O inferno são os outros

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Por Márcio de Souza

Por vezes, culpamos os outros por nossos tropeços. Lembra de Adão lá no relato da queda? Ele incriminou a Deus e a Eva por ter provado do fruto. Quando questionado com relação ao fato ele disse: “Foi a mulher que tu me deste”. Eva, na berlinda, colocou a culpa no diabo: “A serpente me enganou”.

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Pois é, é assim que fazemos com nossos tropeços. Colocamos a culpa no cara que nos ofereceu droga, na mulher que nos seduziu, no camarada que fez uma proposta irrecusável de negócio ilícito e no diabo que sempre é o culpado de tudo que acontece com os crentes.

Precisamos aprender a assumir responsabilidades quanto aos nossos atos. Se fizemos, devemos assumir que fizemos e pronto. Se caímos, devemos nos levantar e aceitar a correção. Assim é mais fácil, assim é bíblico. Chega de ficar colocando a culpa de nossas maluquices nos outros. Sejamos homens e mulheres de Deus como Davi por exemplo que quando confrontado pelo profeta assumiu que era terrivelmente mal e depois aceitou a correção do Senhor.

Pense nisso:

“Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” Tiago 5.16

E no mais, tudo na mais santa paz!

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1 COMENTÁRIO

  1. Transferir a culpa ao outro é uma das causas mais frequentes de neuroses ou desordem de caráter. É difícil fugir desses dois problemas. Temos dificuldades de aceitar a responsabilidade por nosso comportamento porque não queremos sofrer suas consequências. Daí vive-se transferindo a culpa e a responsabilidade.
    Erros são parte da vida e eles podem nos ajudar a ser uma pessoa melhor, aprendendo com eles. Todavia,em primeiro lugar, devemos assumir a culpa e sofrer sua consequência, encarando-a como uma evolução; agora, se transferirmos a culpa a outrem (diabo e afins), não vamos sofrer genuinamente seus efeitos e o erro vira neurose, daí vemos tantos adultos infantilizados, cristãos problemáticos, medrosos, incapazes…
    Não ensinamos as crianças a reconhecerem a culpa, assumirem responsabilidades e a sofrerem a consequência, do contrário, protegemos demais. Resultado: adultos neuróticos.
    O processo de pedir perdão a Deus envolve o reconhecimento e a aceitação do efeito; sem isso não existe pedido de perdão. O perdão liberta.

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