Quando “probrema” é diferente de “pobrema”

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Por Renato Vargens

Estava em um ônibus quando ouvi a conversa de duas adolescentes: – Você sabe qual é a diferença de “probrema” para “pobrema”? Não, disse a segunda adolescente. Pois é, replicou a que fez pergunta dizendo: “probrema” é aquilo que você causa nos outros. Já “pobrema” é aquilo que os outros causam em você.

Caro leitor, confesso que fico assustado com o nível de ignorância de nossos adolescentes e jovens. Não é a toa o que índice de analfabetismo funcional em nosso país é de 70% da população economicamente ativa. Já no restante do planeta, existem aproximadamente 900 milhões de indivíduos que não conseguem interpretar um texto sequer.

Os analfabetos funcionais são pessoas com menos de quatro anos de escolarização; mas pode-se encontrar, também, pessoas com formação universitária e exercendo funções-chave em empresas e instituições, tanto privadas quanto públicas! Elas não têm as habilidades de leitura compreensiva, escrita e cálculo para fazer frente às necessidades de profissionalização e tampouco da vida sócio-cultural.

Como já escrevi anteriormente a Igreja de Cristo precisa posicionar-se de forma prática e objetiva auxiliando o estado e a sociedade civil no combate ao anafalbetismo funcional. Fico a pensar o quanto poderíamos contribuir positivamente com a sociedade brasileira se colocássemos a disposição da comunidade nossos prédios e salas de escola dominical. Aliais, por acaso você já percebeu que a maioria dos nossos equipamentos ficam ociosos durante a semana só sendo utilizados aos domingos? Pois é, infelizmente essa tem sido a realidade de boa parte de nossas comunidades eclesiásticas.

Creio que como cristãos podemos colaborar significativamente proporcionando aos nossos adolescentes e jovens a singela possibilidade de desfrutar de dias melhores. Para tanto, torna-se indispensável que nos engajemos na importante luta de informar e formar essa alegre meninada, levando-os a um nível mais alto de sabedoria e cultura.

Pense nisso!

***
Postado por Renato Vargens, no Púlpito Cristão

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3 COMENTÁRIOS

  1. Em pesquisa feita ano passado, revela que, apesar de tanta literatura específica, blogs, sites, igrejas, o campeão de leitores – que entendem o que está escrito – dentro dos 5% que leêm no Brasil, são os espíritas, com 75% da fatia.

    Não é interessante que, em um país, com 23% da população de Evangélicos (conhecidos em algumas regiões como "bíblias"), não se dê ao luxo nem ao mesmo em lê-la?

    No mais, a população entre 50 e 60 anos são os que mais Lêem a bíblia. Já a mocidade…é ruim de ler. Isso talvez justifique o sucesso do Twitter, com o mínimo que uma frase pode dizer, o Youtube com seus curtas, videoclipes com conteúdo, na maioria, dispensável e descartável.

    Somando-se ao baixo nível de ensino público(vide aqueles que conseguem ingressar nas melhores faculdades), pode-se imaginar o que ainda pode vir pela frente.

    Isso é muito mais que um "ploblema, pobrema…"
    É uma "questã" "a niver" "nassional"…

    Um abraço

  2. Realmente, o palavreado de muitos começam a fazer-me mal pelos ouvidos. As escolas públicas, para alcançar um certo índice de aproveitamento estabelecidos por suas secretarias de educação, promovem de grau quem não exibe condições para tal, e aí começa o problema. Abespinha-me quando leio no quadro de projeção em uma igreja, letras dos cânticos com erros gritantes de português. O que um visitante pensará daquela igreja?

  3. Ixe!!! Intao vamo te paxto de montao teno que vorta' a faze o qui num feis antes de assumi o purpito.
    Porque o que tem de barbaridade ungida por ai e' insuportavel. Vide irmaozinhos usando a "briba" , chamando o profeta de "Ozoquiel", e usando sem o menor pudor o classico, "nois fumo e nois feis".
    Misericordia, precisamos mesmo e muito, melhorar e com isso ajudar a nacao.

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