O Reino, o desenho e o artista

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Por Victor Fontana
Ainda tem povo de Deus por aí. Gente que sente falta de um pedaço de “novo” que não temos porque não chegou o tempo.

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Ainda não é a hora da Nova Jerusalém. Enquanto estamos por aqui, temos um lugar para viver, mas ficamos sem um lar. E nada é mais mais que natural que a vontade de ir embora.

Essa vontade de sair deste sistema aumenta quando percebemos que não damos conta do recado. Que esse corpinho de carne atrapalha. Que esse mundo enoja. Que fazemos o mal que não queremos e deixamos de fazer o bem que desejamos.

Por enquanto, Reino de Deus é desenho. É imaginação. Ele existe num imaginário que faz duro contraste com o falsário “mundo real” que nos cerca.

Se o reino é imaginação do Artista, nós somos a obra. E assim, temos que remeter ao que Ele imaginou.

Então, o desejo de ir embora nos leva a uma necessidade de ficar. É um paradoxal ciclo virtuoso. Em que o mesmo princípio ativo que nos leva a querer ir embora, nos dá um sentido de urgência. Uma sensação de tarefa incompleta. Um senso de dever.

Quem tem saudades da cidade que nunca visitou, tem sede de justiça. Tem ímpeto por transformação social. Transborda em amor. É mensageiro de paz. Chora com os que choram. É mansidão com seus agressores. É perseguido e quer ir. Mas é luz e quer ficar.

O quadro foi pintado para ser olhado. Nossa missão é sermos observados e fruídos. Parafraseando o Mestre: Somos “uma cidade sobre o monte, que não pode ser escondida”.

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Fonte: Cristianismo Inteligente
– Título Original: Sermão do monte e o verdadeiro fim dos tempos

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