Baile de máscaras

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Por Márcio de Souza

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Essa é pra juventude. Carnaval como todo mundo sabe, é tempo de se mascarar e ir pra rua farrear. Fantasias das mais diversas povoam o Brasil inteiro nos famosos bailes e nas ruas por esses dias. Não to falando das máscaras de pierrot, ou das fantasias de colombina, ou arlequim, mas das máscaras sociais que as pessoas colocam durante os dias de folia.

São diversos tipos. Máscara de bonzinho para enganar a menina que está em busca de alguém sério mas procura no lugar errado; Máscara de saudável, para os mal intencionados que arpoveitam o carnaval para disseminar doenças sexualmente transmissiveis; Máscara de responsável para encher a cara com a desculpa que bebe apenas o suficiente e acaba virando estatística no carnaval; e muitas outras máscaras que poderíamos ficar aqui citando o carnaval inteiro.

A grande questão é que durante o carnaval é preciso vigiar dobrado, porque as pessoas estão ou com a carência a flor da pele ou com a maldade aguçada. Não caia em qualquer conversa, não de ouvidos a qualquer aventura de carnaval, viva esse período com responsabilidade, e digo isso não é porque o diabo ta solto não, porque a Bíblia diz que se resistirmos ao diabo ele fugirá de nós, mas falo isso porque nossa carne que é terrivelmente corrupta e pode nos trair a qualquer momento. E pra viver um momento você pode ficar machucado(a) por uma vida inteira.

E no mais, tudo na mais santa paz!

***
Postou Márcio de Souza, comprado por Cristo e hoje sem máscaras, no Púlpito Cristão

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3 COMENTÁRIOS

  1. Você está dizendo para participarmos do carnaval com juízo? Quem possui juízo cristão não participa do carnaval de forma alguma.

    Mas compreendo que mesmo quem afirma não participar do carnaval pode cair em erros. Assim, a postagem é apropriada.

    Muitos usam máscaras o ano inteiro.

    Se você for à uma imobiliária ou qualquer outro estabelecimento e notar que quem atende deixou uma Bíblia sobre a mesa estrategicamente posicionada para os clientes perceberem e concluírem que ele é honesto e confiável, pense vinte vezes antes de fechar negócio com o elemento!

  2. Emerson,

    Há tempos que não participo de carnaval, mas quando mais jovem (já convertido), costumava dar umas "batidas" em esquinas da cidade, geralmente abordando jovens usuários de drogas. É inacreditável a carência das pessoas durante o perído…

    Outra "estratégia" era dar uma "patrulhada" no SUS, quase sempre na quarta-feira de cinzas. Minha cidade era pequena (20 mil habitantes), e nessa época se transformava: A violência atingia seu ápice, e eu sempre encontrava uns conhecidos com o nariz quebrado, braço luxado, todos estropiados por lá.

    No nosso caso (em uma cidade pequena, onde todos se conhecem), evangelismo no SUS na quarta-feira de cinzas era uma grande oportunidade pra falar de Jesus, e também para conscientizar pessoas sobre o perigo do abuso de alcool e da violência.

    Concodo com o Hermes na sua Parábola: Não precisamos de oposição (retiros espirituais) nem de exposição (desfile cristão), mas de disposição (para servir as pessoas durante o período).

    Abração, brother!

    Leonardo.

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