: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil (Editora Loyola), oferece uma explicação pragmática para a ruptura proposta pelo novo discurso evangélico. Ateu, ele afirma que o objetivo é a busca por uma certa elite intelectual, um público mais bem informado, universitário, mais culto que os telespectadores que enchem as igrejas populares. “Vivemos uma época em que o paciente pesquisa na internet antes de ir ao consultório e é capaz de discutir com o médico, questionar o professor”, diz. “Num ambiente assim, não tem como o pastor proibir nada. Ele joga para a consciência do fiel.”

A maior parte da movimentação crítica no meio evangélico acontece nas grandes cidades. O próprio pastor Kivitz afirma que “talvez não agisse da mesma forma se estivesse servindo alguma comunidade em um rincão do interior” e que o diálogo livre entre púlpito e auditório passa, necessariamente, por uma identificação cultural. “As pessoas não querem dogmas, elas querem honestidade”, diz ele. “As dúvidas delas são as minhas dúvidas. Minha postura é, juntos, buscarmos respostas satisfatórias a nossas inquietações.”

Por isso mesmo, Ricardo Mariano não vê comparação entre o apelo das novas igrejas protestantes e das neopentecostais. “O destino desses líderes será ‘pescar no aquário’, atraindo insatisfeitos vindos de outras igrejas, ou continuar falando para meia dúzia de pessoas”, diz ele. De acordo com o presbiteriano Ricardo Gouveia, “não há, ou não deveria haver, preocupação mercadológica” entre as igrejas históricas. “Não se trata de um produto a oferecer, que precise ocupar espaço no mercado”, diz ele. “Nossa preocupação é simplesmente anunciar o evangelho, e não tentar ‘melhorá-lo’ ou torná-lo mais interessante ou vendável.”

O advento da internet foi fundamental para pastores, seminaristas, músicos, líderes religiosos e leigos decidirem criar seus próprios sites, portais, comunidades e blogs. Um vídeo transmitido pela Igreja Universal em Portugal divulgando o Contrato da fé – um “documento”, “autenticado” pelos pastores, prometendo ao fiel a possibilidade de se “associar com Deus e ter de Deus os benefícios” – propagou-se pela rede, angariando toda sorte de comentários. Outro vídeo, em que o pregador americano Moris Cerullo, no programa do pastor Silas Malafaia, prometia uma “unção financeira dos últimos dias” em troca de quem “semear” um “compromisso” de R$ 900 também bombou na rede. Uma cópia da sentença do juiz federal Fausto De Sanctis condenando os líderes da Renascer Estevam e Sônia Hernandes por evasão de divisas circulou no final de 2009. De Sanctis afirmava que o casal “não se lastreia na preservação de valores de ética ou correção, apesar de professarem o evangelho”. “Vergonha alheia em doses quase insuportáveis” foi o comentário mais ameno entre os internautas.

Sites como Pavablog , Veshame Gospel , Irmãos.com , Púlpito Cristão , Caiofabio.net ou Cristianismo Criativo fazem circular vídeos, palestras e sermões e debatem doutrinas e notícias com alto nível de ousadia e autocrítica. De um grupo de blogueiros paulistanos, surgiu a ideia da Marcha pela ética, um protesto que ocorre há dois anos dentro da Marcha para Jesus (evento organizado pela Renascer). Vestidos de preto, jovens carregam faixas com textos bíblicos e frases como “O $how tem que parar” e “Jesus não está aqui, ele está nas favelas”.

A maior parte desses blogueiros trafega entre assuntos tão diversos como teologia, política, televisão, cinema e música popular. O trânsito entre o “secular” e o “sagrado” é uma das características mais fortes desses novos evangélicos. “A espiritualidade cristã sempre teve a missão de resgatar a pessoa e fazê-la interagir e transformar a sociedade”, diz Ricardo Agreste. “Rompemos o ostracismo da igreja histórica tradicional, entramos em diálogo com a cultura e com os ícones e pensamento dessa cultura e estamos refletindo sobre tudo isso.”

Blogueiros se reunem para marchar pela ética evangélica
(crédito: Revista Época)

Em São Paulo, o capelão Valter Ravara criou o Instituto Gênesis 1.28, uma organização que ministra cursos de conscientização ambiental em igrejas, escolas e centros comunitários. “É a proposta de Jesus, materializar o amor ao próximo no dia a dia”, afirma Ravara. “O homem sem Deus joga papel no chão? O cristão não deve jogar.” Ravara publicou em 2008 a Bíblia verde, com laminação biodegradável, papel de reflorestamento e encarte com textos sobre sustentabilidade.

A então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, escreveu o prefácio da Bíblia verde. Sua candidatura à Presidência da República angariou simpatia de blogueiros e tuiteiros, mas não o apoio formal da Assembleia de Deus, denominação a que ela pertence. A separação entre política e religião pregada por Marina é vista como um marco da nova inserção social evangélica. O vereador paulistano e evangélico Carlos Bezerra Jr. afirma que o dever do político cristão é “expressar o Reino de Deus” dentro da política. “É o oposto do que fazem as bancadas evangélicas no Congresso, que existem para conseguir facilidades para sua denominação e sustentar impérios eclesiásticos”, diz ele.

O raciocínio antissectário se espalhou para a música. Nomes como Palavrantiga, Crombie, Tanlan, Eduardo Mano, Helvio Sodré e Lucas Souza se definem apenas como “música feita por cristãos”, não mais como “gospel”. Eles rompem os limites entre os mercados evangélico e pop. O antissectarismo torna os evangélicos mais sensíveis a ações sociais, das parcerias com ONGs até uma comunidade funcionando em plena Cracolândia, no centro de São Paulo. “No fundo, nossa proposta é a mesma dos reformadores”, diz o presbiteriano Ricardo Gouveia. “É perceber o cristianismo como algo feito para viver na vida cotidiana, no nosso trabalho, na nossa cidadania, no nosso comportamento ético, e não dentro das quatro paredes de um templo.”

A teologia chama de “cristocêntrico” o movimento empreendido por esses crentes que tentam tirar o cristianismo das mãos da estrutura da igreja – visão conhecida como “eclesiocêntrica” – e devolvê-lo para a imaterialidade das coisas do espírito. É uma versão brasileiramente mais modesta do que a Igreja Católica viveu nos tempos da Reforma Protestante. Desta vez, porém, dirigida para a própria igreja protestante. Depois de tantos desvios, vozes internas levantaram-se para propor uma nova forma de enxergar o mundo. E, como efeito, de ser enxergadas por ele. Nas palavras do pastor Kivitz: “Marx e Freud nos convenceram de que, se alguém tem fé, só pode ser um estúpido infantil que espera que um Papai do Céu possa lhe suprir as carências. Mas hoje gostaríamos de dizer que o cristianismo tem, sim, espaço para contribuir com a construção de uma alternativa para a civilização que está aí. Uma sociedade que todo mundo espera, não apenas aqueles que buscam uma experiência religiosa”.

[clique para ampliar]


***

Comentário de Leonardo Gonçalves:

O leitor do Púlpito Cristão sabe que não endossamos, sob nenhuma hipótese, o open theism (ou teologia relacional – pintam o poço, mas a água é a mesma) que transparece nos textos do Ricardo Gondim e de Ed René Kvitz, ao mesmo tempo que nos identificamos com Paulo Romeiro, Augustus Nicodemus e Ricardo Agreste, bem como apoiamos a marcha pela ética evangélica, realizada por Paulo e Vera nos dois últimos anos. Somos conservadores em nossa teologia, embora amplamente abertos ao debate cultural e novas perspectivas missiológicas.

Definitivamente não somos um grupo de teólogos liberais querendo modificar o cristianismo; somos cristãos apaixonados que buscam viver e ensinar a essência perdida do evangelho de Cristo. No entanto, a presente matéria é extremamente importante, pois nela fez-se distinção entre a liderança corrupta, mensaleira e vergonhosa, e crentes sinceros – ainda que imperfeitos, demonstrando que nem todo mundo é farinha do mesmo saco-gospel.

Espero (e oro) para que cada vez mais pessoas possam reconhecer essas diferenças, que mais gente entenda que existem pastores honrados, comunidades sérias e crentes pensantes – não intelectualóides, mas pensantes – que estão seriamente preocupados com os rumos da igreja evangélica brasileira.

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92 COMENTÁRIOS

  1. Muito bom Emerson, a palavra chave é Restauração.
    A igreja cristã só cresce, disse cresce, não "incha", com perseguição e o verdadeiro evangelho é aquele que coloca o gênero humano no seu devido lugar, que o leva ao verdadeiro e constante arrependimento.
    Deus tenha misericórdia de nós.

  2. Leo, apz,

    ainda n li a reportagem toda, mas gostei de seu comentário.

    em que pese nossas [saudáveis] divergências, endosso seu comentário e ratifico meu apoio a esse modo de pensar e ver o cristianismo, incluída a crítica e oposição ao open theism.

    estive meio ausente dos comentários, mas não da leitura dos posts, devido àquela celeuma do artigo q comentei sobre manifestações sobrenaturais, lembra? pois é, parecia que alguns leitores nem aceitavam que eu tivesse espaço para expor idéias e pontos de vista, mas tudo bem, faz parte. Todavia, não deixa de ser um desestimulante a novas participações.

    sobre os posts, quero deixar uma crítica que me fizeram, e que aceitei, embora relutante, mas que depois, revelou-se acertada: no envio dos feeds para os leitores RSS, libere para que seja enviado o post por completo, para leitura local, pois muitos leitores têm restrições de acesso ao blog e terminam não podendo ler os textos. É uma sugestão, mas vc não vai se arrepender, garanto, e seus leitores vão agradecer, eu incluso.

    no mais, admiro seu trabalho e continuo leitor, embora, às vezes, de longe.

    sei q é muita pretensão minha, mas ficaria honrado se seguisse meu incipiente blog.

    [ ]s, apz.

    wally, do blog

    Desafiando Limites.

    http://wallysou.com/

  3. eu fiquei um pouco triste e decepcionado com a reportagem: ela jogou TODOS que são contra no mesmo saco, na única coisa que todos discordam: a folia neopentecostal

    de resto, qual grande diferença tem entre Gobdim e Nicodemos!

    o que me deixou chateado é que o Calvinismo, a teologia reformnada, a buisca por nossas raizes históricas e bíblicas, é COMPLETAMENTE ignorada pela revista, e a Revista só se preocupa e exlater o fato de ser contra os abusos dos neo. na verdade, ela quer mesmo dizer "IURD e Malafaia são ruins, não são evangélicos de verdade: olhem só, esses outros tem novas formas de se reunir e de ser cristãos, diferentes desses" tanto que enfatizaram demais a ênfase dos grupos que detestam se identificam como "igreja"

    abraços
    Armando Marcos
    http://www.projetospurgeon.com.br ( quem se interessa por sermões hoje em dia! é mais interessante "paletras" e "reuniões" com devocionais aplicadas com Chico Buarque!

  4. A grande verdade que ninguem comenta, talvez por não conhecer ou por preferir ignorar, é que a atual conjuntura religiosa fora predita por Isaias nas seguintes palavras:

    "E sete mulheres naquele dia lançarão mão dum homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão, e nos vestiremos de nosssos vestidos; tão somente queremos que sejamos chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio". Is 4:1.

    As mulheres da profecia são as atuais igrejas que querem apenas o nome de Cristo, ao passo que rejeitam o pão(doutrina) e vestes(justiça) de Cristo.

    E essa conversa de reforma não passa de mais uma filosofia teologica sem o minimo respaldo Bíblico.

    "Aqui está a paciencia dos santos,aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus" Ap 14:12.

    Otavio leandro

  5. Caro Armando:

    No mundo pasteurizado de hoje, uma revista "secular", mesmo querendo ser "positiva", não publicaria uma matéria sobre os evangélicos de outra forma. Se o fizesse, seria para mostrar o quanto somos "divididos".

    Por isso, devemos lê-la "comendo o peixe e tirando as espinhas". Acho que a ótica do Leonardo foi excelente!

    Só tenho um questionamento, que me surgiu de ontem para hoje. Qual o interesse da revista por trás da matéria? Seria jogar mais uma pá de cal sobre as instituições de maneira geral? Apenas para refletir.

    Abraços!

  6. Bem lembrado, Leo. Há muito a que corrigir, mas uma coisa é certa: se desejamos uma proposta renovadora e de restauro no Protestantismo, alinhando-a com os preceitos originais dos seus idealizadores e em sonoro acordo com as doutrinas bíblicas e com a mensagem cristã genuína, ela deve ser feita integralmente. Sem aditivos.

    Abraços,

    Anderson Faria
    blog Palavr@andante (www.palavrandante.blogspot.com)

  7. Parabéns Leonardo,

    Gostei muito da matéria. No decorrer do texto fiquei preocupado que alguns dos "novos pensadores" são nada mais do que o velho evangelicalismo de tendência "progressista" (que de progresso não tem nada).

    Seu "PS" no final foi importante para separar as diferenças de uma verdadeira reforma.

  8. A matéria é importante e vale reflexão. O último parágrafo do seu comentário, Léo, é o meu sentimento – principalmente no detalhe do "crente pensante", por razões óbvias. Aliás, aproveito para convidar a todos a visitarem o Crentepensate.com.
    A Paz.

  9. O que vemos hoje em dia são raros líderes fazendo AS MESMAS OBRAS que Jesus fazia.

    É muita teoria dita no púlpito e quase nenhuma manifestação do poder de Deus…

    Lamentávelmente…

  10. Tenho que dar gracas, Leonardo, por postagens e esclarecimentos como este. Creio ser esse movimento, um comeco para um novo tempo e para a indentificacao daqueles que nao se "conformaram" com o mundo e que nao aceitaram a reinstituicao da venda de indulgencias, tao comuns nos dias de Lutero.
    O Evangelho da Graca que Jesus sempre apresentou de graca, tem que ser mais forte do que essa corrente de vendilhoes.
    NEle, que morreu para pagar, de uma vez por todas, por nossa liberdade!

  11. Não estará havendo uma confusão de termos?
    Entre igreja (pessoas) e templos (construção de alvernaria) ?
    Ou entre igreja (pessoas) e CNPJ (denominações)?
    Jesus vem buscar templos? Jesus é O Cabeça de templos ou CNPJs?
    Igreja verdadeira é somente a que se constitui sob o carimbo de um CNPJ ou outro tipo de "convenção"?

    Dois ou tres reunidos em nome de Jesus Cristo não é igreja?

    Seria o templo denominacional a "casa de Deus"?

    E o pastor seria o sacerdote da igreja? E teria uma UNÇÃO ESPECIAL para entregar a outros, mesmo na Nova Aliança?

    O que Pedro quis dizer afinal em : "MAS Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo. " 1 Pe 2: 4

    Será que Pedro enganou-se ao afirmar que "Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;" 1 Pe 2: 8

    Teria Pedro se referido a uma classe super especial de lideres ou pastores nos textos acima?

    O pastor de uma denominação qualquer teria mais unção do que um crente comum que "apenas ousou crer" que Jesus é O Senhor e principalmente O Salvador de todos quanto creem Nele?

    Se Jesus é o Cabeça da Igreja (pessoas genuinamente convertidas) e que É O UNGIDO POR EXCELENCIA, o corpo receberia uma unção distinta? A UNÇÃO DO CABEÇA não teria EFEITO sobre o CORPO? Partes diferentes do corpo recebem UNÇÃO ESPECIAL OU DIFERENTE DO RESTANTE DO MESMO CORPO?

    É necessário receber o batismo (em águas, se possível, realizado por um pastor ) em um templo com CNPJ e sob uma "convenção" qualquer para que sejamos salvos? Mesmo tendo crido em Jesus como Salvador? O Batismo em águas mediante a fé, realizado por outro membro não vale?

    1 Pedro 1:8 – Ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso;

    Não estou querendo desprezar a posição do pastor. Este deve ter chamada, carisma, saber servir e não ser servido, cuidar do rebanho e não se assenhorar dele como se este lhe pertencesse, lhe consumindo a lã, o leite e por fim a carne.

    Deve ter consciência de que terá que dar conta desse rebanho ao Sumo Pastor.

    Ou seja, o trabalho de pastor é abnegação e compaixão e não estrelismo, é renuncia e não cobiça, é sofrer pela obra de Deus e não "se dar bem" em função de explorar financeiramente os fiéis.

    Quem não puder se enquadrar nesses parâmetros, por favor PEDE PRA SAIR!

    O REINO DE DEUS AGRADECE.

    http://gilson-contraheresias.blogspot.com/2010/08/confusoes-de-termos-confundindo-igreja.html

  12. há quase vinte e cinco anos lembro-me de que quando eu ouvia os hinos inspirados e que apontava para cristo e sua obra redentora e que fazia um apelo para o pecador ter um encontro com cristo mais ou menos assim:

    Hoje alguém lhe espera de braços abertos
    Quer te abraçar com carinho e muito afeto
    Deixe a porta aberta do seu coração
    Para entrar essa luz meu querido irmão
    Hoje a porta se abre para você
    Hoje Jesus lhe convida pra renascer
    Vem atender o chamado do bom Salvador
    Ele dará liberdade, paz e amor
    Ele morreu lá na cruz por nossos pecados
    Para que o homem pudesse ser perdoado
    Deixa de lado o passado e segue o caminho
    Cristo vai na sua frente não irás sozinho
    Hoje a porta se abre para você
    Hoje Jesus lhe convida pra renascer
    Vem atender o chamado do bom Salvador
    Ele dará liberdade, paz e amor
    (2 vezes)

    mas hoje os hinos e as pregações são totalmente diferentes de alguns anos atrás,cheias confissões positivas,egocentricas e não cristocentricas,direcionado para satisfazer a vontade humana e não um louvor puro e evangelístico direcionado arrependimento e apelo de encontro pessoal com cristo,mas prometendo benção e recompensas,profetizando prosperidade e bens e materiais etc..

    ah!! que saudade daquele tempo onde havia cultos em pontos de pregação e de evangelismo pessoal(risos) sem barganhae, sem trocas de favores,um evangelismo gratuito,vindo céu,com arrependimento e um vida de comunhão com Deus;este é meu desabafo, e fico triste,angustiado de ver que hoje os cristão estão se perdendo da autenticidade de sua missão,Isto é,evangelizar sobre a obra redentora da cruz de cristo, e se entregaram ao comercio da Palavra DE Deus com Palavras fictícias como lembrou o apóstolo Pedro em sua carta, se entregaram a avareza buscando respaldo bíblicos para sua ganancia em textos veterotestamentario e neotestamentario fora do real sentido isolando ou camuflando os textos bíblicos.mas como a Palavra de Deus disse:

    o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida. Apocalipse 22:17

    além destas Palavras não Passarei,pois pedir algo em troca não seria nada Grátis e sim barganha.

    que Jesus nos guarde deste tipo de evangelho da
    barganha

    Graça e Paz

    ass: Laudemar

  13. pastor Geremias: concordo com o que vc disse

    e de ontem para hoje, eu digeri mais a reportagem, e posso dizer que ela é boa, nesse aspecto que o senhor colocou

    quanto ao interesse, a meu ver, é mostrar que nem todo evangélico é da Igreja Universal, ou Renascer, e portanto, ESSES são picaretas , e ois inimigos da Globo, por assim dizer

    E Leonardo, seu comentário realmente fecha a reportagem com chave de ouro!

  14. Pr. Leonardo!
    Se não fosse o seu comentário no final, eu iria ficar com a impressão de que está a favor do liberalismo, perdoe-me se minha visão ainda for retrógrada, mas não concordo com esses grupos que se denominam pensantes, difundindo assim suas visões como se seus pensamentos fossem mais nobres e mais corretos que outros, também estou na luta por um renovo e luto para manter a pureza da palavra, tanto que sendo eu da Ass. de Deus, leio artigos de diversas denominações e visões questionando e apurando o que ensino como os bereianos, concordo plenamente que uma grande maioria dos "evangélicos" ainda nem se quer conheceram ao Senhor, na verdade nem podem ser chamados de evangélicos, tendo em vista o surgimento de todos os movimentos, fico a cada dia mais assustado com tudo isso. Espero que todos que lerem este artigo também leia o seu comentário. Leo gostaría de conversar com vc acerca de missões, meu email é: marcadosparaavida@hotmail.com
    Abço, fique na Paz!

  15. Acabei de ler a matéria da revista Época e acredito que como Lutero disse, a Reforma tem de ser contínua, o que não pode, é continuarmos nessa Arca da salvação (igreja), aguentando o mau cheiro dentro dela.

  16. Eu já fui evangélico por um período de seis anos e há oito estou afastado dos templos, porém gostaria de ressaltar que minha fé em Jesus continua inabalável!

    Não estou congregando, mas sei de tudo o que anda acontecendo no meio evangélico. Tenho amigos evangélicos, meus vizinhos são todos evangélicos e moro numa cidade, (São Gonçalo-RJ)que por ter uma igreja em cada esquina, já é considerada como a mais evangélica do Brasil.

    E agora também com a presença maciça dos evangélicos na internet, principalmente nas mídias sociais (Blogs, sites de relacionamentos, youtube, etc…)a gente fica por dentro também de tudo o que acontece neste Brasilzão afora. Portanto, o que não falta é informação para eu ter uma posição a respeito do assunto.

    A verdade é que a igreja evangélica no Brasil está em crise. Vemos quantidade, mas a qualidade é paupérrima!!!

    A igreja não consegue influenciar a sociedade em nada, pelo contrário, é o secularismo é que está influenciado a igreja. Os evangélicos de hoje querem tudo do mundo, e para se diferenciarem dos "ímpios" apenas colocam um rótulo "gospel" em cima. Lamentável a falta de discernimento e maturidade espiritual.

    E essa tal da teologia da prosperidade então…é uma praga!!! Não que prosperar seja algo pecaminoso. De forma alguma! Dinheiro é bom e eu gosto muito também, porém hoje os evangélicos só pensam, falam, comem e dormem com a mente voltada para o dinheiro. O louvor a Deus atualmente se resume exclusivamente a busca da prosperidade financeira.

    Resumindo: o meio evangélico brasileiro está podre!!!

    É claro que não podemos generalizar. Felizmente, ainda há muitos cristãos sinceros e algumas igrejas que zelam pela verdade da Palavra, mas para o imaginário popular, todas as igrejas são farinha do mesmo saco.

    Por isso achei muito oportuna e de grande valor essa matéria da Revista Época!Serve para mostrar a sociedade que há também evangélicos sinceros e sensatos que não concordam com essa pouca vergonha que estamos vendo por aí!

    A igreja precisa passar por uma grande reforma urgente. É muita corrupção e hipocrisia religiosa que estamos vendo nestes dias. Tá dificil de digerir essa balbúrdia evangélica.

    Quanto áqueles que tentam minimizar ou desqualificar a matéria como algo conspiratório, acho que deveriam, sim, louvar a Deus por uma revista secular e de grande repercussão dar destaque aos evangélicos que não agem como os outros. Quem sabe assim os outros não acordam, não é mesmo???

    Será que Deus vai usar as organizações Globo (a Época é uma publicação deles)para promover uma nova reforma? Pode ser, por que não???

    Como diz o ditado popular: "Deus escreve certo por linhas tortas."

  17. Este "evangelho polishop" tem que acabar de uma vez, a igreja atual tem que voltar aos príncipios bíblicos e deixar de pensar somente em números.
    É restauração que tem que acontecer!
    Avivamento(tornar vivo aquilo que está morto)
    A igreja já está cansada de palavras sem vida, de líderes sem visão, de manifestações mais emocionais do que manifestações de Deus!

  18. Uma reportagem bem interessante. Interessante pensarmos que não existe somente a teologia da prosperidade como problema na igreja, mas a teologia aberta de Ed Rene e Ricardo Gondim, que têm a mesma distorção das Escrituras. Augustus Nicodemus escreveu muito bem sobre essa reportagem, vejam: tempora-mores

  19. Otimo artigo, E parabens ao blog.. " Ainda Existem pastores honrados, comunidades sérias e crentes pensantes – não intelectualóides, mas pensantes – que estão seriamente preocupados com os rumos da igreja evangélica brasileira." Existem sim, muitos. Que nos levantemos para fazer a diferança e pregar o evangelho que é CRISTO.. Abraço a todos

  20. Vejamos:

    Dietrich Bonhoeffer, na Alemanha nazista, rompeu com os moldes institucionais e morreu enforcado.

    Alguém se habilita?

    Gostaria de saber também se alguns pastores citados nessa matéria conseguiriam sustentar seu modo de vida atual sem o belo salário que recebem de suas igrejas (instituições).

    Acabemos com a igreja institucional e teremos, das duas uma: ou um aumento considerável da taxa de desemprego, ou um aumento considerável da quantidade de palestrantes motivacionais (como mostra o vídeo ao final*).

    Já disse bem Sören Kierkegaard:

    Se num pequeno país talvez só nasçam três poetas por geração, o que não falta são pastores, e a sua turba excede os empregos. Fala-se em vocação a propósito dum poeta, mas, aos olhos dum sem número de pessoas (cristãos, portanto!) basta um exame para se ser pastor. E contudo, contudo, um verdadeiro pastor é um acaso ainda mais raro do que um verdadeiro poeta, e contudo a palavra "vocação" é ordinariamente do domínio da religião. Mas, se se trata de ser poeta, nem por isso a sociedade deixa de ter apego à vocação, a ver nela grandeza. Pelo contrário, para a multidão (cristãos, portanto!) privada de qualquer idéia que eleve, ser pastor é, sem o menor mistério in puris naturalibus (em estado de natureza), um ganha-pão. (KIERKEGAARD, Sören. "O Desespero Humano")

    A matéria é até interessante, mas paupérrima pelo reducionismo do tema (bastante complexo) e pela escolha pra lá de tendenciosa dos entrevistados.

    É isso!
    Saudações,
    Paulo Cruz
    http://paulopoeta.blogspot.com

    * http://www.youtube.com/watch?v=horuIXABwXI

  21. A mídia nunca faz nada em vão.Ela publicou isso por alguma intenção.E pode ter certeza que não foi coma internção de fortalecer a igreja.
    Não
    Acho correto expor nossos irmãos assim!!
    é nossos irmãos. Jesus mesmo falou que quem não é contra mim é a favor de mim…

    Ah, tem aquele versículo que fala que nós devemos julgar os nossos irmãos e nao levar as causas para os ímpios julgarem.Infelizmente, no meu ver, essa matéria só enfraquece a igreja e mostra suas divisões..

  22. Por um lado, talvez eu faça parte desses “novos evangélicos”, que segundo a revista querem mudança. Afinal eu sou contra o culto ao consumismo, atualmente disseminado entre a igreja. Sou contra essa maldita teologia da prosperidade, que deturpa o evangelho da cruz. E sou contra a esse sincretismo religioso entrando dentro das igrejas evangélicas, essa ‘mandinga gospel’ de flor amarela, água abençoada e blá blá blá.

    Mas por outro lado, não sou a favor que a igreja fique à margem da sociedade. Vivendo com métodos rudimentares. Eu sou a favor que a igreja participe sim ativamente da sociedade. Que entre na política, que tenha Tv, jornal, rádio, blog, revista e tudo que tiver direito. Afinal o bem precisa ser propagado. É claro que existem aqueles que usam isso pelo poder e o dinheiro. Mas não é por causa de alguns bodes que vamos generalizar o rebanho inteiro. Porque existem muitos que verdadeiramente vivem o que pregam, e tenho dito, essa parcela sensata não é a minoria.

    Por isso, conclamo que nós a igreja precisamos se unir. Independente das placas (presbiteriana, batista, assembléia e todas as outras variações). Independente de todas essas diferenças doutrinárias que nos tornam tão longe de nós mesmos e de Deus. Independente de tudo isso, somos irmãos e professamos a mesma fé. Somos nós que acreditamos que Jesus é Deus encarnado; que Deus se fez como homem por meio da pessoa de Jesus e veio ao mundo; que Jesus morreu pelos nossos pecados, mas ressuscitou ao terceiro dia. Somos nós que cremos na loucura do evangelho! Que cremos que os mortos ressuscitarão; que os filhos de Deus serão arrebatados. Somos nós que cremos na vida após a morte com céu e inferno. Somos nós os que somos vistos como malucos pela sociedade. E tudo o que acreditamos se resume em: A salvação é pela fé em Jesus Cristo e não pela moralidade ou a práticas das boas obras.

    Enfim, nós precisamos se unir! Porque como a palavra de Deus fala: “…todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá”. Mateus 12.25

  23. Daniel B. S.

    Olá Thamyra. A salvação é pela fé (dom de Deus) em Jesus Cristo e quando ela é genuína (resultante do renascimento espiritual) ela se reflete em atos e obras que estão em conformidade com os princípios cristãos. Por isso, atos imorais ou más obras, põem em dúvida a conversão e a fé de quem os pratica.

    Fica na Paz!

  24. Graça e paz a todos!
    Gostei da matéria sendo tendenciosa ou não.
    É importante que a busca pelo evangelho puro, pela ética ganhem destaque e que este desejo não existe somente em alguns poucos.
    Creio que esta matéria pelo alcance da revista possa trazer isto.
    Digo isto porque eu também partilho da mesma opinião dos irmãos que desejam mudanças que nos aproximem mais da vontade de Deus para Sua Igreja – e nós, cada um e todos juntos, somos Sua Igreja.
    O lado negativo é que colocou todos como farinha do mesmo saco – talvez por falta de conhecimento de causa.
    Mais ainda assim vejo a matéria como positiva.
    Busquemos então essa mudança que irá nos aproximar do que Deus quer e de nós mesmos!
    Eduardo Leal

  25. É verdade que o modelo denominacional tem inúmeros problemas, e não é de hoje. Esta realidade tanto atinge as igrejas tradicioanis e em maior amplitude as pentecostais. Basta citar alguns: lideranças autoritárias e centralizadoras, ênfase na questão financeira (dízimos e ofertas) sem que haja prestação de contas, não utilização dos recursos citados na evangelização, institucionalização de uma hierarquia ministerial em detrimento ao xercício ministerial de fato, etc.
    Não obstante tais ponderações, penso que o modelo denominacional vigente ainda possa passar por reforma, e como diz a colega Thamyra, é necessário ocupar espaço na mídia a fim de fazer a diferença, pois a crítica sem ação não gera resultados.
    Por fim, considero a existência de Comunidades alternativas de forma positiva, o que demonstra que há homens e mulheres de Deus que não aceitam a banalização do Evangelho de Cristo. É ecessário, contudo, na cair na armadilha de modelos que preconizam "Reforma", quando na verdade centralizam o poder ainda mais, como é o exemplo do G12.

  26. AFINAL QUEM TEM RAZÃO EM TUDO ISTO?NICODEMUS,GONDIM KIVITZ.
    FICO IMAGINANDO TANTAS QUESTÕES QUE MAIS PRODUZEM CONTENDAS HÁ NA VERDADE UM SENTIMENTO FACCIOSO CADA UM TEM SUA VERDADE SUA OPINIÃO MAS VEMOS POUCAS MENTES DE CRISTO.
    VOLTEMOS AO PIMEIRO AMOR

  27. Parabens ao pulpito Cristão q tanto zela pelo cristianismo autentico e orinal mostrando sempre q tem amor pela sã doutrina e a ortodoxa da Palavra de Deus como ela é e assinm anulando os sofimas q hoje estão grandemente infiltrados no meio evangélico. Q Desu abençoe muito a todos vcs……

  28. Eu já não aguento mais procurar igrejas (veja bem, em "i" minúsculo!) boas por aqui em Salvador!
    Se não é a "teologia" herética (legalismo, teologia da prosperidade, confissão positiva, "unigidos do Senhor", humanismo et cetera), são as distorções anti-bíblicas: individualismo, frieza, falta de amor, compaixão; um bando de indivíduos que nem se conhece entre muitas outras!

    Espero em Deus um dia encontrar uma Igreja (maiúsculo agora), onde os irmãos são todos iguais, a despeito das suas diferenças; sem haver pessoas querendo te forçar a ser, falar, pensar a agir como elas, sem dízimos ou despesas com enérgia elétrica, água et cetera, onde o dinheiro é usado para os próprios irmãos…

    Estou cansado desse modelo, pura e simplesmente, HUMANO, da igreja institucionalizada, onde só faz recriar pessoas frias e impessoais, com os seus "templos" (esse pessoal precisa ler SERIAMENTE o Novo Testamento…) gigantescos com um monte de indivíduos, e não irmãos, parte de um corpo. Estou cansado de pastores (será que são mesmo?!) que só sabem apascentar a si mesmos (Ezequiel 34 pra eles… afinal, ninguém lê isso, né?) e não sabem que os irmãos existem; que são frios, que só sabem falar "tudo bem?" aos domingos; que não visitam ninguém, nem ensinam, nem conversam nem criam vínculos de amizade e sinceridade! que são dominadores e inquestionáveis!

    Estou cansando dessas igrejas!

    Mir Gospoda.

  29. Este artigo é preconceituoso e cai na falácia do espantalho ao condenar as igrejas tradicionais (denominações cristãs) como razão do cristianismo nominal por parte de muitos (ditos) crentes. O fato de algumas igrejas não serem fieis na pregação da Palavra não é fator que condena a própria existência das igrejas como instituições. Onde está a RESPONSABILIDADE do crente em cobrar uma mudança de atitude junto ao pastor? Sair da igreja é muito cômodo e não resolve o problema. É a desculpa do falso-crente, que se ampara em direitos, mas não em DEVERES, como membro da igreja.

    O que falta entre essas pessoas ditas cristãs é ASSUMIR o compromisso de sua fé, e não traduzir sua caminhada na fé à mera ida ao culto dominical. É buscar o ativismo cristão (que inclui a santificação pessoal!) JUNTO da ida e convívio entre irmãos NA IGREJA.

    Questiono a seriedade da fé de quem acha pregação expositiva algo chato ou entediante, mas prefere palestras motivacionais com verniz cristão, como se a Palavra não fosse em si mesmo fascinante e aprazível ao cristão verdadeiro. O que precisamos é de FIDELIDADE na pregação bíblica, e não de palestras que apelem à simples persuasão carnal. Os ensinos bíblicos não são aceitos por simples retórica persuasiva, mas pelo poder do Espírito Santo.

    Em suma, quem critica o modelo vigente de denominações cristãs tem o dever de cooperar para essa mudança interna de sua política, ao invés de criticar e cair fora da igreja (muitas vezes, por razões antibíblicas).

  30. Oi!
    Li a reportagem e o teu comentário… é minha primeira visita aqui no pulpitocristão.
    E chorei, confesso. Chorei por pensar que toda essa bagunça pode levar mta gente pra longe de Deus.
    Compartilho contigo do desejo de que o arrependimento de pecados seja nossa meta!
    Eu trabalho numa igreja (de verdade, cristã), sou missionaria, faço faculdade… já vi e soube de mta coisa nojenta, mas peço a Deus pra manter meus olhos Nele, porque é por Ele, para Ele e através Dele que tudo existe, inclusive eu.
    Não sei se me fiz entender, mas sei que precisamos ter atitudes cristãs, não mais só falas!

  31. Este comentário duvidoso que tem como referencia grandes denominações (Igreja não, igreja é outra coisa)que estão na mídia, pessoas que estão na mídia, livros e também pseudos teólogos que estão na mídia; não acrecenta absolutamente nada na vida do cristão, evangélico, protestante… A palavra de Deus nunca se modernizará, ela é eterna, as culturas, as artes, as músicas e os mais diversos tipos de homens e suas idéias mirabolantes já passaram, mas a palavra continua. Boa sorte aos que tentam amoldá-la a si.

  32. Na verdade precisamos de uma reforma radical da igreja, sob os axiomas da Bíblia. Hoje temos uma igreja bipolarizada, isto é, ela prega a cura e o dinheiro. Onde estar o evangelho da cruz? da santidade? o evengelho socializador da igreja primitiva? Não culpo as igrejas pentecostais e muito menos as neopentecostais, na verdade, culpo as igrejas históricas que se isolaram e não souberam diagnósticar sob um olhar bíblico os tempos os novos paradigmas sociais, elas (as igrejas históricas), não conseguiram oferecer uma pregaçao convincente e contextulizada diante da pós – modernidade, em contrapartida as novas igrejas(mesmo com uma doutrina frágil e mistica), conseguiram ver, pensar e agir. Faço parte de uma igreja histórica e sei que mas falamos e criticamos do que fazemos.

  33. Enquanto isso, as seitas continuam trabalhando: com estrutura e organização impecável, aparencia de piedade, sem escândalos, ambiente familiar, "coerência" dogmática, boas literaturas enfim.

    Jesus avisou que a prudência era qualidade em maior destaque entre os filhos das trevas!

  34. concordo com algumas coisas outras nao.
    por exemplo prafazermos isso presizamos da autoridade dos pastores. querendo ou não foram levantados por DEUS, para nos doutrinar.
    sem a autoridade dele seremos rebeldes e lembra oque 1 SM 15:22 a reblião e como pecado de feitiçaria…..
    ou esperarmos até sermos levantados por DEUS, caso contra lembrem doque aconteceu com EBIMELEQUE juiz de israel que alto se ungio.
    chega de doutrina de homens, chega de apostasia, chega de falta de fé, chega de amarmos mais os prazeeres doque a DEUS, chega de nao confiarmos mais em DEUS. chega de impureza falsidade desunião, a tempo DEUS falou ao meu coração UM REINO DIIVIDIDO NAO SUBSISTIRA. mt

    POREM TUDU ISSU TINHA QUE SE CUMPRIR…

    os cristão precisam seguir o evangelho simplis de JESUS cristo, o qual sempre despresou o dinheiro, uma passagem em atos dos apostolos
    diz que os cristãos botarm o ( mundo de cabeça pra baixo..) estavam unidos havia discuções mais viviam se humilhando. um livro que me chama atençao e atos essa igreja que atos revela e aque DEUS ama. viviam de casa em casa
    entravam em templo judeus e tinham a ousadia de falar que JESUS ERA O MESSIAS, e a fé crscia, os dons chegavam, oo testemunho aumentava. e o povo se ARREPENDIA.

    esperança, fé, amor, ARRPENDIMENTo CONST,
    submisão, se DEUS tem levatados tantos profetas .
    digam a verdade PROVERBIOS 27 diz que aqueles que amam a DEUS o defendi.

    defendeo seu o ama, guardem seus madamentos se o ama, e ele se manisfestara. e claro trabalhem para que nao se tornem um peso.

    lembra doque JESUS falou espera o tempo de DEUS, se ele tem posto isso em nossos corações algo extraordianario vai acontecer. busquem a DEUS eo seu poeder busquem sua face CONTINUAMENTE. nao façam nada sem a permissao de DEUS.

  35. Pr.Luiz Andrade
    Vivemos um tempo de ataque do inimigo,temos visto o mais violento,agressivo e devastador ataque do inimigo,como nunca sofreu o corpo de Cristo.É uma ataque em que satanás está fazendo uso de suas hostes em seu maior esforço estratégico,numa ofensiva derradeira a fim de consumar a destruição da humanidade.Espirito de depressão,desânimo e calunia estão sendo lançados para derrubar os lideres e desintegrar as igrejas.Sejamos honestos.Nunca antes tínhamos visto tantos servos fiéis abandonarem a sua congrecação,tantos pastores caindo em pecados,tantos casais se separando e familias falindo,e tantos crentes apostatando da fé.É o que a Bíblia já nos havia profetizado:que estes tempos finais seriam caracterizados pela apostasia já que,pela multiplicação da maldade,o amor de muitos esfriaria.Ha um clamor nos céus que procura nos alertar com uma angustiosa advertência:"O tempo esta chegando ao fim"
    Até mesmo os escolhidos,se possível,serão enganados;se esse tempo não fosse abreviado,ninguém se salvaria.
    Já vi igrejas inteiras devastadas por poderes demoniacos,porque não souberam como se pôr em estado de alerta,uma vez que não havia vigias nos muros.Poque,como uma infecção progressiva e mortal,a indolência,a permissividade,o pecado,a fofoca e a dissensão penetram pelas portas da igreja e não houve ninguém com coragem para falar contra tudo isso.

  36. Alguém me enviou uma boa parte desse artigo num e-mail, mas não tudo. Que bom que achei o artigo inteiro aqui.

    É muito sutil, mas para quem está dentro dessas discussões vai ler nos comentários dos "nossos" representantes – entrelinhas – um certo desprezo da Palavra de Deus. Como exemplo eu cito Ed René Kivitz, que assumiu publicamente fazer parte daquele movimento apóstata chamado "Igreja Emergente": "Mas hoje gostaríamos de dizer que o cristianismo tem, sim, espaço para contribuir com a construção de uma alternativa para a civilização que está aí. Uma sociedade que todo mundo espera, não apenas aqueles que buscam uma experiência religiosa."

    Eu pergunto: "Onde você acha tal comissão no Novo Testamento, Ed? Desde quando o propósito do cristão se tornou "trazer o reino de Deus" (uma meta da I.E.) no sentido social para cá?

    Há abusos sérios no evangelicalismo brasileiro? É claro! Há "lobos vestidos como ovelhas" liderando uma boa parte das igrejas "evangélicas"? Sim. Há necessidade de ver transformação de até denominações inteiras? Com certeza.

    Mas qual seja a solução bíblica nisso tudo? Significa jogar fora tudo que soa de "igreja atual"? Significa abandonar a fôrmula bíblica de estrutura eclesiástica, especialmente os presbíteros e diáconos? Significa abrir mão da maneira bíblica de prestação de contas (e.g., a disciplina dos membros que continuam pecando sem arrependimento)? Quais "dogmas" deveríamos abandonar nesta nova reforma protestante? A da expiação substitutiva, onde Cristo, por sua própria escolha de sacrifício, foi punido (penalizado) no lugar dos pecadores (substituição), assim satisfazendo as demandas de justiça, de forma que Deus pode justamente perdoar os pecados? Aliás, existe outra base para o perdão do pecador? São os dogmas assim que deveríamos rejeitar agora? Quais são os outros que podem ser eliminados. Um líder da I.E. nos EUA – Rob Bell – acha possível abrir mão do dogma da Trindade? E aí, emergentes brasileiros? Vocês querem que a Igreja brasileira apostate a fé (leia "dogmas") assim também?

    Há problemas na Igreja e nas igrejas? Sim. Havia problemas no primeiro século? Também, sim. Olhemos, então, para a Bíblia para resolver esses problemas e não para esses "gurús" que podem ser uma outra forma que o Inimigo usa para desviar a Igreja da linha certa, da linha bíblica. Eu tenho algumas sugestões:

    1) Voltemos ao evangelho BÍBLICO. Acesse o site http://www.evangelismobiblico.com.br para saber mais.

    2) Avaliemos as nossas práticas atuais nas nossas igrejas e eliminemos aquelas que não sejam bíblicas.

    3) Oremos por reavivamento – aquele mover do Espírito sobre a Igreja e o mundo que traz quebrantamento, arrependimento e conversão verdadeira.

    4) Que sejamos resposta da nossa oração, praticando o EVANGELISMO BÍBLICO. Um bom exemplo disso pode ser visto aqui: http://www.youtube.com/user/carrependimento

    5) Preguemos a Palavra de maneira expositiva (e.g., pregando sistematicamente pela Bíblia, livro por livro, explicando em detalhe o significado dela, parágrafo por parágrafo e aplicando-a, semana após semana).

    Assim teremos uma igreja saudável porque ela será composta de pessoas convertidas de verdade, pessoas que submetem-se ao ensino da Palavra ao ponto de sair colocando-a em prática. Que Deus tenha misericórdia de nós, como Igreja, à luz dos nossos pecados, nos mostrando nossos erros e nos motivando a arrependermos deles para que Cristo seja a Pessoa principal na Igreja brasileira de novo! Amém!

  37. A igreja evangélica brasileira está em crise faz muito tempo. Essa matéria chega em boa hora, principalmente porque permite, pelo olhar de fora, fazer a distinçao entre evangélicos e "evangélicos". Se não assumirmos tal posicionamento, correremos o risco de, em breve, sermos confundidos com o que não somos. Evangélico sim, mas no sentido bíblico e histórico do termo, isto é, cristãos que crêem e vivem a partir do evangelho de Cristo e que não se associam ao fundamentalismo, que tentou, a duras penas, responder ao liberalismo teológico, distanciando-se daquilo que considerava "o mundo". A igreja evangélica brasileira precisa fazer o mea culpa, tomar decisões contundentes, assumir uma postura crítica contra tudo isso que se tranformou a "igreja evangélica brasileira". As igrejas clássicas – tradicionais e pentecostais – precisam inclusive fazer uma releitura de algumas das suas práticas, "contaminadas" pelo neopentecostalismo, que prefiro chamar de "pós-pentecostalismo", defensora da Teologia da Prosperidade, ou melhor da "Teologia da Ganância".

    José Roberto A. Barbosa
    http://www.subsidioebd.blogspot.com

  38. O Leonardo finalizou mto bem a matéria, sem comentários.. Disso tudo vemos apocalipse se cumprindo cada vez mais, a 'iniquidade se multiplicando, o aparecimento de muitas heresias, etc' como está escrito na Palavra.
    Nunca vi tantos divórcios, tanto materialismo, egoísmo, individualismo dentro da igreja.. onde está o amor verdadeiro de Cristo, o ágape? Onde está a santidade pessoal?
    Antes faziam seminário por vocação ou chamado, hoje como opção individual, ou motivação pessoal.. Que Deus tenha misericórdia de nós todos como Igreja. Ainda bem que temos aquele versículo 'as portas do inferno não prevalecerão contra ela(a Igreja)..'

  39. Irmãos:
    Creio que´os irmãos já falaram tudo o que dinha que ser dito. Só chamo a atenção dos senhores para o fato dessa Revista Época pertencer ao Grupo Globo (TV Globo, etc) precisa dizer mais?
    Não é de reforma que a Igreja precisa e sim que os seus pastores responsáveis preguem mais a Palavra, deixem de exagerar na pregação sobre prosperidade e sobre curas divinas. Não queiram colocar Deus numa coleirinha! De ensinar o crente a comprar a bênção! Há necessidade sim de corrigir a rota.

    http://ubeblog.ning.com/profiles/blogs/um-alerta-ao-cristao

  40. Vejo esta reportagem com serias suspeitas de que o real motivo da revisa é monstra o povo evangelico de uma forma ridicularizada!porém ate que seria bom um retorno ao velho e bom evangelho da cruz!

  41. Se uma enquete for feita aqui neste blog, de quais denominações será que o povo daqui é? Assembléia, Batista, Presbiteriana, etc, etc, etc e tal + época + rede globo + veja + CACP + Blogs + Blogs + Blogs x IURD que não se une aos outras que também recebem críticas aqui. Este fato me lembra algo escrito na Bíblia acerca de o mundo odiar a Igreja de Cristo, me lembra, em especial, acerca de igrejas "evangélicas" se unindo contra a Igreja de Cristo.

  42. A discução é grande e nunca terá fim…..

    Oque todos precisam é da ESSEÊNCIA de Jesus, buscar o pensamentos de Jesus, e pedir para Ele quebrar todos o paradigmas formados em torno de Seu nome, e que Ele faça a sua vontade, e que Ele leve a igreja (pessoas) se unirem e buscar a Sua verdade, o Seu modo de viver, e que Ele venha a nos ensinar qual é a forma de adoração e exaltação que agrada o Seu coração.

    Tudo nessa matéria e na conversa a cima foi comentado, tudo de que se é visto, se sente, os pontos de vista, mas se esqueram de Dele, Jesus. è a vontade Dele que reina, e que essa vontade seja percebiba por templos e igrejas, que se arrependam e vontem para a ESSÊNCIA.

    Na fé
    NAyara

  43. OLá irmão, seu BLOG chegou aqui na Espanha…
    Li a matéria toda e o seu comentario e alguns dos comentários deixados ai…
    Te digo que isso eu já venho comentando em sala de aula (Historia Eclesiastica; Hermeneutica; Eclesiologia – Liturgia) aproximadamente 15 anos! Assim que começaram a surgir alguns movimentos inovadores e ditos "neo". Infelizmente assim como muitos eu fui criticado e visto um pouco de lado.
    A problemática sob meu ponto de vista, não uma análise profunda hein, mas digo que o problema está na geração que posso chamar de "aceita tudo". Sim, a grande maioria nao lê a Biblia, só abaixa a cabeça e não assume compromisso!
    Por muito tempo criticamos os católicos por simplesmente abaixar a cabeça como vaquinha de presépio concordando com tudo de seus superiores, mas o que acontece em nosso meio evangélico é diferente? Muito diferente?
    Não está o nosso povo apenas concordando por ser mais conveniente e menos comprometedor e sob a desculpa já citada na matéria: meu lider é fiel e eu acredito nele?
    Nenhum momento ponho a prova o carater e a fidelidade e espiritualidade de nossos abençoados lideres do passado e atualidade, pois, sou tambem um, no entanto, é preciso RESTAURAÇÃO sim meu amigo…to com você tambem e o meu querido amigo pastor Geremias…
    Abraços,seguirei passando por aqui.

    Pastor Paulo Silvério – "ellos vendrán a ti"

    http://teologos.blog.terra.com.br

  44. Tanto entusiasmo por uma matéria de revista SECULAR mostrando que não somos capazes de resolver NOSSOS problemas.

    Tanta euforia por uma matéria que mostra que os evangélicos têm defeitos, assim como a igreja católica romana. Ou seja, no final das contas, é todo mundo igual – são um bando de instituições humanas, farinha do mesmo saco. Onde os católicos erravam ao tempo de Lutero, estão errando os evangélicos hoje.

    Tanta animação por uma matéria que trata o cristianismo evangélico como invenção humana, que mudamos ao nosso bel prazer, assim que quisermos.

    A matéria não está louvando os "novos evangélicos" ou aqueles que querem uma "nova reforma protestante". Está escancarando que mesmo muitos de nós somos contra os neopentecostais e queremos, assim como todo o resto da sociedade, o fim deles! Depois que estes caírem, seremos nós os alvos. Quanta inocência!

    Qual é o motivo de alegria em ver uma matéria dizendo sobre nossos defeitos? A matéria seria boa se dissesse "evangélicos, apesar de suas diferenças e discordâncias, estão juntos trabalhando pela disciplina uns dos outros". Mas não, nós nos esbaldamos em sorrisos por ver a "denominação inimiga" em apertos. Bravo, bravo!

    Agora, digo, estas denominações neopentecostais estão aí, sim, essas de que tanto discordamos, elas estão aí porque SOMOS PESSOAS DIVISIVAS. Mesmo. Se os pastores das NOSSAS perfeitas igrejas, sim, a nossa igreja de doutrina incorruptível, fervorosos arminianos, retos calvistas (oh, os verdadeiros reformados!), se nossas igrejas buscassem o diálogo com outras, buscando edificá-los, não seguir seus erros, mas atrai-los para o Evangelho, sofreríamos menos as heresias.

    A Bíblia sempre ensinou admoestar os irmãos. Mas nós chegamos ao ponto de, por causa da conduta duvidosa de alguns LÍDERES, descartar todo o grupo de FIÉIS, pobres que nada têm a ver com isso. Joguem fora o bebê com a água suja!

    É muito falatório. Mas ninguém está realmente disposto em sequer comunicar-se com esses irmãos. Quanto mais orar e admoestar e lutar por eles!

    É uma completa inversão de valores. Só quero que me digam se Jesus estaria numa revista secular para falar mal daqueles que expulsavam demônios em Seu nome, só porque não estavam juntos do grupo de seguidores. Ou se Paulo iria denunciar na "Época!" os que pregam a Cristo por inveja.

  45. Olá masturbadores, desviados descontentes, experimentalistas infatigáveis e ou intelectualistas entrincheirados:

    Essa proposta constitui um belo gozo fabricado – auto-engano, ótima invenção – manobra, um ótimo meio de gozar a qualquer preço, excelente vacina contra a conciencia do REAL, contra a loucura do hospício, sendo assim, meus para-béns de vcs todos. Parece coisa típica de homens sem gravidade! Então tá: vejamos quem consegue maior êxtase ante o Deus e a humanidade desgraçada.. Vinde e implantemos uma nova forma para embutir a turma matizada! Mas antes respondei oh livrescos "amigos": re-fôrmar o que? A igreja? Qual igreja? Re-forma? Mais uma? Por acaso alguém é de barro? E isso de um ser PROTESTANTE, existi algum? Quem esteve protestando esse tempo todo, onde e como? A igreja? Qual igreja? Qual delas luta pela causa das vítimas, dos fracos e oprimidos, da legião de famintos e miseráveis desse planeta estufa de angustias? Qual ministro está à frente de projetos que salvam os crucificados desse planeta? Essa proposta/pulsão/manobra tem todo jeito de ser admiração infeliz, vulgo inveja por parte dos históricos/fundamentalistas que se vêem penalizados a um não consumo cada vez mais radic-ALL.. Deixem que isso se acabe de vez! Não reformem essa alienação, por favor! Tenham misericórdia! Vcs falam como se realmente existisse isso de protestantismo.. Se não há, não há tb o que deva ser reformado, não é verdade? Quem estaria protestando por algo que vá além de poder fama e dinheiro? Mas se insistem com essa piada, então tudo bem: eu acredito em fadas! Acredito! Acredito!

    http://miguelgarciapoeta.blogspot.com/2010/07/em-que-nivel-de-ilusao-voce-vive.html

  46. Sou a favor da liberdade de expressão, mas aceitar comentários como esse do Miguel Garcia é demais. Ele nem toca no tema. Isso é desvirtuar muito a discussão. É também um suplício ler o que ele escreve. Os crentes que visitam o blog poderiam ser poupados dos termos chulos e non-sense que ele usou.

    Também não precisa aceitar este meu, Leonardo haha

  47. Confesso que participo muito pouco destas discussões pois sempre temos a tendência de manifestar nossas insatisfações para com atitudes daquele que é liberal, arminiano, calvinista, neo-pentecostal… Já vi discussões acaloradas que beiravam um ring de boxe. O resultado de tudo isso é a destruição de muros e alicerces e não a construção de pontes, movidos pelo Espírito.

    Não importa se um se declarou emergente e se outro usa Chico Buarque, o que importa é enxergar que da matéria, como disse acima Pr Geremias Couto,deve ser digerida comendo o peixe e tirando os espinhos. O que alguns destes líderes tem feito, talvez não seja o melhor caminho na visão de alguns mas, a motivação de se buscar algo novo, de permitir que Deus nos tire de nosso status quo é o caminho para a restauração não polarizada do movimento cristão evangélico.

    O que me motiva nisto tudo é a busca por ouvir o que Deus, em sua soberania e graça, quer fazer através de nós na comunidade em que estamos inseridos. E me faz lembrar o ditado alemão de que "em pequenas vilas, pequenas pessoas, estão fazendo pequenas coisas que vão mudar o mundo".

    Que o Senhor nos livre de nos tornarmos apologetas de nós mesmos e de nossas verdades…

    Leonardo, parabéns pelo comentário final, feito com sabedoria e coerência!

  48. VCS ESTAO FALANDO…FALANDO… E ESQUECEM Q PROFECIAS ESTAO AI PARA SEREM CUMPRIDAS CONCORDAM NA PALAVRA ESTA ESCRITO Q CEUS E TERRA PASSARAO MAS MINHAS PALAVRAS NAO AO DE PASSAR OU SEJA E BIBLICO TUDO ISSO Q ESTA ACONTECENDO…TEMOS Q VIGIAR POIS NA PALAVRA ESTA ESCRITO Q APARECERIAM FALSOS PROFETAS Q ENGANARIAM ATE OS ESCOLHIDOS…E QUANTO ESSA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE E + UMA CARTADA DOS ILUMINATES!!!ASSISTAM OS DVDS PREPARE-SE Q ENTENDERAO TUDO ISSO Q TA ACONTECENDO C O NOSSO EVANGELHO…

  49. Amados irmãos e respeitosos pensadores,

    Acredito que a matéria publicada na revista, visa colocar os evangélicos contra a IURD do "Bispo Macedo" e sua emissora concorrente, trazendo proveito de alguma forma para as emissoras da rede globo. Penso que há nesta polêmica um jogo de interesses em particular. Vigiemos quanto a entrarmos nestas embarcações.

    Embora não acredite que a verdadeira intenção da revista em polarizar a questão dos evangelicos no Brasil seja de encontrar uma saída para o retorno ao verdadeiro evangelho de Cristo, evidenciar os grupos, pode ser uma oportunidade para tomada de decisão que trará sem dúvida benefícios a toda a sociedade.

    Acredito ser de grande importancia a abordagem do assunto para a reflexão dos verdadeiros cristãos e para conhecimento do público em geral, mesmo que parcial, das divergencias motivacionais e teológicas das lideranças "evangelicas".

    A identificação dos segmentos "evangelicos" poderá enfraquecer politicamente a nossa chamada classe e certamente poderá trazer ganho para outros segmentos não evangélicos no campo da política, contudo, na catalização da divergencia de opiniões há um paradoxo que leva a um ponto central e verdadeiro: Existe a igreja dos homens e existe a igreja de Cristo e eu particularmente quero estar em Cristo como nova criatura e jamais cair desta minha posição. Em estando nesta posição em Cristo não posso me acomodar com minhas conquistas e meus prazeres, mas tenho que compartilhar o pouco que recebi do Senhor. Que a igreja dos homens morra e ressuscite a igreja de Cristo em novidade de vida!

    Assim que nosso clamor se torne um exército para a restauração da verdadeira igreja de Cristo. Acredito na palavra que diz: – Agrada-te do Senhor e Ele satisfará o desejo do teu coração. Sobretudo se o desejo de nosso coração coincide com o desejo do Espírito Santo.

    Se tiverem um tempinho leiam : "A igreja moderna" em: http://redefacedasaguas.spaces.live.com

    Graça, paz e riqueza de Cristo!!

  50. “Desde o principio até os dias de hoje, o mesmo mal assola a humanidade”. O homem!

    Sendo Evangélico ou Cristão, não se pode ignorar o princípio contido na Bíblia que é o ponto de partida e o de chegada. De tão simples é extremamente complexo. Tão complexo que agente e ação se confundem (Cristão e Evangelho). Estou iniciando minha caminhada Cristã ou Evangélica?

    É evidente que esta matéria é um “presente de grego” para estimular o ego dos “pensantes”, gastemos nosso tempo discutindo e damos um “pause” na obra de Deus para descobrir quem de fato esta fazendo a coisa certa, como se esta não estivesse determinada (MC 16:15).

    É interessante como se prega um Deus vivo onipresente e onisciente ao tempo que se discute sobre Ele como se não estivesse presente ou não soubesse! O que está escrito em MT 18:20 perdeu a validade? Ou ainda a morte de Jesus Cristo e todos aqueles depois Dele fora sem sentido?

    O Evangelho ou a Boa Nova de Jesus Cristo a respeito da "nova aliança" celebrada na “Santa Ceia” teve inimigos desde o princípio, aliás, desde antes do nascimento. Porque hoje seria diferente?

    Nos dias de hoje por causa do Evangelho de Jesus Cristo pessoas seriam postas na cruz, ou seriam assassinadas? Obviamente não, pelo menos aqui no Brasil não!

    Então, não ignoremos a presença de Deus e o realizar da sua palavra.
    Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. (MT 24:42)

    Cordialmente,
    Alexandre Borgmann

  51. è claro que existe algo por tras da reportagem, a igreja evagelica cresçe, e isto não interessa a algumas instituições, eu sou de uma instituição pentecostal mas tenho grandes afinidades com as igrejas ditas "emergentes" como caverna de adulão, crash church, caverna do rock, missoes urbanas etc.
    Eu acho que o crescimento de igrejas como estas que citei só acrescentam ja que um publico jovem precisa ser atingido e impactado pela mensagem de cristo, coisa que a igreja tradicional com seus dogmas e doutrinas humanas não consegue fazer.
    Mas voltando a revista acho claro a tentativa de queimar o filme das neopentecostais, mew a marcha pra Jesus leva o nome do nosso Senhor como nunca é levado aqui no Brasil, Jesus Cristo, como é bom ouvir sair dos falantes este nome, o engraçado é que eventos como a marcha para Jesus são questionados, eventos que evangelizam e que leva alegria aos cristãos, e o nome de Cristo, agora, esta revista não questiona os podres da romana, pq sera heim?

  52. A mensagem crística, assim como de outros mestres é simplesmente baseada em 5 aspectos:

    1- Ama e respeita todas as coisas da criação.O grande mistério do universo!

    2- Conhece a ti mesmo.

    3- Ama-te!

    4- Ama o próximo como a ti mesmo (E eu falo, se a maioria das pessoas não se ama, como poder amar o próximo? pelo menos respeite-o!!

    5 – Cuidado com a palavra proferida.
    Se simplesmente seguirem estes principios e seus derivados, é o suficiente! o resto é doutrinação, apologias, condicionamentos,medos e mais medos!!

  53. O que estamos dizendo, lá no fundo, com tudo isso?
    Não é mais o Espírito Santo, Jesus, O Senhor quem no guia e controla sua Igreja? Se há tantos caminhos evangélicos sendo percorridos, como a Bíblia diz, serão realmente poucos os que chegaram "Lá" por estarem no Único Caminho certo, porque pelo visto, na mente de todos aqui, depois destes nossos comentários, ressoa aquele sentimento de "será que estou realmente na Verdade"?

    Que a misericórdia de Deus possa no alcançar.

  54. Paz e Graça

    > Quanto à matéria:

    A matéria é boa. Claro que vista da perspectiva interna do contexto evangélico ela acaba sendo um tanto generalizadora, mas isso é, até certo ponto, natural, tendo em vista que o próprio termo "evangélico" tem sido diluído com as inúmeras expressões sectárias, em contínua profusão, do cristianismo protestante.

    > Quanto ao comentário do Leonardo Gonçalves:

    Fiquei surpreso com a citação de pensadores cristãos da estatura de Ricardo Gondim e Ed René Kivitz como se fossem defensores do "Teísmo Aberto" no Brasil. Um ledo engano de pessoas que se atém às notícias e não se preocupam em exercitar o dom do raciocínio para discernir de forma autônoma o pensamento destes autores. Não lanço nenhuma defesa incondicional por conta da admiração que devo consigná-los pela relevância de seus escritos, mas repudio uma referência maldosa e sem nenhuma fundamentação bíblica ou teológica acerca da obra de tais autores que contribuem em muito para o resgate da essência do Evangelho.

    > Quanto à igreja emergente:

    Eu conheço uma igreja perseguida. Enquanto os cristãos não aceitarem o fato de que ser como Cristo é estar disposto a suportar todas as aflições em nome deste Cristo e que o caminho é estreito e que evangelho de satisfação pessoal e percursos da moda são arremedos religiosos, teremos sempre um novo movimento, uma nova subcultura evangélica.

    "Uma vez que começamos a prestar atenção aos caminhos de Jesus, não demoramos muito para perceber que seguir a Jesus é radicalmente diferente de seguir a qualquer outro."

    Eugene H. Peterson In. "O caminho de Jesus e os atalhos da Igreja"

    > Sobre o eterno conflito teológico:

    Fico com as palavras de Paulo Brabo, um ex-dependente de igreja, como ele mesmo gosta de dizer:

    "A verdade cristã ("eu sou o caminho, a verdade e a vida")é, desconcertantemente, uma pessoa com a qual podemos nos relacionar, não uma série de enunciados lógicos que possamos aprender através da razão. Como qualquer pessoa em qualquer relacionamento, a verdade cristã pode ser inquestionavelmente abraçada, jamais explicada ou entendida."

    Extraído do artigo "O Destino Eterno de Deus", que pode ser encontrado em http://www.baciadasalmas.com/2006/o-destino-eterno-de-deus/

    Vale a pena dar uma lida antes de julgar.

    Jesus, reina em nós!

  55. Gostaria de sugerir o seguinte :
    Deixemos de ser ignorantes e passemos a conhecer mais a Palavra de Deus. Temamos ao Senhor, aí está o principio de toda a sabedoria. A Sabedoria simplifica e não complica as coisas.
    Amemo-nos uns aos outros, pois o amor vem de Deus.

    Deus nos abençoe.

  56. Este negócio de "uma nova iéia" sempre vai existir. Nós mesmos, quando olhamos para dentro de nossas instituiçoes, encontramos defeitos. A igreja não é uma lugar perfeito, é um lugar para se aperfeiçoar. A revista, certamente, nao quer defender uma causa cristã. O que satanás quer, nestes ultimos dias, não é colocar as religioes contra si, é fazer o povo desacreditar completamente em qualquer religiao. Vejamos dois exemplos: na religiao evangelica, a míia quer fazer o povo crer que os pastores só querem dinheiro, o que nós cristãos sabemos não é verdade. Na religiao católica, a mídia quer passar a idéia de que os padres são todos pedofilos. Entendam, eles querem que acreditemos que um líder despreparado ou que comete erros faz toda aquela instituiçao ser desnecessária. Atualmente, a mídia nao defende nada. Critica futebol, artes, religiao, ciencias, politica e economia. Até o nosso presidente é alvo de piadas. O que o diabo quer é um mundo cheio de rebeldes, pois os rebeldes nao ouvem a nada nem a ninguem. Apesar de tudo, informação é conhecimento, e o conhecimento deixado pela revista, em sua sintetica definiçao no quadro ao final da reportagem, nos mostra o quanto eles estão interessados em dividir ainda mais o povo de DEUS. Vejam como eles falam do relacionamento dos pastores com DEUS e da devoluçao dos dízimos. Para finalizar, fico com as palavras de Jesus: "Quem não é contra nós, é por nós"

  57. E AGORA? DIANTE DE TUDO O QUE FOI EXPOSTO, SURGE A GRANDE PERGUNTA:
    O QUE FAZER DIANTE DE TANTOS ESCÂNDALOS E DESMANDOS ECLESIAIS?
    Há muitas inverdades que vem sendo usadas pelos defensores da Igreja institucional contra a
    Igreja nos lares, como algo que não corresponde à realidade.
    Igreja é o próprio cristão no seu habitat com outros da mesma fé, e ela não depende de um
    lugar seja ele no templo ou no lar para ser considerado Igreja; pensar assim não é ser anti-igreja,
    mas somente contra o institucionalismo da fé.
    A questão não está no lugar onde se frequenta, mas na forma de relação entre as pessoas.
    Só se aprende a ter discernimento, quem quer viver de forma agradável a Deus, seguindo a
    Jesus. Não podemos medir nossos valores espirituais pessoais pela opinião dos outros; precisamos
    redescobrir um padrão de vida aonde possamos agir como o próprio Deus, que pelo sacrifício pessoal
    libertou vidas.
    Geralmente o sistema religioso institucionalizado combate o que não entende e o que o
    confronta; assim, o nosso guia espiritual (Espírito Santo) concebe uma comunidade entre
    pessoas unidas e o foco não é apenas o serviço religioso ou ritual mantendo as vidas como
    expectadores, mas a formação de pessoas fiéis a Deus, à Palavra, que combatam aparentes
    relacionamentos superficiais que tornam as pessoas isoladas umas das outras, disputando
    poder, atenção e influências às suas necessidades individualistas.
    Quando a instituição impõe compromissos e necessidades, há falsas expectativas que frustram as
    pessoas, onde a grande ilusão é o excesso de formalidades, que provoca acepção, falta de reflexão e
    mercantilismo religioso; o amor e sentimento de partilha são substituídos por exclusividade e
    permanência à submissão das lideranças eclesiais, aonde se confunde o planejamento organizacional
    com o saber dos propósitos providenciais e proféticos divinos.
    Temos, por exemplo, quando algum pastor presidente ou líder religioso morre; as
    lideranças ficam brigando por posições e não oram juntas para discernirem a vontade de Deus,
    originando divisões e separação de comunidades e escândalos e muitas vezes, acreditam ser
    esta a vontade de Deus.
    Apesar de Deus ser maior do que qualquer coisa que venha a escandalizar seu nome, o projeto
    de Deus sempre prevalecerá a despeito de desmandos e desvios de lideranças ministeriais e rebanhos,
    pois o processo de libertação e de identidade cristã não passa pelas carterinhas de membros e sim pela
    preocupação e entendimento com as outras pessoas ao redor.
    Precisamos de uma convivência alegre e livre em pequenos ou grandes grupos que sejam
    livres para confiar em Deus em aprendizado e submissão a Deus, não escondendo os medos e
    opiniões, cujo fundamento seja o amor e o estímulo à aceitação dos outros, sem querer impor
    visões particularizadas de avivamento institucional de forma exclusivista e capitalista.
    Ser independente, sem vínculo institucional pode refletir uma desilusão com as instituições
    religiosas, pastores e líderes é tão perigoso quanto não dar ênfase aos relacionamentos interpessoais,
    na comunhão entre os irmãos, no discipulado.
    Se a ênfase não é a casa, nem o templo, mas, nós que somos igreja, a delimitação do
    espaço físico não deve estar acima do estudo, comunhão, partir do pão e orações e o modelo de
    igreja pelo Espírito Santo está muito acima da mera aquisição de prédios confortáveis para
    cultuar a Deus.
    Somente quando a igreja do Senhor entender o que realmente é ser igreja de Jesus e deixar de
    se preocupar com belos templos, e sim com o templo principal, que somos nós, em muito o Evangelho
    no Brasil e no mundo irá fazer a diferença.

    Leia o restante na (APOSTILA PROPÓSITOS: http://WWW.DISCIPULADOSEMFRONTEIRAS.COM)

  58. A questão não está no lugar onde se frequenta, mas na forma de relação entre as pessoas.
    Só se aprende a ter discernimento, quem quer viver de forma agradável a Deus, seguindo a
    Jesus. Não podemos medir nossos valores espirituais pessoais pela opinião dos outros; precisamos
    redescobrir um padrão de vida aonde possamos agir como o próprio Deus, que pelo sacrifício pessoal
    libertou vidas.
    Geralmente o sistema religioso institucionalizado combate o que não entende e o que o
    confronta; assim, o nosso guia espiritual (Espírito Santo) concebe uma comunidade entre
    pessoas unidas e o foco não é apenas o serviço religioso ou ritual mantendo as vidas como
    expectadores, mas a formação de pessoas fiéis a Deus, à Palavra, que combatam aparentes
    relacionamentos superficiais que tornam as pessoas isoladas umas das outras, disputando
    poder, atenção e influências às suas necessidades individualistas.
    Quando a instituição impõe compromissos e necessidades, há falsas expectativas que frustram as
    pessoas, onde a grande ilusão é o excesso de formalidades, que provoca acepção, falta de reflexão e
    mercantilismo religioso; o amor e sentimento de partilha são substituídos por exclusividade e
    permanência à submissão das lideranças eclesiais, aonde se confunde o planejamento organizacional
    com o saber dos propósitos providenciais e proféticos divinos.
    O projeto de Deus sempre prevalecerá a despeito de desmandos e desvios ministeriais.
    (Acesse estudo: http://www.discipuladosemfronteiras.com).

  59. Estou impressionado com a repercussão de uma reportagem que para mim, não traz nada de novo. Uma das minhas preocupações com o Evangelho Brasileiro, é que os cristãos, assim denominados, estão mais interessados em "cabeças pensantes", do que na própria Palavra de Deus. Ajustar a Palavra de Deus e sua mensagem única nas prateleiras dos pensadores é quase dizer que está faltando algo nela. De fato o que nós cristãos deveríamos refletir, é se temos vivido e obedecido as Escrituras. Loucura! E me desculpe o palpite, pois conhecendo a teologia dos dois pastores presbiterianos Agreste e Nicodemos, não os vejo andando de "mãos dadas" em suas teologias. Aliás como presbiteriano, reflito muito sobre alguns presbiterianos, que em suas dinâmicas pastorais estão muito próximo de serem teístas abertos… Acorda IPB!

  60. Prosseguimos sem muitas mudanças,a não ser aquelas que necessitar de ser revistas com muito cuidado porque conhecemos o Senhor a quem servimos e nEle não á mudanças.

  61. Deve ter sido a mudança do blogger, que anda identificando automaticamente alguns comentários como spam. Outros já reclamaram da mesma coisa.

    Se vc acha que o que você disse é realmente importante, posta de novo aí!

    Abraço,

    Leonardo.

  62. O artigo é por demais interessante e expressa de fato a triste realidade da Igreja Evangélica. Pertenço a uma denominação histórica, porém, entendo que a Igreja de Cristo transcende a tudo isso, por isso, não fico mais em crise. Tenho compromisso com "Aquele que se fez carne e morreu por todos nós."

  63. Se formos prestar um pouco de atenção no evangelho de hoje e olhar para trás,veremos que não somos mais os mesmos,alguém lembra sobre a teoria de Karl Marx? pois é…era uma boa teoria, poderia fazer com que a sociedade vivesse de forma muito armoniosa,mas ele não contava com o mal humor e a falta de raciocinio de sabedoria da humanidade, e aconteceu que o socialismo se tornou um regime totalitário e repreesivo…
    o mesmo aconteceu com Jesus, Ele veio e mostrou a maneira certa de seguir a lei de Deus, e muito mais que a humanidade não sabia, só ahavia uma diferença, Jesus já sabia sobre a falta de raciocinio de sabedoria da humanidade,mas Ele insistiu , afinal apesar de tudo Jesus ainda confia em nós,pois é e a historia não foi muito diferente…
    para os estudiosos de historia,em toda a historia desde o ano 1, o que é mais polêmico do que a igreja?eu confesso que não sei nós transformamos a igreja para se moldar a nossos pecados, muitos não conseguem adimitir que estão pecando, aprova disso é a igreja gay lá de São Paulo.
    Eu acho que eu já vi uma passagem na biblia que fala sobre o que está acontecendo com o evangelho, na biblia diz que nós cristãos vamos ser perseguidos e caçados, seremos atormentados e mortos,mas o evangelho ainda será pregado no mundo inteiro(Mateus 24:9-14),como?eu acho que nessa época não averão igrejas e a única forma de falar a palavra de Deus vai ser nas casas das pessoas ou em lugares escondidos fazendo pequenos grupos.é inevitável, hoje nós temos escolha, mas depois não teremos mais, só háverá uma forma de adoração, a verdadeira forma que os apostolos nos ensinarão.
    obrigado e Deus vos abençoe.

  64. Graça e Paz!
    Achei ótima a reportagem e inclusive levei a revista ao meu pastor e pedi uma oportunidade no púlpito pra mostrar o que estava acontecendo aos meus irmãos, mas infelizmente poucos deram atenção porque o que todos querem é estar acomodados em seus bancos sem saber de qualquer reforma ou informação que os tirem de sua zona de conforto.
    Não sei se o problema é comigo ou com eles. Pareço estar andando na contra-mão da minha denominação.
    Abçs.

  65. Apaz de Cristo!
    Se olharmos para a palavra de Deus, a bíblia e acreditarmos nelas não ha do que ficarmos preocuapado, não esta registrado que isso tudo aconteceria nos ultimos dias? Ou os senhores não crer que estamos vivendo nos ultimos dias? A bíblia nos informa que muitos viriam em nome de JESUS e se possivel desecaminhariam a muitos, se possivel os Escolidos. Também está escrito que o joio está no meio do trigo e só será arancado pelo próprio Senhor Jesus na sua vinda. Amados dentro da Igreja tenho o verdadeiro, que é o trigo, e o falso que é o joio, por isso tantos escandalos, tantos roubos, tantos homens sujando, mentindo,enganando,sem ética, sem moral e etc., dentro das Igrejas. Para mim esses homens que praticam tais atos e com essa nova teologia nada mas é do que: Aquele que vem com base no nome de JESUS para enganar a muitos.
    saudações em Cristo

  66. Muito me alegra saber que homens de bem estão ouvindo o chamado de Cristo para serem fieis e seguindo o conselho de Paulo na sua carta aos Romanos 12:2 “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” Sem dúvida o mundo precisa voltar a conhecer o verdadeiro Jesus, o Jesus de Nazaré, o verdadeiro pastor, nosso mundo está embriagado por falsas doutrinas, falsos ensinamentos, falsos pastores e também falsas ovelhas, a Bíblia já não é mais uma regra de fé, por muitos pastores e até mesmo por religiões inteiras ela (a Bíblia) é somente um livro de histórias ou conselhos utilizados somente para provar falsas teorias ou pensamentos equivocados sobre Deus, Jesus, Espírito Santo e a religião cristã, e o próprio Deus através do profeta Oséias 4:6 disse: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. ” dessa forma amigos nós devemos estar certos que somente a Bíblia deve ser nossa regra de fé, devemos questionar “novas doutrinas” ou “novos dogmas” a luz da Bíblia a palavra de Deus, João 8:32 diz “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. ” a única verdade está na Bíblia, se a sua religião não segue toda a Bíblia, alguma coisa não está certa, ore a Deus, peça que Ele lhe mostre o caminho, seja sincero de coração, Deus não lhe abandonará sem lhe mostrar a toda a verdade.

    Esse movimento em prol da verdadeira religião me lembra uma passagem do livro de Apocalipse 18:4 que diz “Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos;”. Deixo aqui uma pergunta: Se existem tantas religiões, qual é a certa? Outros versos que me fazem refletir sobre a verdadeira religião. Apocalipse 12:17 e Apocalipse 14:12.

    Kleber Costa
    naranayama@hotmail.com

  67. Apaz de Cristo!
    Como pode um Pastor dizer isso? seja em publico ou reservado. Nas palavras do pastor Kivitz: “Marx e Freud nos convenceram de que, se alguém tem fé, só pode ser um estúpido infantil que espera que um Papai do Céu possa lhe suprir as carências.
    Não está ele anulando as escrituras sagradas? não será outro evangelho que ele quer pregar? Tenhamos cuidados porque tudo isso esta registrado na bíblia que iria acontecer.
    Fique na paz

  68. Não sei se vem ao caso, mas a minha visão sobre este assunto, é que todo mundo acha que está fazendo algo novo e revolucionário. Desde a bola de neve com seus "isso é muito louco" até a assembléia de Deus com " Deus está agindo neste lugar" estão todos achando que ESTA GERAÇÃO ESTÁ TENDO UM AVIVAMENTO'.
    Eu já cansei destas novas propostas que são todas as mesmas. Não importa qual igreja formato ou liturgia, porque quem nos escolhe é o Pai como disse Jesus, e é Ele quem dá o crescimento.
    TODOS NÓS tentamos trazer o trabalho dele pra nós.
    Mas como já dizia o grupo Elo, "É TEU SOMENTE TEU TODO O TRABALHO. O MEU TRABALHO É DESCANSAR EM TI"

  69. A matéria da Época tem seus pontos positivos e negativos.
    Positivo: Achei que foi um ponto interessante e importantíssimo a ser discutido, quanto a isso ok.
    Negativo: O teor a primeira vista parece ser ridículo! Novos evangélicos? Estão trazendo à tona conceitos que são pregados há milênios, com influências diretas da reforma, tentando buscar um protestantismo histórico que apenas inova no conceito de instituição. Como assim novo? O espírito constante de reformar a igreja não foi criado na Reforma, como podem chamar isso de novo? Parece até que a causa esta sendo tratada como mais uma modinha social do nosso contexto, só que dentro de um movimento já conturbado.

    De resto, Os levantamentos apontados são perfeitos e dão uma ideia superficial do que esse "novo" movimento pensa. Acho que a questão da sustentabilidade e outras preocupações com o bem estar social ilustram a ideia do Sal da Terra, ideal tão importante do cristianismo afogado no isolamento institucional e que demonstra que cristianismo é só mais um ideal a ser acreditado e que não tem a capacidade de impactar vidas e trazer o tão sonhado bem estar social.

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