Virgindade: mito, obediência ou tabu?

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Por Renato Vargens

Conheço muitas moças cristãs compromissadas com Cristo e o seu Reino e que mesmo diante da pressão da sociedade tem guardado sua virgindade para aqueles que as desposarem. Dentre estas, há uma universitária de 24 anos que sofre todo tipo de zombaria por parte dos seus colegas de classe que a ridicularizam por ainda ser virgem. Em contrapartida a isso, a mídia tem noticiado relatos de moças que resolveram leiloar suas virgindades pela internet.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, de 1996 a 2006 o percentual de garotas que perderam a virgindade até os 15 anos saltou de 11% para 33%. Nesta mesma faixa, 47% dos meninos já tiveram sua iniciação. “A erotização está começando cada vez mais cedo e de forma intensa”, afirma a psicopedagoga Quézia Bombonatto, de São Paulo.

Há pouco tempo surgiu nos Estados Unidos um movimento favorável a manutenção da virgindade. A idéia nasceu no início da década de 90 com o programa “True Love Waits” que prega a abstinência sexual até o casamento. O projeto, que percorre escolas e instituições ligadas à juventude, começou na Igreja Batista e depois foi adotado por diferentes crenças em mais 13 países. Segundo Jimmy Hester, coordenador do TLW, cerca de 3 milhões de jovens fazem parte do programa. “Esse é o número que temos documentado. Durante as palestras, alguns adolescentes assinam nosso acordo de adesão”, diz. No início, a organização lançou uma pulseira de plástico para simbolizar a filosofia. Depois o acessório foi trocado por um pingente de prata, mas só ganhou popularidade com o “anel da pureza” – acessório que pode ser usado por meninas e meninos. “Não fabricamos mais a jóia. Atualmente há inúmeras instituições que as vendem e alguns jovens preferem desenvolver seu próprio anel”, diz Hester.
Caro leitor a relação sexual é privilégio de casais casados. As Escrituras Sagradas nos ensinam que adolescentes e jovens devem viver em estado de pureza. Creio, portanto, que essa geração precisa rever seus valores não se deixando moldar pelos pressupostos deste sistema. Somos chamados por Deus a vivermos uma vida onde a liberdade e a responsabilidade transforma-se em marcas de uma geração comprometida com seu Senhor e consigo mesma.
Pense nisso!

***
Postado por Renato Vargens, no Púlpito Cristão

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5 COMENTÁRIOS

  1. Muito bom, também concordo que a erotização esta começando mais cedo, e acho que isto é o que o inimigo quer, destruir com aquilo que chamamos de família, a família, ou o casamento não são instituições falídas asim como os jovens dizem hoje em dia.
    Viva a santidade!!

  2. Eu faço parte desse movimento de "contra cultura" e uso o anel. Já fui muito criticada por algumas pessoas que falam mal e dizem que eu vou quebrar meu voto antes de casar. Uma parte dos meus amigos me apoiam nisso, mas são poucos.
    Tenho orgulho de dizer que eu só vou fazer sexo depois de casar! Me orgulho muito disso e acho que os jovens deveriam fazer o voto e cumpri-lo pois além de agradar a Deus, isso gera uma série de consequências boas para a nossa vida.

  3. ÓTIMO POST…INFELIZMENTE HOJE, ATÉ MESMO EM NOSSAS IGREJAS E EM IGREJAS QUE SE DIZEM EVANGÉLICAS, O SEXO DURANTE O NAMORO É TRATADO COMO ALGO CASUAL. A MODERNIDADE ABRE MUITA BREXA PARA O MUNDANISMO. SER JOVEM COMPROMISSADO COM DEUS É PAGAR UM PREÇO MUITO CARO, MAS É POSSÍVEL E VALE A PENA.

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