A “nova reforma” protestante e o desprezo pela doutrina

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Por Bill Hamilton

É muito sutil, mas quem está dentro dessas discussões vai ler nos comentários dos “nossos” representantes – entrelinhas – um certo desprezo da Palavra de Deus. Como exemplo eu cito Ed René Kivitz, que assumiu publicamente fazer parte daquele movimento apóstata chamado a “Igreja Emergente”: “Mas hoje gostaríamos de dizer que o cristianismo tem, sim, espaço para contribuir com a construção de uma alternativa para a civilização que está aí. Uma sociedade (ênfase minha) que todo mundo espera, não apenas aqueles que buscam uma experiência religiosa.”

Eu pergunto: “Onde você acha tal comissão no Novo Testamento, Ed? Desde quando o propósito do cristão se tornou “trazer o reino de Deus” (uma meta da I.E.), no sentido social e societal, para cá?

Há abusos sérios no evangelicalismo brasileiro? É claro! Há “lobos vestidos como ovelhas” liderando uma boa parte das igrejas “evangélicas”? Sim. Há necessidade de ver transformação de até denominações inteiras? Com certeza.

Mas qual seja a solução bíblica nisso tudo? Significa jogar fora tudo que soa de “igreja atual”? Significa abandonar a fôrmula bíblica de estrutura eclesiástica, especialmente os presbíteros e diáconos? Significa abrir mão da maneira bíblica de prestação de contas (e.g., a disciplina dos membros que continuam pecando sem arrependimento)? Quais “dogmas” deveríamos abandonar nesta nova reforma protestante? A da expiação substitutiva, onde Cristo, por sua própria escolha de sacrifício, foi punido (penalizado) no lugar dos pecadores (substituição), assim satisfazendo as demandas de justiça, de forma que Deus pode justamente perdoar os pecados? Aliás, existe outra base para o perdão do pecador? São os dogmas assim que deveríamos rejeitar agora como faz Brian MacLaren, um dos líderes norte-americanos da I.E.? Quais são os outros que podem ser eliminados. Um outro líder da I.E. nos EUA – Rob Bell – acha possível abrir mão do dogma da Trindade? E aí, emergentes brasileiros? Vocês querem que a Igreja brasileira apostate a fé (leia “dogmas”) assim também?

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Há problemas na Igreja e nas igrejas? Sim. Havia problemas no primeiro século? Também, sim. Olhemos, então, para a Bíblia para resolver esses problemas e não para esses “gurús” que podem ser (e na minha opinião, são) uma outra forma que o Inimigo usa para desviar a Igreja da linha certa, da linha bíblica.

Eu tenho algumas sugestões:

1) Que voltemos ao evangelho BÍBLICO.

2) Que avaliemos as nossas práticas atuais nas nossas igrejas e eliminemos aquelas que não sejam bíblicas.

3) Que oremos por reavivamento (para não ser confundido com “avivamento”) – aquele mover do Espírito Santo sobre a Igreja e o mundo que traz quebrantamento, arrependimento e conversão verdadeira.

4) Que sejamos resposta da nossa oração, praticando o EVANGELISMO BÍBLICO.

5) Que preguemos a Palavra de maneira expositiva (e.g., pregando sistematicamente pela Bíblia, livro por livro, explicando em detalhe o significado dela, parágrafo por parágrafo e aplicando-a ao ouvinte, semana após semana).

Assim teremos uma igreja saudável porque ela será composta de pessoas convertidas de verdade, pessoas que submetem-se ao ensino da Palavra ao ponto de sair colocando-a em prática (praticantes x ouvintes). Que Deus tenha misericórdia de nós, como Igreja, à luz dos nossos pecados, nos mostrando nossos erros e nos motivando a arrependermos deles para que Cristo seja a Pessoa principal na Igreja brasileira de novo!

Amém!

***
Fonte: A Seduçao do Cristianismo

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