Sete coisas que eu gostaria que os ativistas Pro-gay admitissem

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Por Bob Davies (*)

Eu queria que eles admitissem que muitas pessoas não são felizes em sua condição homossexual e vivem em conflito interno, por força de suas próprias e legítimas convicções religiosas e morais – e não como resultado das pressões de uma sociedade, por eles chamada de homofóbica, que os imputa culpa por sua não conformidade à ética heterossexual.

Parem de nos aplicar rótulos baratos tipo “homofobia internalizada” a fim de explicar nossas motivações.

Eu gostaria que estas pessoas reconhecessem que homossexuais e lésbicas, podem sim, experimentar mudanças significativas na prática de suas manifestações, inclinações e desejos sexuais, mesmo que alguns jamais venham a ser totalmente heterossexuais em seus pensamentos e sentimentos.

Sejam honestos e admitam que as mudanças são significativas e genuínas, mesmo se não são completas.

Eu queria que eles reconhecessem que a maioria dos ex-homossexuais encontraram um nível de paz e satisfação em suas vidas, jamais vivido enquanto experimentavam um estilo de vida homossexual.

Nem todos os ex-gays são infelizes, nem tão pouco vivem uma vida de miserável repressão sempre tentando satisfazer suas necessidades inconfessáveis sem serem descobertos!

Eu gostaria que estas pessoas reconhecessem que ex-gays e ex-lésbicas podem viver felicidade genuína em uma união heterossexual.

Saibam que a maioria dos ex-gays e lésbicas não busca a união heterossexual como forma de fugir de suas tendências homossexuais. O casamento é para eles, conseqüência natural da solução desta questão em suas vidas.

Eu gostaria que estes críticos reconhecessem que as pessoas têm tanto direito de buscar a heterossexualidade quanto eles têm de buscar sua homossexualidade.

Ex-gays e ex-lésbicas não deveriam ser perseguidos, ameaçados e castigados pela comunidade gay por terem tomado a decisão de abandonar a homossexualidade. Digo isto, pois é de conhecimento geral os inúmeros casos de violência verbal e física (linchamentos, ameaças anônimas, agressões na mídia) e até ameaças de bomba, como sofremos em nossa organização: a Exodus Ministries.

Eu gostaria que estas pessoas envolvidas na militância pro-gay parassem de apontar a nossa decisão de abandonar a homossexualidade e ajudar a outros neste sentido como um ato de provocação e ódio dirigido aos gays.

Não odiamos os gays. Nós, simplesmente, optamos por uma vida livre da homossexualidade e desejamos ajudar outras pessoas que querem o mesmo. Não rotulem nossa motivação de forma leviana e nojenta, pois tal atitude é tão injusta e critica quanto aquela que vocês se dizem vítimas.

Eu gostaria que os líderes religiosos pro-gay admitissem que seu endosso aos gays não pode, nem sequer, ser justificado como uma forma de promover valores monogâmicos aos casais gays.

Líder religioso imaginando que uma “união sagrada gay” irá garantir ou promover a fidelidade entre os envolvidos está se enganando ou está tentando dourar a pílula. Muitos, provavelmente a maioria, dos homens e mulheres envolvidos em relacionamentos gays de longo prazo jamais foram monogâmicos.

A infidelidade consentida, ou não, é característica majoritária do estilo de vida homossexual. Vem com o pacote.

Fato é, que a maioria das igrejas gays realmente não disciplina seus membros. Seja em relação à fidelidade, seja em relação à prática sexual antes da “união sagrada”. Ou não serão estes pecados também?

***
(*) – Bob Davies é Presidente do Exodus International e ex-gay. Ele é casado a mais de 10 anos.

– Tradução: Danilo Fernandes, Genizah

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3 COMENTÁRIOS

  1. A “Liberdade Sexual” transformada em libertinagem das mais baixas possíveis, levou-me a emitir de maneira clara o que penso sobre o tema. Sou apenas um pai de família leigo no tema e não tenho pretensão alguma de esgotar o assunto, até por que isto é impossível diante do quadro de imoralidade que se instalou no seio da sociedade. Lamento que a mídia procure dar ênfase a apenas um lado de tudo isto e não procura ouvir pessoas que levam a originalidade da criação a sério.
    Gostaria como um simples cidadão expor a minha posição sobre esta questão que considero ser de extrema relevância para toda a sociedade e que tem causado uma enorme confusão com as distorções de valores e princípios que o tema tem provocado. Sou uma pessoa que você evidentemente poderá classificar como ultrapassado e ultra-conservador, eu sei disto e por esta razão não tenho nenhum receio com relação as minhas posições, até porque as minhas convicções estão fundamentadas em argumentos sólidos e inquestionáveis. Há muito venho acompanhando de perto toda esta celeuma criada em torno de um assunto de tamanha relevância para os nossos dias, e sinto que se algo não for feito com a máxima urgência o preço a ser pago será extremamente alto e nós cidadãos de bem é que teremos que arcar com todas as conseqüências advindas de tudo isto.
    As dimensões do problema, porque a imoralidade sexual é uma tragédia anunciada que avança velozmente contra a coletividade, supera todas as barreiras dos valores que tínhamos até a algum tempo como referenciais para a preservação da moral e dos bons costumes que contribuíam de forma clara na formação equilibrada da família, a instituição básica na formação de uma sociedade civilizada. A defesa dos “Direitos Humanos” da forma indiscriminada como está sendo processada por milhares de entidades por todo o mundo tem trazido conseqüências desastrosas para toda a sociedade além de estar interferindo diretamente na instituição central que a compõe, a família. Qualquer leigo percebe com clareza que ela, a família, está mutilada a beira do caminho agonizando a espera do ultimo suspiro, o que parece ser apenas questão de tempo, pois o oxigênio moral que a mantém viva está sendo sugado em larga escala pelas inconseqüências de uma sociedade corrompida, pervertida e descomprometida com os valores que deveriam ser o alicerce de sua sustentação em meio ao mar de imoralidades no qual ela está inserida.
    A banalização da moral e dos bons costumes com a exploração irracional do sexo, trouxe consigo problemas de toda a ordem que vem minando de forma sutil algo de importância única criada por Deus para a preservação da espécie humana na face da terra e na busca desenfreada de justificar o seu comportamento o homem têm usado os mais frágeis argumentos na tentativa maluca de atender exclusivamente as suas necessidades sexuais descabidas. No afã de fazer a defesa de seus interesses, na busca de alimentar os prazeres passageiros da carne, na busca intensa de esconder as suas fraquezas homens e mulheres tem tentado de forma acintosa encontrar no sexo algo que possa dar consistência as suas dificuldades emocionais e as suas deficiências psíquicas. É fato inegável que pessoas que fazem do sexo uma obsessão são portadoras de distúrbios psicológicos, a grande dificuldade é admitir isto. Desta forma, para esconder as suas fragilidades e seus devaneios em meio a sociedade com uma fé míope e doente pelos seus distanciamento com Deus, o que sobra para estes é alicerçar as suas “verdades” e justificativas sem qualquer fundamento lógico, sério, prudente, espiritual entre outros.
    Hoje, para justificar comportamentos distorcidos e desvios de conduta no campo da sexualidade, terapeutas, médicos, religiosos, políticos, profissionais da comunicação, magistrados entre outros, estão envidando todos os esforços para tornar aceitável à sociedade as suas argumentações favoráveis a tudo de imoral e irracional que vem avançando sobre todos nós como um enorme rolo compressor. A palavra “pudor” para muitos só existe no dicionário, pois o sentimento de vergonha, de mal-estar gerado pelo que pode ferir a decência, a honestidade ou a modéstia não faz o mínimo sentido para estes. A liberdade sexual tem sido usada como instrumento de fuga para aqueles que se sentem impotentes diante dos desejos da carne, desta forma fica mais fácil descer rio abaixo agarrado a um pedaço de madeira qualquer da conformidade, do que enfrentar os desafios remando com toda a intrepidez correnteza acima, situação esta – de enfrentar sozinho a força das águas – que exige esforço, coragem, desprendimento e resignação. Como diz o ditado, “para descer, todo o santo ajuda”, aí já viu, ninguém quer demandar esforços para vencer a si próprio na luta contra tudo de ruim que se instalou no seio da população. A sujeira que se espalhou no seio da sociedade é de dar inveja a qualquer Tietê da vida, o mal cheiro exala com tamanha intensidade que contamina até pelo contato com o ar.
    Analisando com critério a questão, não encontrei em lugar algum nenhum respaldo para se usar os “Direitos Humanos” com a finalidade única de dar qualquer legalidade a este tipo de conduta pervertida que tem violentado toda a sociedade. Adultos, jovens e crianças estão expostos aos mais baixos tipos de comportamentos no campo da sexualidade, e quem poderia lutar contra, em muitos casos estão sim, aplaudindo de pé a tanta barbaridade. Muito embora a destruição pareça ser pequena para a maioria dos que defendem práticas desta natureza, basta fazer um comparativo entre como as coisas eram e como estão hoje, a degeneração moral está estampada de forma clara, pois a imoralidade tomou forma e passou a ser considerado algo natural, aceitável até mesmo pelos meios religiosos conservadores.
    O matrimônio sagrado, consumado no casamento entre seres de sexos opostos e instituído por Deus caiu em descrédito total, a sociedade deixou de ser edificada sobre os alicerces sólidos do respeito, da moral e da fé para abrir espaços para que as suas bases fossem substituídas por elementos instáveis que se sustentam atrás de argumentos vulneráveis criados pelo próprio homem para justificar as abominações que ele insiste em praticar no que diz respeito as praticas do sexo. A palavra vergonha, usada por uma mãe no desenrolar da entrevista, deixa claro que as pessoas desprovidas de informações sérias e confiáveis, estão se tornando reféns de grupos interessados exclusivamente em colocar em evidência costumes que afrontam a convivência pacífica e saudável entre no seio da sociedade. O sexo, na forma deixada por Deus está na UTI, os tubos estão prestes a serem desligados e aí… Como combater um tema tão significativo se Médicos, Líderes Religiosos, pessoas ligadas à Justiça, Pais de Santo, etc., estão a cada instante achando que tudo isto é normalíssimo para os nossos dias.
    Em troca da desgraça que os homens denominaram “liberdade sexual”, e que as leis procuram dar legalidade, nós como cidadãos de bem somos obrigados a engolir toda a sorte de porcaria que são colocadas diariamente diante de nós seja através dos meios de comunicação, nos meios artísticos ou seja lá onde formos. A criatura revoltou-se contra o criador e numa atitude de desprezo tenta de forma insólita mudar o rumo da história querendo forjar meios para dar legitimidade a tudo que fazem. Pessoas com os mais ridículos trejeitos, se esforçando de forma descomunal, tudo na vontade única e exacerbada de se postarem de forma física diferente da que originalmente elas foram concebidas pelo criador. Desta forma vê-se mulheres querendo se mostrar como homens e homens se contorcendo de todas as formas, equilibrado sobre saltos, angustiados por não conseguirem uma performance semelhante ao das mulheres. Muitos se vêem diante de frustrações, outros são ridicularizados, outros tantos são humilhados e nem assim se dão conta de que estão andando na contramão da sociedade, que com comportamentos desta natureza estão denegrindo a imagem do Deus criador de todas as coisas que existem sobre a face da terra.
    Qualquer pessoa com o menor nível de conhecimento possível sabe que o casamento baseado nos princípios sagrados e até na própria “lógica” jamais, em hipótese alguma, pode ser constituído entre pessoas do mesmo sexo, isto é uma aberração, uma afronta que, avilta os mais nobres sentimentos defendidos por qualquer cidadão de bem que esteja comprometido verdadeiramente com Deus. Contrariar um conceito tão simples de entender que a constituição de uma família se dá pela união exclusiva de pessoas de sexos opostos é querer fugir da verdade, é antes de tudo afirmar com todas as letras que Deus não faz o menor sentido na vida para absolutamente nada que envolva o ser humano.
    Infelizmente e para vergonha daqueles que defendem uma prática salutar do sexo como benção de Deus, a nossa juventude está sendo atacada e violentada por esta onda irresponsável de liberalismo sexual desenfreada onde o que importa é o prazer independentemente de que forma ele será conseguido. È o vale tudo, homem com homem, mulher com mulher e neste curso a procissão segue rumo à um abismo de profundidade indefinida.
    Impressiona-me ver que profissionais da área de medicina que juraram dedicar as suas vidas em prol de salvar seres humanos se dêem a realizar as famosas cirurgias para trocas anatômicas de sexo, uma vez que biologicamente tal troca é impossível. A cada noticia envolvendo o assunto que é mostrada nos meios de comunicação eu me sinto ainda mais fragilizado, mais impotente em razão do desrespeito que estes profissionais estão praticando. Pessoas que agem assim deveriam reavaliar os seus conceitos, o seu profissionalismo, o juramento que fizeram quando de suas formaturas e só depois se definirem por realizarem cirurgias desta natureza. A profissão que abraçaram precisa ser exercida em função de salvar vidas, de zelar pela saúde, minorar a dor e o sofrimento e nunca, em hipótese alguma troca de sexo(?). Milhares de pessoas estão morrendo diariamente por não poderem desembolsar um centavo para ter uma melhor condição de saúde, e eu entendo que estes profissionais deveriam sim, dedicar as suas vidas na construção de uma sociedade dentro dos padrões normais construídos sobre a moral e os bons costumes e não a mutilação de pessoas.
    Com atitudes desta natureza, mutilando de forma cruel o ser humano criado por Deus eles estão contribuindo cada vez mais para que a imoralidade e desrespeito a Deus se tornem a marca registrada desta nossa geração. Da liberdade fomos para o liberalismo e hoje a libertinagem tomou espaço em todas as áreas desta já desmantelada sociedade corroendo todos os sentimentos e segmentos que a mantinham alinhadas com a decência e a ordem.
    Também neste caso não foi a só vaca que foi para brejo há muito tempo, mas sim o rebanho inteiro junto com o galinheiro, o chiqueiro e tudo mais. O brejo está infinitamente pequeno para tanta imoralidade e falta de respeito. O sexo virou mercadoria e assim a coisa mais sublime nos dada por Deus para dela gozarmos virou mercadoria de troca em qualquer esquina da vida.
    Afirmar que o amor supera tudo é unicamente querer tapar o sol com a peneira, é querer dar caráter de legalidade a algo que estampa nas suas raízes tudo de podre que pode existir na face da terra. Orgulho gay? Orgulho de que? O que há de exuberante naquele bando de gente de sexualidade e comportamento moral indefinidos? De pessoas frustradas e sem senso de ridículo fazendo do sexo um caminho para extravasar as suas frustrações? Não posso ver outra coisa senão uma pobreza e uma decadência moral sem precedentes na humanidade. Que contribuição este tipo de procedimento tem trazido para a sociedade? Além do descalabro moral, nenhuma, pelo contrário os estragos estão aí embaixo do nariz para quem quiser ver.
    Aliás, há sim um grupo que está deitando e rolando com tudo isto e que age abertamente sem serem incomodados por ninguém, a indústria do sexo. Estes sim estão fazendo fortunas com a desgraça alheia, pois a pornografia virou uma epidemia incontrolável em toda a sociedade. A situação chegou a tal ponto que passar por uma banca de jornais em qualquer esquina ficou impraticável diante de tanta imoralidade e de tanta porqueira impressas em revistas e jornais. Tudo isto com a conivência de nossas autoridades, o que é pior. O mau cheiro exala com tamanha intensidade que chega a causar danos a nossa consciência agredindo com violência a formação e o caráter de nossa juventude.
    O avestruz dizem, ao ser perseguida por seus captores, enterra a cabeça na areia na intenção de se ver livre dos mesmos, coisa obviamente impossível. É exatamente assim que uma parcela considerável da população está fazendo, enterrando a cabeça para os problemas éticos, morais e espirituais que estão nos afligindo no nosso dia-a-dia, achando que assim estarão livres de se confrontarem com os mesmos. É infinitamente mais cômodo aceitar do que procurar, dentro de uma discussão saudável, provar que tudo isto não passa de afronta a sociedade e principalmente a Deus.
    Impressiona-me ver magistrados permitindo por sentenças judiciais, que pessoas de ambos os sexos passem por cirurgia para a “troca de sexo(?)” como se isto fosse a coisa mais natural do universo. Esta distorção precisa ser corrigida no menor espaço de tempo possível e quem pode fazer agir neste sentido são os próprios magistrados, pois só eles tem as leis em suas mão. Esta é sem duvida alguma uma tragédia sem precedentes na história que não se compara a qualquer catástrofe já vivida na face da terra. Nem mesmo a morte de milhões de Judeus no passado trouxe tantos prejuízos quanto esta desmoralização ora em andamento no mundo e em especial no nosso sofrido Brasil. Quero deixar claro que não tenho absolutamente nada contra o povo Judeu, apenas encontrei na catástrofe vivida por eles fatos que me serviram de comparação.
    Gostaria de ressaltar algo que pouquíssimas pessoas conseguem enxergar que são os estragos na família, a mutilação de relacionamentos e a morte prematura de muitas pessoas face às doenças que se propagam com uma intensidade jamais vista. Quantos pais e mães se sentem frustrados e profundamente amargurados, pois imaginavam que aquele(a) “filho(a)” seria um cidadão que dignificaria o nome da família sendo exemplo na sociedade e agora ele ou ela estão desenvolvendo um comportamento moral e sexual que ofuscam claramente os mais nobres sentimentos de paternidade. Quantas mães se conformam camuflando sentimentos, querendo mostrar que aceitam o comportamento de seus filhos não por compactuarem com os princípios que estes adotaram, mas sim em razão do sentimento de amor que Deus deu a elas. Quanta dor, quanta tristeza, quantas situações de constrangimentos a família é forçada a se submeter para evitar conflitos cujos resultados e conseqüências são imprevisíveis.
    O espírito de unidade familiar foi literalmente destruído por este modelo facínora de comportamento sexual forjado na liberalidade e no direito do cidadão, desta forma vivemos num mundo onde em pouquíssimo tempo a estrutura familiar ensinada e pregada desde os primórdios dos tempos se tornará refém de uma sociedade sexualmente consumista, dependente exclusivamente dos valores da carne.
    O grande problema é que muitos, pelas opções que fazem com relação a sua vida sexual são levados a viver de forma clandestina, com um grande número cometendo todo o tipo de crimes para, segundo eles, sobreviverem. Hoje, por qualquer lugar que se vá neste nosso Brasil encontramos nas madrugadas pessoas vendendo o próprio corpo sem o menor escrúpulo, apenas para atender aos seus caprichos sexuais e nada mais. Na sua quase totalidade eles são vitimas da carência, de afeto, carinho e ajuda de seus familiares que em algum momento falharam na educação e na formação religiosa de seus filhos.
    E a troca de sexo? Se é que este termo faz algum sentido! È intrigante ver como os que passaram por este processo de deformação se orgulham em afirmara aos quatro cantos que “trocaram de sexo”, não fora a impossibilidade disto a coisa poderia ter algum ar de seriedade.
    Pode-se trocar os órgãos sexuais ou genitálias, através de uma cirurgia, no entanto a originalidade jamais será alterada nos aparelhos reprodutores e só isto basta para mostrar que isto não passa de aberração e de violação dos princípios estabelecidos por Deus para os padrões de definição entre homens e mulheres. O Criador, na sua sabedoria formou os seres machos e fêmeas com intenções e objetivos bem definidos, no entanto o homem na sua vil maneira de querer se sobrepor ao Criador intenta desde sabe-se lá quando arranjar uma terceira via para ajustar ao seu desvio moral de conduta. A chamada mudança de sexo é imoral, irracional, é mais que isto um despropósito visto que ela jamais será efetivamente consumada, pois o sexo já vem expresso no DNA de cada um e “em hipótese alguma” ele pode ser mudado. Este tipo de comportamento viola o próprio corpo definido pelo dono da vida, Deus.
    Perdoem-me os senhores da medicina, mas mudar o imutável é inconcebível. Pior, é impossível. Querer dar a um homem as generalidades físicas e biológicas de uma mulher apenas com a troca de um órgão genital ou também a uma mulher as mesmas generalidades de um homem é algo inaceitável que foge aos princípios da razão, da moral, da fé e da ética. Pior ainda, é a magistratura permitir com este processo que homens e mulheres possam alterar os seus nomes e suas identidades sexuais como se tudo fosse muito natural e verdadeiro. Na realidade trocou-se seis por meia dúzia, mas a concepção original definida na fecundação do óvulo continua exatamente a mesma. Ou é macho ou do contrário fêmea, não há uma terceira ou quarta opção.
    Gostaria de abrir um parêntese e recorrer ao dicionário para mostrar o significado que ele dá para a palavra “casamento”. Casar, juntar os pares, emparelhar, unir por matrimônio, etc. Só estas definições já são suficientes para a contestação de qualquer outra forma de união que não seja de pessoas de sexos opostos.
    Infelizmente, nós cidadãos que temos o mínimo de temor a Deus temos feito vistas grossas a esta questão gravíssima que nos deparamos com ela hoje e nada tem sido feito para reverter este quadro. A banalização do sexo não consegue provocar qualquer tipo de reação em nossos sentimentos e até achamos tudo muito natural em razão da evolução que nós mortais temos que nos adaptar a elas.
    Há famílias que aceitam este tipo de distorção, mas que no fundo do coração estão amarguradas por verem seus filhos em situações tão deploráveis para um ser humano. É lamentável que “Movimentos Sociais” e de “Direitos Humanos” espalhados pelo Brasil estejam lutando para que este modelo satânico de relacionamento seja legalizado permitindo direitos iguais para uniões homossexuais.
    Sei que muitos ao lerem o que está escrito neste livro vão ser tomados por um estado de histeria. Sei também que serei tratado como racista ou algo parecido. Vão me crucificar e até tentar me desqualificar como pessoa, mas prefiro assim a ter que abdicar-me de meus princípios cristãos e de minha fé no Deus criador de todas as coisas. Afirmo com todas as letras que tudo que passar da relação homem e mulher, macho e fêmea é imoralidade e falta de respeito primeiro a Deus e depois a seus semelhantes.
    O texto registrado em Gêneses 3:16 afirma: “Multiplicarei grandemente a tua dor e a tua conceição; com dor terás filhos…”. Ele faz a primeira menção sobre a instituição da família. A partir deste relato segue-se o nascimento dos filhos de Adão (masculino) e Eva (feminino) consolidando a formação da estrutura familiar. A concepção só se tornou possível mediante a união de seres diferentes na sua sexualidade e isto para mim é o suficiente para me posicionar contrário a qualquer outro tipo de união. O problema é que os desejos da carne não têm limites.
    Eu poderia continuar na minha argumentação, mas entendo que o que acima foi exposto é bastante contundente para quem tem o desejo de ver a vida da maneira original como ele foi criada por Deus, o que for além disto é apenas instrumentos vazios que o homem distante de Deus cria para enganar-se a se mesmo na intenção de dar sentido aos seus fracassos.
    Procurei expor neste texto as minhas considerações e a minha posição como cidadão que quer ver este nosso mundo voltando às raízes, buscando no equilíbrio e nos fundamentos da legitimidade das coisas criadas por Deus a maneira correta e salutar de dar sentido real à vida.
    Um abraço carinhoso. Sucessos!

    Carlos Roberto Martins de Souza
    crms1casa@hotmail.com

    Alguns textos para análise:

    “Semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si a devida recompensa” Romanos 1:27

    “Não deitará varão com varão, como se fossem mulher; isto é abominação ao Senhor” Levitico 18:22

    “Se um homem deitar com outro homem, como se fossem mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos, pois pecaram contra o Senhor” Levitico 20:13

  2. Tenho um amigo homossexual que admitiu a falta de paz e a sensação de estar longe de Deus, bem como a vontade de mudar – não para se sentir aceito socialmente, mas por questão de consciência, em confronto com a pessoa de Deus. Ele chorou.

    Para ele, o problema era como um vício do qual não conseguia sair sozinho, difícil de admitir.

    Perguntei a algumas pessoas num debate de orkut o que a psicologia poderia fazer para ajudá-lo, já que eles ajudam muitas pessoas com vários tipos de problemas sexuais e não-sexuais. A resposta foi não ter resposta, porque nem se pode cogitar de que homossexualidade seja um problema.

    Enquanto isso, muitas pessoas se encontram na mesma situação, e em busca de Deus. É triste.

    Daí vem a necessidade de nós, como povo de Deus, expressarmos seu amor por essas pessoas que vivem tão oprimidas pela sociedade e pelo peso do pecado e tentar ajudá-las, como Jesus faria.

  3. Avelar Jr. Tenho amigos homossexuais, e que amigos, amo cada um deles; eles já desabafaram comigo, exatamente como o seu amigo.

    A rejeição por parte da família, mesmo que a família os aceite, eles não se sentem bem na condição. Sabem que estão errado, têm noção do castigo eterno.

    É um vício, um mal que os acompanha e os acomete, muitos clamam por ajuda por detrás das máscaras que cada um usa para demonstrar publicamente que estão bem.

    Devemos orar pela salvação e libertação de cada um deles.

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