Vida com Propósito? Por John McArthur

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4 COMENTÁRIOS

  1. Olá, Leonardo, a paz do nosso senho Jesus.

    O livro Uma Vida Com Propósitos foi muito edificante na minha vida e na vida de várias pessoas que conheço. Ele foi usado por Deus no meu processo de conversão.

    Em nenhum momento o livro menciona substituir a bíblia. O livro é apenas um livro. Como todo livro, precisa focar. O foco é: o propósito de Deus para o homem. Como desenvolvimento do tema o livro sugere como ter uma comunhão abençoada, como dedicar a vida à obra, como ser um “Cristão de primeira classe”. Para este assunto não caberiam outros temas. Poderíamos dizer que ele não divagou sobre o casamento também e nem sobre os fins do tempo. Simplesmente não cabia ao livro.

    Outro ponto: o suposto vídeo do pastor John McArthur fala que o livro não fala do julgamento, do inferno, nem da Ira de Deus. Acho importante os cristãos saberem sobre tudo isso. Temos que buscar conhecer o nosso Deus. No entanto, a ira de Deus traz milhares de frequentadores de igreja em busca apenas de uma barganha: “Eu venho aqui aos Domingos, em troca, não deixa eu ir para o inferno?”. E o Deus que é Amor, onde fica? Em nenhum lugar a Bíblia diz que ele é Ira. E sim que ele tem Ira. Mas a Bíblia afirma que ele É o próprio Amor.

    Abraço,
    Ellen

  2. Olá Ellen!

    Deixa eu começar pelo final da sua postagem, e dizer que eu concordo plenamente com você quando você menciona a tal barganha, na qual o sujeito pensa assim “vou na igreja e assim estou comprando o perdão de Deus e vou para o céu”. Isso não é ser Cristão; isso é um amor interesseiro. Lembro-me agora da oração de Rabia, uma mulher do século III – em um texto que me foi apresentado pelo amigo Levi Bronzeado:

    “Se eu te adorar apenas por desejo de ir para o céu, então fecha-me o céu; se eu te adorar apenas por medo de ir para o inferno, então lança-me no inferno” (cit. ad tempora)

    Faço minhas as palavras de Rabia. Sou totalmente contra barganhas.

    Agora vamos ao ponto divergente: você diz que o livro é apenas para cristãos, razão pela qual ele não traz uma mensagem de arrependimento. Replico a isso dizendo que o arrependimento é essencial na vida do cristão, e sem um constante arrependimento não há “vida com propósito”. É mais: o livro é proselitista sim, e John McArtur prova isso ao mencionar a oração da página 51, na qual o leitor é instigado a orar convidando Jesus para morar em seu coração. E atenção: isso sem mencionar em nenhum momento a necessidade de arrependimento!

    Eu entendo você, quando diz que esse livro foi uma benção em sua vida, mas eu imagino que além da mensagem “com propósito” do livro, você assistiu a uma igreja onde a mensagem de arrependimento foi pregada e você então se tornou cristã. Nesse caso, o livro foi um complemento para os passos sequenciais, razão pela qual você não estranhou e nem sentiu falta da mensagem de arrependimento, uma vez que voc~e já a conhecia. Certo?

    Agora, e se você nunca tivesse ouvido falar da necessidade do arrependimento para ser cristã e mesmo assim lesse “Vida com Propósitos” e procurasse colocar em prática todos os principios ali mencionados. Você ia terminar a leitura e dizer: nossa, eu consegui! Bati todas as metas e agora sou uma “cristã de primeira classe”. Mas, na verdade você seria apenas uma pessoa convencida, pois o Rick Warren em seu livro cometeu o erro de fazer um “apelo” sem ter antes falado sobre arrependimento. Entendeu agora?

    Essa não é uma crítica destrutiva ao livro do Warren, é apenas uma observação feita com o intuito de alertar as pessoas quanto ao conteúdo da “pregação”. Rick Warren é apenas o exemplo que usei para despertar a mente das pessoas, mas o fato é que está cada vez mais comum essa mensagem na qual a pessoa é convidada para ser cristã, é orientada acerca de promessas e propósitos, sem nunca ter ouvido falar de arrependimento.

    Um abração procê, Ellen, e muito obrigado pela visita e comentário. Fico alegre quando concordam e não me irrito quando alguém discorda de mim: Não sou o papa, rs… Posso estar errado e nesse caso a discordancia do internauta seria uma mensagem do próprio Deus para mim, dizendo que eu devo voltar atrás.

    Só que, nesse caso, eu desconfio que estou certo…

    Paz e bem!

    Leonardo G. Silva

  3. Olá, Leonardo, a paz!!

    Apenas treplicando à sua resposta, na versão em português do livro, nas páginas 52 e 53, que equivalem à pagina 51 da versão estadunidense/britânica, o livro faz um apelo incompleto, é verdade.

    Mas o convido à uma análise. Primeiramente, o apelo transcrito no suposto comentário do reverendo McArthur está incompleto. Há duas frases que remetem ao arrependimento “Creia que, a despeito de suas ações passadas, Deus quer perdoar você” … “Receba o perdão dos pecados”. Isso tudo antes de dar o tão polêmico Welcome. Em outros pontos do livro ele fala sim, sobre arrependimento, por exemplo, na página 74, onde convida os cristãos a entregar seu arrependimento a Deus.

    Segundo. Eu realmente acho que o apelo deveria explicar um pouco melhor a ressureição e o arrependimento. Mas, sinceramente, já ouvi tantos apelos mais rasos que esse … (claro, um erro não justifica o outro …)

    No vídeo com o suposto trecho de uma pregação do Reverendo McArthur, há também a indignação do livro não trazer à luz a ira de Deus pelo pecado do homem, o julgamento final, o medo da condenação, a quebra das leis de Deus pelo homem. Já falei sobre isso em meu primeiro post. Essas mensagens de medo só trazem para nossas igrejas fulanos atrás de barganhas (venho aqui por que estou morrendo de medo da sua ira, Deus). E outra. A lei de Deus? Que homem conseguiu seguir a lei de Deus à risca? Os assassinos Moisés e David? Ou quem sabe o polígamo Salomão? A lei de Deus é um espelho sujo que mostra como precisamos de sua Graça … como somos imperfeitos e incapazes. A lei, definitivamente, não são o tema central dos evangelhos.

    Sobre a falta de “negação a sim mesmo”, o livro tem um capítulo inteiro sobre adoração e rendição, que na versão em português brasileiro vai das páginas 69 a 75. Outro ponto importante do livro é o convite a ter uma perspectiva eterna da vida e deixar as coisas corriqueiras de lado e se dedicar à obra. Há algo de errado com isso?

    Além disso, o livro traz ponto importantes para a vida dos cristão como já citei em meu primeiro post.

    Sobre a minha conversão. Eu já tinha lido muito sobre todas as religiões, e estava perdida. Até que um católico foi usado por Deus para falar comigo: “Ele fez um sacrifício para salvar a sua vida. Ele só quer que você acredite e o aceite”. Quando a ficha caiu, eu aceitei Jesus. Quando recebi o Espírito Santo, o arrependimento foi a sequência natural dos fatos que o próprio espírito operou em mim. Eu acredito na Bíblia como meu manual de vida, mas para a comunhão, frequento uma igreja Batista em São Paulo e uma comunidade Cristã em Joinville.

    Caro leonardo, leio o seu blog praticamente todos os dias e admiro profundamente o seu trabalho e, normalmente, concordo com suas opinões. Sobre esta questão, gostaria de complementar que acho super pertinente este tipo de informação sobre a literatura cristã. No entanto, eu achei a suposta análise do Reverendo McArthur completamente rasa, e por ter achado rasa, me espantei dela estar no seu Blog.

    O livro é imperfeito, claro, como qualquer obra humana. Mas em minha opinião ele não é uma ferramenta que leva à apostasia e nem o achei proselitista porque ele não tenta de converter a uma igreja x ou y. Ele te chama para o cristianismo, e estimula o leitor a procurar uma igreja cristã e ter uma real comunhão com as pessoas, como acontecia na igreja primitiva. Em nenhum momento, corrija-me, por favor se eu estiver errada, o livro tenta ser um novo evangelho. Ele está mais para um livro de desenvolvimento espiritual.

    Resumindo, acho que o livro ajuda mais que atrapalha.

    Um abraço,
    Ellen

  4. Gostei do acompanhamento, não sei se é um violão ou uma guitarra, me parece que as cordas são de aço, o que causa um impacto na pregação.

    Uma pregação de apenas 3 minutos e 13 segundos falando muito mais ao coração que essas horas intermináveis nos cultos atuais, que manda a pessoa para casa vazia, infeliz e cheia de opressão.

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