Jonny Depp em Blow: Uma conversa sobre o que realmente importa

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Por Leonardo Gonçalves

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No filme Blow, o ator Jhonny Deep interpreta George Jung, um jovem que migra de Massachussets para Califórnia para se converter no maior traficante de drogas dos Estados Unidos. Neste processo, ele é preso diversas vezes não somente por tomar um caminho errado, mas também por confiar nas pessoas erradas.

Assistir pela segunda vez a história de George Jung me fez refletir em certos valores que precisamos cultivar. Vivemos em um mundo ao avesso, onde projetos valem mais que relacionamentos, pessoas valem menos que coisas e quem tem dinheiro tem sempre a última palavra. No final das contas, valorizamos coisas e usamos pessoas, quando na verdade deveríamos usar coisas e amar pessoas.

Embora tenha tardado muito em refletir, o personagem de Jhonny Deep finalmente se dá conta de que o mais importante na vida não é ter dinheiro, mas ter família, amigos verdadeiros, pessoas em quem confiar. Aos 42 anos, no interior de uma prisão estadunidense, George percebe que sua ambição lhe levara em derrocada, e chega até mesmo a sentir saudade da vida simples que levava em Massachussets, ao lado do pai. Contudo, este sentimento não lhe pode restituir os anos idos, nem a filha que ele tanto amava.

Amigo leitor: se há uma grande verdade ilustrada nesta trágica história, é que a confiança em riquezas é coisa vã. Ter dinheiro é bom, mas cultivar um relacionamento saudável é muito melhor. O amanha é coisa incerta, portanto, jamais permita que a ambição te afaste das pessoas que realmente se importam com você.

Pense nisso!

***
Postou Leonardo Gonçalves, aprendendo a amar pessoas e usar coisas, no Púlpito Cristão
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5 COMENTÁRIOS

  1. Assunto batidíssimo, meio óbvio, mas que é sempre bom estar lembrando, vai que tem algum distraído aí, né?
    Li esses dias que as coisas importantes devem ser repetidas milhares de vezes, sempre que for necessário. Então aproveito para colar este trecho de que gostei especialmente:

    "Vivemos em um mundo ao avesso, onde projetos valem mais que relacionamentos, pessoas valem menos que coisas e quem tem dinheiro tem sempre a última palavra. No final das contas, valorizamos coisas e usamos pessoas, quando na verdade deveríamos usar coisas e amar pessoas."

    E se tivermos que estar de um lado, que seja no papel de quem é desvalorizado e nunca no de quem desvaloriza o outro. Que Deus tenha misericórdia de nós.

  2. Não é Jhonny Deep, é JOHNNY DEPP. Ele não é tão "deep" (profundo) assim.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk essa foi boa

    Vale a pena ler de novo ou não esse é um dos textos mais especiais do Pulpito.

    Abraços

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